Não resolvido

Sindicompany não fiscaliza prestadores de serviço no condomínio

Sindicompany

cidade: São Paulo

O que aconteceu

Mais um episódio que comprova o abandono da gestão do Condomínio Sublime Vila Prudente pela SindiCmpany

Registro mais uma reclamação formal contra a Sindicmpany em razão da forma como vem sendo conduzida a gestão do Condomínio Sublime Vila Prudente.

Hoje, 02/10/2026, por volta das 21h30, foi constatado um prestador de serviço de portaria da empresa Maxcom fumando nas proximidades do salão de festas do condomínio. Após o ocorrido, foi encontrada inclusive a guimba de cigarro descartada no chão da área comum, situação que será comprovada por fotografia anexada a esta reclamação.

O fato foi imediatamente comunicado ao supervisor Francisco, da Maxcom, e também à gestora Corina, responsável pelo acompanhamento da administração. Os respectivos registros das comunicações serão anexados a esta reclamação.

Não se trata apenas de um episódio isolado. A situação evidencia novamente a falta de fiscalização e de gestão efetiva dos prestadores de serviço que atuam dentro do condomínio.

A própria administração já recebeu reiteradas reclamações a respeito da Maxcom. Segundo manifestação da própria síndica, Juliana Moreira, essa empresa seria substituída em setembro de 2024. Até a presente data, entretanto, a substituição não ocorreu.

Mais grave: a permanência da empresa ocorre apesar das reiteradas reclamações dos moradores e das solicitações de substituição dos seus serviços, inclusive diante de problemas já comunicados anteriormente.

A Sindicompany, enquanto empresa responsável pela sindicância e administração do condomínio, deve atuar para que sejam cumpridas a convenção, o regimento interno e as determinações aplicáveis, além de zelar pela adequada prestação dos serviços de interesse dos moradores. O Código Civil, em seu art. 1.348, atribui ao síndico, entre outras funções, o dever de cumprir e fazer cumprir a convenção, o regimento interno e as determinações da assembleia, bem como zelar pela prestação dos serviços que interessem aos possuidores.

Portanto, o que está sendo questionado aqui não é simplesmente o comportamento individual de um funcionário. O episódio é mais um exemplo concreto da ausência de fiscalização, cobrança e gestão efetiva dos serviços contratados pelo condomínio.

Também registro a preocupação com a falta de acompanhamento presencial e efetivo da gestão no condomínio, especialmente por parte da gestora Corina, que, conforme vem sendo observado pelos moradores, não tem realizado o acompanhamento presencial esperado no condomínio, apesar da quantidade de problemas que continuam sendo comunicados.

A situação se torna ainda mais grave diante do fato de que a Sindicompany permanece na administração após o término do período contratual que vem sendo questionado pelos moradores, situação que será novamente submetida à deliberação dos condôminos na assembleia marcada para 05/10/2026.

Diante de todo esse histórico, solicito que a Sindicompany responda objetivamente:

1. Por que a Maxcom continua prestando serviços no condomínio, apesar das reiteradas reclamações e da informação de que seria substituída?

2. Quais providências foram efetivamente tomadas pela Sindicompany em relação às reclamações dos moradores sobre os prestadores da Maxcom?

3. Qual fiscalização é realizada sobre os funcionários terceirizados que trabalham nas áreas comuns?

4. Quais providências serão tomadas em relação ao episódio registrado hoje?

5. Qual é a situação contratual atual da Sindicompany perante o Condomínio Sublime Vila Prudente?

6. Qual é a frequência de acompanhamento presencial da gestora responsável pelo condomínio e quais medidas de fiscalização vêm sendo efetivamente realizadas?

Esta reclamação será acompanhada dos seguintes registros:

* print da comunicação encaminhada ao supervisor Francisco, da Maxcom, informando imediatamente o ocorrido;

* print/fotografia do episódio registrado;

* fotografia da guimba de cigarro deixada no chão da área comum do condomínio;

* print da comunicação encaminhada à gestora Corina, responsável pelo acompanhamento da administração.

Os documentos são anexados justamente para que os fatos possam ser verificados e para que não sejam tratados como meras alegações de um morador.

Não estamos tratando de opinião ou de uma insatisfação genérica. Estamos registrando fatos concretos, reincidentes e documentados, que demonstram a necessidade de uma resposta formal e objetiva da empresa responsável pela sindicância.

O condomínio precisa de gestão, fiscalização, cumprimento das regras e prestação adequada dos serviços contratados. É exatamente isso que os moradores estão cobrando.

Reclamações parecidas

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Interações da reclamação

  1. Sindicompany respondeu

    06/10/2026 às 23:02

    Prezado Diogo,

    Recebemos mais uma de suas reclamações e vamos nos posicionar sobre o episódio relatado.

    Sobre o funcionário da portaria fumando nas proximidades do salão de festas: a conduta é contrária ao regimento interno e não é aceita pela gestão. Como o próprio senhor informou, o ocorrido foi comunicado ao supervisor da Maxcom e à gestora responsável. A empresa terceirizada foi cobrada para adotar as medidas cabíveis com o colaborador e reforçar a orientação a toda a equipe sobre as regras de conduta nas áreas comuns.

    Sobre a fiscalização dos prestadores: o acompanhamento dos serviços terceirizados é feito de forma contínua, com cobrança direta aos supervisores sempre que alguma falha é identificada, como aconteceu neste caso. Um episódio pontual de conduta individual de um funcionário não representa ausência de fiscalização, e foi tratado assim que levado ao conhecimento da gestão.

    Sobre a situação contratual: esclarecemos que foi a própria Sindicompany que optou por não renovar o mandato de sindicatura no Condomínio Sublime Vila Prudente. A transição vem sendo conduzida de forma regular, dentro do prazo previsto, até a posse da nova gestão eleita pelos condôminos.

    Quanto aos demais pontos, que repetem temas já respondidos nesta plataforma e que são objeto de discussão judicial em andamento, reiteramos que serão tratados exclusivamente no âmbito do Poder Judiciário.

    Estamos sempre à disposição nos canais oficiais de atendimento ao condomínio.

    Atenciosamente,

    Equipe Sindicompany

  2. Consumidor respondeu

    06/10/2026 às 23:08

    A resposta da Sindicompany não resolve os pontos apresentados. Pelo contrário, confirma alguns deles.

    A própria empresa reconhece que o funcionário estava fumando em local onde o regimento interno não permite e que foi necessário cobrar a terceirizada para que fossem tomadas providências. Portanto, houve uma falha de conduta dentro das áreas comuns que precisou ser comunicada por um morador para que a gestão atuasse.

    Também chama atenção a afirmação de que a fiscalização dos prestadores é feita de forma contínua. Se a fiscalização é efetiva, é legítimo questionar como situações recorrentes envolvendo serviços terceirizados e áreas comuns chegam ao conhecimento da administração somente após reclamações dos próprios moradores.

    Sobre a sindicatura, a resposta também merece esclarecimento. A empresa afirma que foi ela própria quem optou por não renovar o mandato, enquanto os fatos e comunicações realizadas ao longo da transição precisam ser analisados dentro do contexto documental e contratual do condomínio. Não considero adequado apresentar uma versão unilateral como se encerrasse a questão.

    Quanto aos demais assuntos, a existência de discussão judicial não transforma automaticamente os fatos relatados em assuntos que deixam de poder ser avaliados ou questionados pelos consumidores. Eventuais questões submetidas ao Judiciário serão, naturalmente, tratadas nos autos próprios e perante a autoridade competente.

    Minha avaliação permanece: ZERO.

    Não porque espero que uma empresa concorde com uma reclamação, mas porque considero que a resposta apresentada não enfrenta satisfatoriamente os problemas relatados e, em alguns pontos, apenas procura justificar a atuação da própria gestão.

    Esta manifestação é feita de forma objetiva, com base na minha experiência como condômino e nos fatos que foram formalmente comunicados, sem intenção de antecipar qualquer decisão judicial.

    A avaliação reflete exclusivamente minha experiência e permanece registrada para fins de transparência aos demais consumidores.

  3. Consumidor respondeu

    06/10/2026 às 23:12

    A resposta apresentada pela Sindicompany é, no mínimo, contraditória e não responde adequadamente aos fatos relatados.

    A empresa reconhece expressamente que o funcionário estava fumando em local em que o próprio regimento interno não permite a conduta e que foi necessária uma reclamação do morador para que a terceirizada fosse cobrada e orientada. Portanto, o fato ocorreu e somente houve providência após ser comunicado.

    Ao afirmar que existe fiscalização contínua, a própria empresa precisa explicar como essa fiscalização funciona na prática e por que situações que deveriam ser identificadas pela gestão acabam sendo constatadas e comunicadas pelos próprios moradores.

    Também não considero adequada a tentativa de reduzir a questão a um episódio pontual de conduta individual. O problema relatado não é apenas o comportamento de um funcionário, mas a efetividade da fiscalização e da gestão dos serviços terceirizados dentro do condomínio.

    Quanto à afirmação de que a Sindicompany optou por não renovar o mandato, trata-se de uma versão apresentada unilateralmente pela própria empresa. A situação contratual e a transição da gestão possuem documentos, comunicações e fatos que podem e devem ser confrontados com essa narrativa. Não cabe à empresa transformar sua própria versão em verdade definitiva perante os consumidores.

    Mais grave ainda é tentar encerrar os demais questionamentos simplesmente afirmando que existem discussões judiciais em andamento. A existência de processo judicial não impede um consumidor de relatar sua experiência, registrar reclamações administrativas ou avaliar a prestação de um serviço. As questões submetidas ao Judiciário serão decididas nos autos, enquanto esta plataforma registra a experiência do consumidor.

    Minha crítica, portanto, permanece absolutamente legítima: considero que a resposta apresentada é insuficiente, defensiva e não enfrenta de maneira satisfatória os problemas concretamente relatados.

    Também registro que não vou aceitar que a simples menção a uma ação judicial seja utilizada como mecanismo para desestimular manifestações legítimas de um consumidor. Eventuais alegações de ilícito devem ser demonstradas nos meios próprios, assim como os fatos por mim relatados estão sujeitos à comprovação documental e judicial quando necessário.

    Minha avaliação permanece ZERO.

    Não se trata de ataque pessoal. Trata-se da avaliação que faço da minha experiência com a gestão, da forma como os problemas foram tratados e, principalmente, da qualidade da resposta apresentada pela empresa.

    Os consumidores têm o direito de conhecer experiências reais, fazer perguntas, registrar reclamações e formar sua própria opinião. E eu mantenho integralmente a minha avaliação.

  4. Reclamação encerrada e avaliada pelo consumidor

    Avaliação do consumidor

    Problema foi resolvido?Não
    Voltaria a fazer negócio?Não
    Nota do atendimento0

    Nota ZERO.Depois da resposta apresentada pela Sindicompany, minha avaliação permanece a mesma.A empresa reconhece que houve uma conduta contrária ao regimento interno e que foi necessária a intervenção de um morador para que a situação fosse levada ao conhecimento dos responsáveis. Ainda assim, tenta apresentar o episódio como algo isolado, sem enfrentar o questionamento principal sobre a efetividade da fiscalização.Também considero inadequado utilizar a existência de uma discussão judicial como argumento para tentar encerrar reclamações e avaliações de consumidores. Uma coisa é aquilo que será discutido e decidido judicialmente. Outra é o direito de um consumidor registrar publicamente sua experiência e avaliar o serviço que recebeu.Minha experiência foi marcada por problemas de gestão, necessidade de cobranças e respostas que, na minha percepção, muitas vezes não enfrentaram objetivamente os problemas apresentados.Não estou aqui para antecipar decisão judicial, imputar [Editado pelo Reclame Aqui] ou fazer acusações pessoais. Estou relatando fatos que vivenciei, documentei e pelos quais assumo integralmente o conteúdo desta avaliação.Cabe à empresa prestar esclarecimentos e, se entender que alguma afirmação é incorreta, apresentar documentos que demonstrem o contrário.Minha experiência foi negativa e, por isso, minha avaliação é ZERO.