O que aconteceu
Sou cliente diária do Posto Ipiranga localizado na ***** - Vila Santana, Suzano/SP. Abasteço todos os dias por volta das 1h15 da manhã o valor fixo de R$ 50,00 de gasolina comum para trabalhar com entregas para a Shopee. Todos os frentistas já me conhecem e sabem da minha rotina.
Na madrugada do dia 24/09, fiz o procedimento de costume: pedi R$ 50,00 de gasolina comum e paguei. Ao ligar o carro, percebi que o ponteiro de combustível não se moveu e a autonomia permaneceu em 60 km (2 traços), exatamente como estava antes. Acreditei que pudesse ser um atraso na leitura do sensor do veículo e segui para o galpão em Suzano (distância de apenas 7,2 km).
Para minha surpresa, o combustível continuou sem subir e, no trajeto de volta, exatamente em frente ao posto, o carro entrou na reserva provando que rodei apenas com o combustível que já estava no tanque e que o valor pago na madrugada não entrou no veículo.
Ao retornar de madrugada, fui orientada a voltar pela manhã por conta da ausência da gerência. Voltei por volta das 10h30 e falei com o gerente (Matheus). Em vez de buscar uma solução razoável, ele apenas fez um teste rápido na bomba, insistiu de forma irredutível que o erro era do meu veículo e mandou eu ir a um mecânico.
No mesmo momento, passei o scanner automotivo no carro na frente dele para comprovar que não havia qualquer falha elétrica ou no sensor de combustível. Mesmo assim, a postura foi de total descaso.
Como meu carro já estava carregado para as entregas e eu precisava trabalhar, me recusei a aceitar o prejuízo de pagar duas vezes para ter apenas um abastecimento. Pedi para colocar mais R$ 50,00 na mesma bomba: assim que o abastecimento foi feito, liguei o veículo e o ponteiro subiu imediatamente na frente do gerente. Questionado sobre como o "problema do carro" sumiu de repente, ele continuou se eximindo da responsabilidade.
A situação só começou a ser tratada com o devido respeito e bom senso após a intervenção de outra funcionária (Camila), que ouviu o relato e tratou de resolver a questão.
Trabalho diariamente com o veículo, conheço o consumo exato da minha rotina e não iria parar meu dia de trabalho, com carga no carro e rotas atrasadas, para agir de má-fé por R$ 50,00. O consumidor não pode ser penalizado por falhas operacionais do posto e ainda ser tratado com desdém pela gerência.
Deixo registrada esta reclamação pela falta de preparo do gerente Matheus e pelo constrangimento sofrido para reaver um direito claro de consumidora assídua do estabelecimento.