Funcionária da Planalto constrange passageira idosa e insinua porte de ilícitos

Reclamação não respondida

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Toledo - PR

03/09/2026 às 11:37

ID: 258125495

Hoje ao levar minha mãe para embarcar em um onibus da Planalto, que saia de Barreiras na Bahia com destino a Santa Maria, no terminal de Toledo/PR uma mulher com camiseta da Cantarelli representando a Planalto não queria deixar minha mãe levar a bolsa onde carrega uma coberta e travesseiro para utilizar durante a viagem, ao perguntar ao motorista se podia subir ele e a funcionária insistiram para que minha mãe retirasse o que havia dentro da bolsa, como minha mãe se negou a remover a funcionária passou a insinuar que minha mãe estava levando algo ilícito consigo. Ao perceber que minha mãe estava ficando abalada emocionalmente o motorista autorizou o embarque com a bolsa e nesse momento a funcionaria começou a reclamar dizendo que minha mãe não tinha o ônibus todo para ela e que outras pessoas também estavam no onibus e devia respeitar, ao subir no ônibus porém, havia outra passageira sentada na poltrona da minha mãe e também possuia uma sacola com cobertas e travesseiro. Minha mãe costuma viajar várias vezes ao ano com varias empresas e essa foi a primeira vez que algo desse tipo aconteceu. Constranger um passageiro em frente à várias pessoas, principalmente uma pessoa idosa é passivel de processo. Ao contratar uma pessoa completamente despreparada para atendimento ao público a empresa demonstra que trata os clientes com descaso.

Abri uma reclamação no SAC da Planalto e a atendente Vanessa colou uma mensagem generica eximindo a responsabilidade da Planalto com o caso. Porém de acordo com o Artigo 14 e o Artigo 34 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), o fornecedor de serviços responde solidariamente pelos atos de seus prepostos ou representantes autônomos. A passagem foi adquirida da Planalto e o embarque era em um ônibus da Planalto. Portanto, a empresa é legalmente responsável pelo comportamento da funcionária que escalou para representá-la no terminal, independentemente de ela ser terceirizada ou vinculada à Viopex, dessa forma exigo uma postura institucional de apuração e não de transferência de culpa.

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