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BYD Dolphin Mini zero-quilômetro com manchas na pintura, reparo mal executado e falta de esclarecimento sobre a originalidade

BYD Dahruj

cidade: São Paulo

O que aconteceu

Adquiri um BYD Dolphin Mini zero-quilômetro na Dahruj BYD Ceasa, com retirada realizada em 02/10/2026. Infelizmente, a experiência após a compra tem sido bastante decepcionante, tanto pelo processo de entrega quanto pelo atendimento pós-venda e, principalmente, pela falta de transparência em relação a um possível problema na pintura original do veículo.

No próprio dia da retirada, identifiquei manchas na tampa do porta-malas, além da ausência do adesivo que sinaliza o local de abertura da tampa, presente nos demais veículos do mesmo modelo. A combinação desses fatos me causou estranheza, especialmente porque a tampa apresentava sinais de intervenção.

Comuniquei imediatamente o problema ao vendedor Anderson, que prontamente solicitou que eu levasse o veículo à concessionária, informando inicialmente que se tratava de uma mancha de fábrica e que seria realizado um polimento.

Dois dias depois, retornei para buscar o carro no horário combinado, mas, novamente, fiquei horas aguardando. Ao final, fui informado de que o serviço não havia sido concluído porque o tempo estava chuvoso e o verniz não havia secado. Foi necessário programar um novo atendimento, e a concessionária se ofereceu para disponibilizar um veículo reserva, considerando que minha esposa utiliza o carro diariamente.

Na ocasião, questionei expressamente se o procedimento realizado comprometeria a originalidade da pintura, pois fui informado de que havia sido feito lixamento e aplicação de verniz. A resposta recebida foi de que não haveria perda de originalidade.

Também questionei a ausência do adesivo da tampa do porta-malas, e um funcionário informou que a concessionária costuma removê-lo para a entrega dos veículos. Essa explicação aumentou minha preocupação, pois o adesivo estava ausente justamente no meu carro.

O vendedor Anderson informou que eu poderia retornar à loja sem necessidade de agendamento, procurando por ele ou pelo gerente para concluir o serviço.

Ao retornar à concessionária, fui surpreendido com a informação de que Anderson não trabalhava mais na unidade. Nenhum dos funcionários com quem conversei parecia ter conhecimento do histórico do atendimento. Precisei explicar novamente o ocorrido e mostrar o estado insatisfatório em que o serviço havia sido deixado.

Questionei novamente o funcionário Jefferson sobre a originalidade da pintura e uma possível desvalorização. Ele informou que, para avaliar a depreciação, seria verificado se a peça havia sido substituída, mas não soube esclarecer se houve repintura, aplicação de tinta ou apenas intervenção no verniz, tampouco se o procedimento poderia ser identificado em uma vistoria técnica.

O gerente da unidade também se prontificou a resolver o problema. Entretanto, ao questionar a possibilidade de comprometimento da originalidade e informar que submeteria o veículo a uma perícia independente, deixando claro que, se constatada uma intervenção que comprometesse a originalidade, solicitaria a substituição do veículo, ouvi uma sugestão de que poderiam simplesmente trocar a tampa do porta-malas.

Deixei claro que essa não é a solução que estou buscando. Não se trata apenas de substituir uma peça, mas de esclarecer o que aconteceu com um veículo adquirido zero-quilômetro e garantir que suas características originais tenham sido preservadas.

Até o momento, não recebi uma resposta objetiva sobre quais procedimentos foram realizados, se houve aplicação de tinta ou repintura, quais partes foram efetivamente tratadas e se a pintura original foi preservada.

O serviço, além de não ter sido concluído adequadamente na primeira tentativa, deixou um acabamento visual insatisfatório. A falta de informações consistentes e de continuidade no atendimento agrava a situação e compromete minha confiança na concessionária.

Quando se compra um veículo zero-quilômetro, espera-se receber um produto novo, em perfeitas condições, com transparência e um atendimento pós-venda compatível com a aquisição. Não é razoável que o consumidor precise insistir repetidamente para obter informações básicas sobre um reparo realizado logo após a entrega.

O que solicito como solução:

Formalização, por escrito, de todo o procedimento já realizado na tampa do porta-malas e nas demais partes afetadas, identificando as peças e os materiais utilizados.

Esclarecimento técnico sobre a intervenção: se houve lixamento, remoção ou reaplicação de verniz, aplicação de tinta, repintura parcial ou qualquer outro procedimento que possa afetar a pintura original de fábrica.

Confirmação formal da concessionária e/ou da BYD sobre a preservação da originalidade da pintura, com fundamentação técnica, e não apenas uma garantia verbal.

Descrição prévia, por escrito, de todo o procedimento que ainda será realizado para concluir o reparo.

Uma solução adequada caso seja constatado que a pintura original foi comprometida ou que houve prejuízo às características e ao valor comercial do veículo, incluindo a avaliação da substituição do automóvel, conforme os direitos aplicáveis ao caso.

Tenho fotos, vídeos e conversas com o vendedor que documentam o problema desde o dia da retirada. Também pretendo submeter o veículo a uma avaliação técnica independente para verificar a extensão da intervenção e eventuais consequências comerciais.

A reinício do serviço está previsto para a próxima quarta-feira, mas, diante do histórico, não me sinto seguro em autorizar a continuidade sem esclarecimentos formais sobre o que já foi feito e o que será executado.

Espero que a Dahruj BYD Ceasa e a BYD Brasil tratem o caso com a seriedade necessária, apresentem uma resposta técnica documentada e ofereçam uma solução compatível com a aquisição de um veículo zero-quilômetro.

Não busco criar um conflito desnecessário. Quero apenas transparência, respeito ao consumidor e a garantia de que não serei prejudicado financeiramente por um defeito identificado logo após a entrega do veículo.