Não respondida

Contestei multa de cancelamento de plano de saúde Amil

Amil

cidade: São Paulo

O que aconteceu

Prezados,

Venho formalizar minha contestação à cobrança da multa contratual no valor de R$ 5.957,10, vinculada ao cancelamento do contrato atualmente identificado pelo *****, e solicitar a revisão imediata da decisão comunicada pela Amil por meio do protocolo *****.

Em junho/julho de 2026, entrei em contato com a Central de Atendimento da Amil em razão da necessidade de substituição da minha filha, *****, que deixou de ser minha dependente em razão de sua mudança para o exterior para estudar.

Naquele momento, o contrato original *****, contratado em junho de 2025 por meio do *****, já contava com aproximadamente 12 meses de vigência.

Durante o atendimento, fui orientada pela própria Amil quanto à possibilidade de substituição do dependente. O atendente, inclusive, apresentou uma condição comercial de retenção para que eu permanecesse no plano, considerando que meu perfil era elegível para essa condição.

Assim, foi realizada a substituição da dependente ***** por meu marido, *****, e o contrato foi transformado/migrado para o *****.

É importante destacar que não houve contratação de um novo produto ou alteração do plano assistencial. O plano permaneceu sendo:

AMIL S750 R2 QP NAC COPART TP PJ

com duas vidas, sendo:

* ***** 49 anos;

* ***** 53 anos.

O próprio comunicado encaminhado pela Amil à época é bastante claro ao afirmar que:

Este processo não significa que está contratando um novo plano, mas sim realizando uma transformação contratual para adequar às regras atuais da operadora, preservando todos os seus direitos já adquiridos.

A mesma comunicação informa expressamente:

* Manutenção das carências já cumpridas;

* Preservação do histórico de utilização;

* Continuidade das coberturas e benefícios do plano anterior, evitando qualquer prejuízo;

* e que o processo seguiria com continuidade de cobertura, sem interrupção.

Diante disso, não considero coerente que, no momento do cancelamento, a Amil passe a considerar a transformação contratual ocorrida em julho de 2026 como uma nova contratação com início de uma nova fidelização de 12 meses, gerando uma multa de R$ 5.957,10.

Se a própria Amil classificou formalmente o procedimento como transformação contratual, preservando o histórico e os direitos adquiridos do contrato anterior, solicito que seja esclarecido qual é o fundamento contratual para considerar que houve início de uma nova vigência mínima de 12 meses exclusivamente para fins de cobrança de multa.

Ressalto ainda que a transformação não foi solicitada com o objetivo de contratar um novo plano, mas sim para adequar a composição familiar do contrato, substituindo uma dependente que deixou de utilizar o plano por meu marido, mantendo-se o mesmo produto e a continuidade da relação contratual.

Dessa forma, discordo expressamente da cobrança da multa de R$ 5.957,10 e solicito:

1. A revisão da decisão registrada no protocolo *****;

2. O cancelamento da cobrança da multa contratual de R$ 5.957,10;

3. A confirmação de que o contrato ***** constitui transformação/continuidade do contrato *****, e não uma nova contratação independente;

4. O envio do documento/termo contratual que eventualmente estabeleça essa nova fidelização e a respectiva cláusula que fundamentaria a multa;

5. A disponibilização da gravação ou do registro integral do atendimento realizado quando foi oferecida a condição de retenção e efetuada a transformação contratual;

6. A revisão do boleto com vencimento em 19/12, excluindo-se a multa enquanto a presente contestação estiver em análise.

Não questiono, neste momento, a cobrança referente ao aviso prévio de 60 dias, conforme informado pela Amil. Minha contestação é especificamente quanto à multa de R$ 5.957,10, cuja aplicação considero incompatível com a informação formal fornecida pela própria operadora no momento da transformação contratual.

Caso a Amil mantenha a cobrança, solicito que a negativa seja apresentada por escrito e de forma fundamentada, indicando expressamente a cláusula contratual que sustenta a cobrança, bem como esclarecendo por que a transformação foi apresentada ao cliente como continuidade do contrato, com preservação dos direitos adquiridos, mas posteriormente está sendo tratada como uma nova contratação para fins de fidelização e multa.

Diante de todo o exposto, solicito a reanálise do caso e a exclusão da multa de R$ 5.957,10.

Fico no aguardo de uma resposta formal.

Atenciosamente,

*****

*****

Contrato anterior: *****

Contrato atual: *****

*****

Protocolo: *****