O que aconteceu
No dia 09/10/2026, minha avó, ***** (CPF: *****), de 80 anos, deu entrada no Hospital Santa Genoveva, em Uberlândia/MG, com um quadro gravíssimo de aneurisma na veia aorta medindo 9 cm. Ela foi internada com recomendação de repouso absoluto, sendo proibida de andar para evitar o rompimento do aneurisma, o que pode levar a um óbito fulminante.
Desde então, estamos vivendo um pesadelo. A cirurgia de emergência já foi desmarcada por duas vezes. O hospital alega que a operadora de saúde (Epseng) não está liberando a realização do procedimento. Enquanto isso, minha avó segue internada, sob risco constante e extremo.
Para piorar a situação, há quase um mês estamos solicitando formalmente o prontuário médico completo da estadia dela, bem como a negativa por escrito da autorização por parte do convênio. No entanto, o hospital se recusa a fornecer os documentos, alegando repetidamente que "o responsável não se encontra no hospital" e ninguém nos dá uma resposta ou solução.
Isso é um absurdo, uma desumanidade e um descaso total com a vida humana. Exijo uma posição imediata com a liberação urgente da cirurgia de emergência da minha avó e a entrega imediata de todo o prontuário e da negativa do convênio. Caso contrário, as medidas judiciais e administrativas cabíveis já estão sendo tomadas contra o hospital e a operadora.