Fui tratada com discriminação e retaliação na academia Velocity

Não respondida
Sumaré - SP
19/09/2026 às 13:55
ID: 259505989
> Tratamento discriminatório e retaliação por parte da franqueada da Velocity Vila Leopoldina
Gostaria de registrar uma reclamação sobre a postura da franqueada Camila, da unidade Velocity Vila Leopoldina
Há algum tempo venho sofrendo um tratamento que considero discriminatório e retaliatório por parte da franqueada. Já fui impedida de frequentar a unidade do Alto de Pinheiros, tive restrições relacionadas a fotos e interações com outros alunos e, posteriormente, fui removida das redes sociais da unidade e deixei de ter acesso a informações divulgadas aos demais alunos.
A situação começou após eu me posicionar em defesa de outra aluna que havia sido alvo de comentários inadequados em um grupo por uma influenciadora ligada à unidade.
Mesmo tendo me mantido afastada de conflitos, recentemente aconteceu algo que considero inadmissível: uma aluna publicou um story no qual eu aparecia e a própria unidade respondeu que não iria repostá-lo porque eu estava na foto. Tenho o registro dessa conversa.
Ou seja, uma questão pessoal comigo passou a interferir inclusive na divulgação do conteúdo de outra aluna.
Também considero importante mencionar que, durante o período em que tive uma relação próxima com a unidade, sempre procurei ajudar espontaneamente, sem nunca pedir nada em troca. Em uma ocasião em que faltou energia, inclusive, fui atrás de geradores e cheguei às 5h da manhã, debaixo de chuva, para receber o responsável pelo equipamento.
A relação entre mim e a Camila já foi de confiança e reciprocidade. Ela também já me ajudou muito. Justamente por isso, é extremamente doloroso ver uma relação que poderia ter sido resolvida com diálogo chegar a esse nível.
A Velocity teve uma importância enorme na minha vida. Foi um lugar que se tornou meu refúgio e fez parte do meu processo de recuperação de uma depressão.. algo que a própria Camila sabe. Hoje, infelizmente, um ambiente que antes me fazia bem passou a estar associado a sentimentos de rejeição, segregação e descuido.
Diante da repetição desses episódios e do impacto psicológico que toda essa situação vem causando, já estou buscando orientação jurídica sobre as medidas cabíveis.
Não busco privilégio ou tratamento especial. Quero apenas ser tratada com respeito e igualdade, como qualquer outro aluno.
Espero que a Velocity tome conhecimento do ocorrido, apure a situação e se posicione sobre a conduta adotada dentro de uma de suas unidades franqueadas.