O que aconteceu
Prezados, responsáveis pela agência Vigorito Chevrolet de Santo André- *****
Venho por meio deste expressar minha profunda insatisfação em relação ao veículo Onix premier Turbo 1.0 do ano 2021 e ao serviço adquirido em 27 de maio de 2026.
Optei por adquirir meu carro nesta agência, acreditando que a escolha traria segurança, um bom atendimento e um serviço de qualidade, evitando assim possíveis dores de cabeça. Contudo, ao chegar em casa no mesmo dia da compra 27/05/26, fui surpreendido pela luz de injeção acesa no painel, um sinal que imediatamente acendeu um alerta em minha mente. Rapidamente, entrei em contato com o vendedor, que me tranquilizou, afirmando que isso poderia ser um reflexo do combustível utilizado e que, após rodar alguns quilômetros, a luz provavelmente se apagaria. Confiante, segui seu conselho e conduzi o veículo até a reserva, abastecendo em um posto Shell de minha confiança. No entanto, após percorrer mais de 10 quilômetros, a luz de injeção continuava acessa.
Decidido a resolver a situação, levei o carro para diagnóstico, no dia 28/05, 10/06, 17/06, 15/07, 29/07 conforme indicado pelo vendedor. O veículo passou por diversos exames e manutenção, onde peças foram trocadas e prometeram que tudo estaria em ordem. Contudo, em apenas alguns dias de uso, constatei um vazamento de óleo que, curiosamente, não foi identificado pela equipe da agência. Somente após me dirigir a uma oficina de confiança para alinhar e balancear os pneus, o mecânico descobriu o problema.
Retornei à agência para que o vazamento fosse solucionado, uma vez que ainda estava dentro do prazo de garantia de 90 dias. Embora o problema do vazamento tenha sido sanado, a luz de injeção continuou, e o carro começou a falhar, embora não desligasse. O veículo ficou na oficina por um tempo considerável, mas a situação foi tratada de forma superficial, como se maquiavam o problema até o fim do período de garantia.
Em uma tentativa de desfrutar de uma lua de mel com minha esposa em Minas Gerais, fomos surpreendidos pela luz de injeção acesa novamente durante o retorno pela Rodovia Ayrton Senna. O veículo rapidamente perdeu potência, e, em um momento de tensão, precisei manter a calma para encostar no acostamento, enquanto caminhões passavam a mais de 100 km/h. Ao parar, o carro desligou sozinho, me causando uma aflição indescritível. Com grande esforço, consegui ligá-lo novamente, mas a luz de injeção seguia acesa, e a potência do motor estava comprometida. Para chegar em casa, precisei percorrer 127 km a apenas 80 km/h, aliviado por finalmente conseguir respirar tranquilo ao chegar.
No dia seguinte, levei o carro de volta à oficina da agência, onde, ao explicar a situação ao mecânico, fui informado de que o veículo estava fora da garantia e que o diagnóstico teria um custo. Expliquei que não pagaria um centavo, pois o problema já existia antes do término da garantia. O diagnóstico foi realizado "gratuitamente", mas a resposta que recebi foi a que mais temia: problema no cabeçote em um carro com apenas 50.000 km rodados.
Estou com esse veículo há quatro meses e, se andei por dois meses, foi muito, considerando o tempo que ele ficou parado para diagnósticos e manutenções. Atualmente, já estou há 14 dias sem o carro e recebi a informação de que ainda precisarei esperar mais uma semana. Essa situação tem gerado dificuldades em meu trabalho, e as parcelas do financiamento continuam a chegar, com o banco cobrando incessantemente.
Tentei resolver a situação de forma amigável com o gerente de vendas, até tentei pegar um carro enquanto o meu se encontra na oficina, mas não obtive o retorno esperado. Estou profundamente insatisfeito com o veículo, que apresenta vícios ocultos.
Aguardo uma resposta formal e uma solução definitiva para este impasse. Caso contrário, não hesitarei em tomar as medidas legais apropriadas junto aos órgãos de proteção ao consumidor.
Atenciosamente,
Lucas Lisboa da Silva
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