Não respondida

Médico se recusou a me dar atestado e Ouvidoria me ameaçou

Amil

cidade: Uberlândia

O que aconteceu

Gostaria de registrar uma reclamação formal referente ao péssimo atendimento prestado pelo Dr. Lucas Pinheiro de Menezes Barreto no dia 20/10/2026, às 06h30, via telemedicina.

Sou portador de fibromialgia e estou enfrentando um período severo de crise de dores. Já estou em acompanhamento médico e, inclusive, precisei passar por um pronto atendimento presencial no dia anterior (19/10/2026). O motivo da consulta de telemedicina de hoje era a renovação da receita do medicamento PACO e a solicitação de um atestado médico para o dia de hoje (20/10). No dia 19, decidi não pedir o atestado presencialmente por acreditar que conseguiria trabalhar hoje, mas o quadro de dor continou e precisei do suporte da telemedicina para obter o repouso necessário para mitigar os sintomas em casa.

Contudo, o médico demonstrou total despreparo. Ele se recusou a emitir o atestado, alegando inicialmente que se tratava de uma diretriz da própria Amil. Ao ser questionado sobre qual seria essa diretriz, mudou a versão e afirmou que se tratava de uma normativa do CRM. Quando solicitei o número ou a especificação dessa resolução do CRM, o profissional me deixou aguardando na linha por vários minutos e encerrou o atendimento sem me dar uma resposta clara ou uma justificativa técnica plausível. Vale ressaltar que o meu histórico médico, exames e laudos que comprovam a minha condição crônica estão devidamente anexados à plataforma da Amil, e o médico simplesmente ignorou o meu relato clínico.

Insatisfeito com a conduta, entrei em contato imediato com a Ouvidoria da Amil no dia 20/10/2026, sendo atendido por Joyse sob o protocolo n *****. Para minha surpresa, a atendente informou que a reclamação aberta não geraria nenhum retorno direto para mim e que as medidas seriam tratadas internamente entre a Amil e o médico.

Além disso, ao perguntar se haveria outra forma de obter o atestado via telemedicina visto que o deslocamento físico causaria ainda mais desgaste e dores intensas , a atendente afirmou que a única opção seria ir a um pronto atendimento presencial. Ela alegou que, devido ao registro desse histórico no sistema, nenhum outro médico me daria o atestado via telemedicina e que a Amil "começaria a me perseguir" nos atendimentos virtuais subsequentes, recusando novos documentos.

Considero a postura do médico totalmente antiética e a declaração da atendente da Ouvidoria inaceitável. Diante do exposto, exijo que as medidas administrativas cabíveis sejam tomadas em relação à conduta do profissional e ao atendimento da Ouvidoria. Solicito também, em caráter de urgência, uma solução para a emissão do meu atestado médico referente ao dia 20/10/2026, visto que a indicação clínica para o meu quadro atual é o repouso absoluto.

No aguardo de um retorno urgente e efetivo.