Banco induz ao Saque-Aniversário com promessa de crédito e nega empréstimo

Em réplica
Santa Carmem - MT
12/03/2026 às 16:31
ID: 243107561
"Denuncio a prática abusiva desta instituição que utiliza a Carteira de Trabalho Digital para atrair clientes com ofertas enganosas. O banco apresenta propostas de crédito no portal oficial, mas condiciona a finalização à mudança para o Saque-Aniversário. Após o trabalhador realizar a alteração no sistema do Governo, o banco nega o crédito prometido e oferece apenas a antecipação do FGTS. É um esquema de 'oferta isca' que manipula dados previdenciários do cidadão para garantir lucro sem risco. Exijo providências sobre essa [Editado pelo Reclame Aqui] que usa uma ferramenta pública para induzir o trabalhador ao erro e travar o seu fundo de garantia."
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Resposta da empresa
30/03/2026 às 13:43
Prezado(a) Sr.(a) José Rone Da Silva luz,
Em atenção à sua manifestação publicada no site Reclame Aqui ID: 243107561, submetemos a área responsável, a qual informa que não identificamos, em nossos registros, a formalização de proposta de crédito nas condições mencionadas.
Esclarecemos ainda que a adesão à modalidade Saque-Aniversário é realizada de forma voluntária pelo próprio trabalhador, diretamente pelos canais oficiais do Governo, não sendo essa alteração realizada por nossa instituição.
Em caso de dúvidas, solicitamos que entre em contato por meio dos nossos canais de atendimento;
Central de Relacionamento: 4020-3300 Outras Localidades: 0800.646.7676 Ouvidoria: 0800.646.7600
Queremos reforçar nosso compromisso com o melhor atendimento e o respeito às suas necessidades. A Ouvidoria do Banco Digimais, para melhor atendê-lo(a), busca encaminhar resposta frente a sua manifestação o mais rapidamente possível, e se ela ainda não for satisfatória, por gentileza, nos contatar por meio do e-mail.
Visto isso, poderia por gentileza, avaliar o atendimento que foi prestado por meio da Ouvidoria? Sua opinião é importante e nos ajuda a melhorar a qualidade de nossos atendimentos.
Desde já agradecemos o seu contato e permanecemos à disposição para quaisquer esclarecimentos que se fizerem necessários.
Atenciosamente,
Ouvidoria |Banco Digimais
Réplica do consumidor
30/03/2026 às 13:45
Nem Deus e nem destino, mas sim o fim cósmico com a [Editado pelo Reclame Aqui] pelo Sol
No ápice do seu egoísmo, o homem subiu ao topo da montanha e gritou: "Façamos Deus à nossa imagem e semelhança!". Ali, ele criou um cúmplice para a sua própria maldade, moldando um Deus territorial e sedento por obediência, uma divindade sob medida para justificar o controle sobre o que é puro. Com a cruz em uma mão e a espada na outra, batizou o [Editado pelo Reclame Aqui] de "missão divina" e mergulhou a humanidade em guerras de vaidade por causa de dogmas.
Eles dizem que tudo começou com Abraão, o patriarca das três religiões o Judaísmo, o Cristianismo e o Islamismo que se matam até hoje, transformando a fé em uma ferramenta de [Editado pelo Reclame Aqui] para esconder a sede de posse. Erguem muros de ódio e exclusão, usando o nome do sagrado para validar o silenciamento de quem pensa diferente. Mas a história se encarrega de mostrar que não existe prova alguma de que esse patriarca sequer existiu; a narrativa foi montada apenas para sequestrar o sagrado e transformá-lo em adestramento psicológico.
O [Editado pelo Reclame Aqui] final dessa anestesia é a imagem de um Jesus europeu, pintado de branco. É uma estratégia cruel de exclusão estética, uma ironia dolorosa ver um negro ajoelhado diante de um altar que o desconsidera, domesticado pelo medo da desobediência a esse Deus territorial. Enquanto o ouro brilha nos altares das catedrais, a humanidade segue sendo apenas o adubo para impérios de luxo construídos sobre o sangue.
A natureza demonstra o que é verdadeiramente sagrado. A abelha sustenta a vida enquanto busca o sustento; o ser humano é a única erva daninha que se finge de maçã. Somos um câncer que consome o próprio hospedeiro enquanto rezamos para o nosso reflexo no espelho. Somos um peso morto que se tranca em caixões de cimento para evitar o único ato de utilidade: servir de adubo para a terra que tanto desprezamos.
No fim, para que servem as moedas de ouro ou as estátuas? Nada disso resistirá ao veredito final. Quando o Sol esgotar o seu combustível e se expandir como uma gigante vermelha, o metal dos tronos e o ouro dos altares retornarão ao estado de poeira estelar, sem nome e sem dono. O universo não guarda memória de impérios. Toda a nossa estrutura de poder será apenas um ruído mudo perdido no vácuo de um Cosmo que jamais notará que um dia tentamos ser deuses.