O que aconteceu
Estou a escrever em total estado de desespero e preciso de uma intervenção imediata da vossa parte em relação às cobranças de gás da minha unidade (*****).
Atualmente, encontro-me desempregada, lutando para manter as contas da minha casa em dia, e a situação tornou-se insustentável. No último mês, a minha família fez um esforço de guerra para poupar ao máximo. Controlamos rigorosamente cada minuto no chuveiro e mudamos totalmente os nossos hábitos.
Anexo a este e-mail os comprovantes dos últimos três meses (Março, Abril e Maio) que provam uma situação absurda e que não faz qualquer sentido técnico ou financeiro:
Março: Consumimos 22,63 M³ e pagámos R$ 119,52 (Tarifa de R$ 5,28 por M³).
Abril: Consumimos 22,02 M³ e o valor subiu para R$ 172,43 (Tarifa de R$ 7,83 por M³).
Maio (Mês de poupança máxima): O nosso consumo BAIXOU para 20,37 M³, mas a conta veio praticamente igual: R$ 172,15! O valor do metro cúbico saltou para absurdos R$ 8,45!
Como o nosso medidor é por Bluetooth e não temos acesso visual ao relógio para contestar as leituras diárias, ficamos completamente reféns do que é lançado no boleto. Como é possível o nosso consumo diminuir e o valor unitário do gás disparar desta forma, sem termos feito absolutamente nada de diferente a não ser poupar?
Diante do valor exorbitante acumulado no condomínio e da minha situação de desemprego, não tenho condições de arcar com erros de cálculo ou tarifas sem justificação clara. Exijo, por favor:
1 - Uma auditoria urgente no medidor Bluetooth da minha unidade para verificar se há defeito ou erro na transmissão dos dados.
2 - Uma explicação detalhada e por escrito do porquê de a tarifa do M³ ter subido de R$ 5,28 para R$ 8,45 em dois meses.
3 - A revisão imediata dos valores lançados.
Aguardo um retorno urgente, pois não sei como proceder com o pagamento diante deste erro manifesto.
Atenciosamente,
Vittoria
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