O que aconteceu
Comprei uma Yamaha NMAX 2026 zero quilômetro. No dia da retirada já notei que o cavalete central apresentava soldas com aspecto enferrujado. Fiz um vídeo documentando o defeito quando a moto ainda tinha apenas 123 km. Aguardei a primeira revisão (1.000 km) para formalizar a reclamação na concessionária. A loja abriu protocolo de garantia (código do processo 76053279) e encaminhou o caso para a fábrica. A Yamaha recusou a substituição da peça com a seguinte justificativa (transcrição do protocolo): Garantia Reprovada. Motocicleta devidamente analisada e identificado que a peça possui algumas marcas nos cordões de soldas e que não se trata de trinca. Essas marcas não se tratam de vício de fabricação e sim uma característica do processo de fabricação da peça, os cordões de soldas que tem essa característica não causa oxidação. Dessa forma não há necessidade de ser substituído a peça. Discordo totalmente dessa decisão!
1. A oxidação estava presente desde o primeiro dia, com a moto ainda zero quilômetro.
2. Não se trata de característica do processo de fabricação. Solda enferrujada em peça nova é falha de qualidade e de proteção anticorrosiva!
3. O consumidor não é obrigado a aceitar peça com corrosão em um veículo zero km.
4. O vídeo feito com apenas 123 km comprova que o problema é de origem.
Solicito que a Yamaha reavalie o caso e determine a substituição do cavalete por uma peça nova, sem oxidação, dentro do prazo de garantia. Anexo fotos do defeito. Os vídeos a Yamaha já tem no protocolo aberto pela concessionária.