O que aconteceu
Em 19 de março de 2026, realizei a substituição do para-brisa do meu veículo na unidade Autoglass de Itajaí, Santa Catarina.
Logo na primeira viagem após o serviço, identifiquei um ruído anormal no para-brisa quando o veículo atingia determinada velocidade, indicando um possível problema na instalação.
Imediatamente, entrei em contato com a unidade responsável, sendo orientado a procurar outra loja Autoglass para avaliação e registrar o ocorrido por e-mail.
Entretanto, por uma questão de segurança e responsabilidade técnica, optei por retornar à própria unidade de Itajaí, responsável pela instalação original, para que o problema fosse devidamente avaliado e solucionado.
Após contato com a loja, agendei previamente o atendimento.
No dia combinado, uma sexta-feira, véspera de feriado, compareci à unidade por volta das 13h.
Como os atendentes estavam ocupados, fui recebido diretamente pelo gerente e responsável pela unidade Autoglass de Itajaí.
Para minha surpresa, ao perceber que se tratava de uma solicitação de garantia, o gerente demonstrou resistência em receber o veículo, exigindo diversas comprovações e adotando uma postura que considerei grosseira, ríspida, desrespeitosa e incompatível com o atendimento esperado de um profissional responsável pela gestão de uma unidade Autoglass.
O atendimento foi extremamente desagradável, sendo necessária uma discussão bastante desgastante até que o veículo fosse finalmente recebido para avaliação.
Ressalto que essa conduta partiu do próprio gerente da unidade, justamente o profissional que deveria assegurar a qualidade do atendimento, representar os valores da empresa e conduzir adequadamente a solução de problemas enfrentados pelos clientes.
Diante da postura apresentada e da insegurança gerada pelo atendimento, decidi permanecer na própria unidade durante toda a tarde, trabalhando e acompanhando a movimentação do meu veículo.
Durante esse período, não presenciei qualquer intervenção técnica, teste ou procedimento de reparo no automóvel.
Por volta das 16h, o veículo foi devolvido, e o responsável pela entrega informou que teria realizado um possível reparo.
Na ocasião, também foi reconhecido que o ruído apresentado estava relacionado a uma falha na instalação do para-brisa realizada em março pela própria unidade Autoglass de Itajaí.
Entretanto, considerando que permaneci na unidade durante todo o período e não presenciei qualquer procedimento técnico no veículo, fiquei sem a devida comprovação de que o problema tivesse sido efetivamente solucionado.
E aqui está o ponto mais grave de toda essa experiência:
Procurei a Autoglass para realizar um serviço especializado. O serviço apresentou um problema posteriormente reconhecido como falha de instalação da própria empresa.
Por responsabilidade e preocupação com minha segurança, retornei exatamente à unidade que executou o serviço, oferecendo à empresa a oportunidade de corrigir o problema.
Como resultado, fui recebido de maneira grosseira e ríspida pelo próprio gerente da unidade, enfrentei resistência para obter atendimento em garantia e recebi meu veículo sem qualquer comprovação técnica ou segurança de que o defeito tivesse sido efetivamente corrigido.
Considero essa situação extremamente preocupante, especialmente por envolver um componente diretamente relacionado à segurança do veículo e de seus ocupantes.
Não se trata apenas de um problema técnico na instalação de um para-brisa. Trata-se também de uma grave insatisfação com a qualidade do atendimento, a postura da liderança da unidade e a ausência de transparência quanto à efetiva solução do problema.
Diante dos fatos, solicito à Autoglass:
1. Um posicionamento formal sobre a conduta do gerente responsável pela unidade de Itajaí.
2. Esclarecimentos técnicos documentados sobre os procedimentos efetivamente realizados no veículo durante o atendimento em garantia.
3. A comprovação de que o problema de instalação foi corrigido, com a realização dos testes técnicos necessários.
4. Uma solução definitiva, assegurando a correta instalação do para-brisa e a segurança do veículo.
Espero que a direção da Autoglass tome conhecimento da gravidade dessa experiência e avalie se a postura apresentada pela liderança da unidade de Itajaí corresponde aos padrões de qualidade, respeito e atendimento que a empresa pretende oferecer aos seus clientes.
Afinal, quando uma empresa reconhece uma falha na execução de um serviço, o mínimo que o consumidor espera é respeito no atendimento, responsabilidade pela correção e segurança de que o problema foi efetivamente solucionado.