Médico receitou medicamento que o paciente disse ter restrições

Reclamação em réplica

Em réplica

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São Paulo - SP

15/01/2023 às 11:40

ID: 157471063

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Fui ontem de ambulância na Prevent do Butantã, dores na lombar, travada e não conseguia andar, paguei $*******,00 e quando cheguei lá apenas me colocaram em uma cadeira de rodas, com defeito, e mandaram para a sala de consultas. Esperei por mais de 1h30 e quando fui atendida, minha acompanhante avisou o Dr Vitor Fernandes Misugi, CRM *******.*******, que tenho restrições medicamentosas de dipirona e Tramal, mas mesmo assim foi que ele receitou. Avisamos a enfermeira, mas mesmo assim foi administrado. Comecei a vomitar e suar frio, a pressão foi aferida e estava baixa. A medicação foi suspensa e encaminharam para a tomografia. O enfermeiro comentou que a cadeira estava com defeito e trocou na saída para a ressonância, podem ver nas imagens. Fiz a ressonância e o enfermeiro nos deixou no 1 andar e disse que era só aguardar a chamada. Depois de esperar por mais de 1h20 hora, minha acompanhante foi ver o motivo da demora. A recepção informou que o enfermeiro deixou no local errado. Fomos para o segundo andar, o Dr Vitor Fernandes ignorou o comentário da medicação e prescreveu uma ressonância para ser agendada e alguns medicamentos. Não examinou nada, mesmo eu dizendo que ainda estava com dor e ele vendo na ficha que a enfermeira anotou que havia suspendido a medicação. Gastei $*******,00 em ambulância, pago as mensalidades corretamente para ter este tipo de atendimento, um médico que não olhou na nossa cara e que ainda ignorou as minhas restrições medicamentosas. Espero que o orientem, pois ele podia ter me matado ou matar outros pacientes.
Aguardo suas providências.

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Resposta da empresa

16/01/2023 às 09:07

Prezada senhora, Marlene R. S.

Compreendemos a importância do beneficiário manter essa comunicação em aberto, ou seja, sempre que possível relatar suas experiências durante a utilização dos serviços aos cuidados da Operadora.

O que se refere a conduta adotada, caso necessite de mais informações, sugerimos a sua presença no local para falar com a Ouvidoria do hospital, assuntos de teor médico, prontuário, conduta e rotina hospitalar não são compartilhados em respeito ao sigilo paciente e médico. É prudente enaltecer que as condutas terapêuticas são em conformidade com protocolos e estudos na área, cabendo a equipe de cuidados indicar a terapêutica adequada a cada paciente.

A Operadora não é médico, sendo assim, somos proibidos de intervir na conduta médica, ******* ainda o art. 85 do código de ética médica - Permitir o manuseio e o conhecimento dos prontuários por pessoas não obrigadas ao sigilo profissional quando sob sua responsabilidade, ou seja, a Operadora não possui acesso às informações de sigilo paciente ~ médico.

Salientamos que direcionamos sua manifestação ao conhecimento do hospital em questão para possiveis providencias e melhorias em nossos processos.

Reafirmamos o nosso compromisso com a satisfação dos nossos beneficiários e trabalhamos de forma contínua na análise das demandas para identificar oportunidades de melhorias em nossos processos.

Atenciosamente,
Lilian Maria.

Réplica do consumidor

17/01/2023 às 10:12

Ainda continuo com dor e a Senhora quer que eu vá pessoalmente?? O canal disponível desta empresa para reclamações não funciona no aplicativo. O mínimo seria vocês investigarem e entrarem em contato com o paciente e não simplesmente pedir para comparecer, ter mais gastos financeiros e ainda perceber que vocês não vão i tomar atitude nenhuma, mesmo sabendo que erros médicos ocorrem todos os dias e que só tomam providências quando vamos na mídia para relatar. Lamentável a postura dos profissionais da Prevent Sênior.