Não respondida

Não consigo realizar aplicação de medicamento prescrito pela operadora há 2 meses

Amil

cidade: Parnamirim

O que aconteceu

Quase 2 meses sem solução para aplicação de medicamento prescrito descaso e falhas sucessivas no atendimento

Venho registrar minha profunda insatisfação com a operadora do meu plano de saúde diante da falta de solução para uma solicitação relativamente simples: a indicação de um estabelecimento da rede credenciada para administração endovenosa do medicamento Noripurum (ferro intravenoso), devidamente prescrito por médico.

Desde o dia 19/08/2026, venho tentando resolver essa situação diretamente com a operadora, sem qualquer resultado efetivo. Já realizei pelo menos cinco contatos, nos dias 19/08, 24/09, 01/10, 09/10 e 16/10, com abertura de protocolos e sucessivas promessas de resolução.

Entre os protocolos registrados, destaco:

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Inicialmente, fui informado de que receberia um e-mail para encaminhar a prescrição médica e os documentos necessários à busca de um estabelecimento credenciado para a aplicação do medicamento. Entretanto, nas duas primeiras tentativas, o e-mail prometido simplesmente não chegou, impedindo o andamento da solicitação.

Na terceira tentativa, após relatar novamente o problema, a atendente solicitou outro endereço eletrônico. Diante das falhas anteriores, exigi que o envio fosse realizado enquanto eu permanecesse na ligação, para confirmar o recebimento. Somente dessa forma consegui receber o e-mail e encaminhei prontamente a documentação solicitada.

Para minha surpresa, dias depois recebi uma comunicação informando que o protocolo estava sendo encerrado por suposta ausência de envio da documentação, mesmo tendo respondido ao e-mail conforme solicitado. Ressalto que possuo comprovação do encaminhamento dos documentos, o que torna ainda mais injustificável o encerramento da solicitação.

Entrei novamente em contato com a operadora, esperando finalmente obter uma solução. Contudo, a atendente limitou-se a abrir uma nova solicitação, denominada Red Line, informando que seria necessário aguardar mais cinco dias úteis.

Ou seja, após quase dois meses de tentativas, ligações, protocolos, documentos encaminhados, falhas administrativas e prazos sucessivos, continuo sem receber uma simples indicação de onde posso realizar o procedimento prescrito.

O mais preocupante é que estou com o medicamento adquirido e armazenado sob refrigeração durante todo esse período, aguardando exclusivamente a indicação de um local habilitado para sua administração. Enquanto a operadora prolonga indefinidamente a solução de uma demanda administrativa, meu tratamento médico permanece prejudicado.

É inadmissível que um beneficiário precise insistir durante tanto tempo para obter acesso a um procedimento médico, especialmente quando cumpre todas as orientações e exigências documentais da própria operadora.

Diante da ausência de solução, informo que nesta data, 16/10/2026, também formalizei reclamação junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), solicitando a intervenção do órgão regulador para garantir o atendimento e apurar as falhas relatadas.

Registro esta reclamação publicamente no Reclame Aqui na expectativa de que a operadora finalmente trate a situação com a seriedade e a urgência necessárias.

O que solicito é objetivo:

1. Indicação imediata de estabelecimento credenciado e habilitado para administração endovenosa do Noripurum, conforme prescrição médica.

2. Caso não exista prestador disponível na rede, apresentação de alternativa assistencial adequada, conforme as normas da ANS.

3. Esclarecimento sobre o encerramento indevido do protocolo por suposta ausência documental, apesar da comprovação do envio.

4. Resolução definitiva da demanda, sem abertura de novos protocolos que apenas reiniciem prazos e prolonguem a espera.

Não estou solicitando o fornecimento do medicamento, pois já o possuo. Solicito apenas a disponibilização de um local adequado para sua administração, conforme a cobertura contratual e as normas aplicáveis.

Espero que a operadora solucione imediatamente essa situação, evitando que, além da reclamação já registrada na ANS, seja necessário recorrer ao Poder Judiciário para assegurar o acesso ao tratamento médico prescrito.