O que aconteceu
Adquiri tintas da Ciacollor, das linhas Premium comum e Premium Emborrachada, para a pintura de diferentes áreas da minha residência. Todo o serviço foi realizado seguindo corretamente as orientações do fabricante, inclusive quanto à preparação das superfícies, diluição e aplicação dos produtos. Antes da pintura, utilizei fundo preparador e, em algumas áreas, também foi aplicada massa corrida. Os demais materiais utilizados no serviço também foram adquiridos de empresas conhecidas pela qualidade de seus produtos.
O reboco permaneceu durante um período considerável antes da pintura e apresentava-se normalmente. Após aproximadamente uma semana da aplicação das tintas, começaram a surgir fissuras nas paredes da área externa. Posteriormente, a tinta começou a estourar, levantar e se soltar, principalmente do meio da parede para cima, e não no rodapé. O problema ocorreu em diferentes áreas da residência e com as duas linhas de tinta utilizadas, tanto a Premium comum quanto a Premium Emborrachada. Na parte interna da residência também ocorreu estufamento da pintura. Um fato que considero especialmente importante é que o serviço de pintura foi realizado três vezes utilizando a mesma tinta e, mesmo assim, o problema voltou a ocorrer. Portanto, houve mais de uma tentativa de solucionar a situação e o problema persistiu.
Dessa forma, procurei a loja onde adquiri os produtos e fui encaminhada para uma avaliação da Ciacollor. A empresa apresentou um relatório atribuindo o problema às condições do reboco/substrato e classificando a reclamação como Não Procedente. Entretanto, não concordo com essa conclusão, considerando que o procedimento de preparação e aplicação foi realizado corretamente, conforme as orientações do fabricante, e os primeiros problemas surgiram aproximadamente uma semana após a aplicação.
Além disso, o próprio relatório informa que não foi possível realizar a análise laboratorial da contraprova devido à indisponibilidade do lote para análise. Ainda assim, a reclamação foi considerada não procedente.
O prejuízo para mim é significativo, pois já tive gastos com tintas, materiais e mão de obra, além das três aplicações que não solucionaram o problema. Agora, será necessário realizar novamente o trabalho de correção e pintura das áreas afetadas, podendo ser necessária a repintura de grande parte ou até de toda a residência. O próprio relatório recomenda a remoção das áreas comprometidas, recomposição do revestimento, período de cura e realização de uma nova pintura. Dessa forma, a solução indicada pela empresa também gera um novo custo significativo para mim.
Diante de todo o ocorrido, solicito que a Ciacollor reavalie o caso e verifique a possibilidade de custear uma nova reparação das áreas afetadas, incluindo os materiais necessários e a mão de obra para a correção e repintura. Entendo que essa seria uma forma justa de solucionar a situação, considerando que os produtos foram aplicados seguindo as orientações do fabricante, o problema surgiu aproximadamente uma semana após a aplicação, voltou a ocorrer mesmo após três tentativas de pintura e não foi possível realizar a análise laboratorial da contraprova.
Espero que considerem todo o histórico do caso e apresentem uma solução que não transfira novamente para mim todos os custos necessários para corrigir o problema.
Aguardo o posicionamento da empresa e uma solução para o caso.