O que aconteceu
Possuo empréstimo com garantia de veículo (30 parcelas de mais de R$ 1.000,00, com 3 pagas e 27 restando). Devido à mudança recente de emprego com severa redução salarial, o valor atual tornou-se insustentável.
Hoje (06/11/2026), contatei o suporte demonstrando total boa-fé para renegociar e alongar o prazo do saldo devedor. O atendente confessou o impacto da minha perda de renda, mas recusou-se a apresentar propostas. Em vez disso, tentou impor abusivamente um boleto de R$ 1.203,94 com juros de atraso (prints anexos).
A Creditas não pode alegar a existência de flexibilização anterior para negar atendimento hoje. Aquele acordo foi feito sob uma realidade financeira que não existe mais. A atual quebra da minha capacidade decorre de fato novo: a perda de renda.
A recusa afronta a Lei do Superendividamento (Lei n 14.181/2021) e a Resolução CMN n 4.949/2021. Exijo a abertura imediata de refinanciamento do saldo restante para reduzir o valor mensal e o congelamento de juros e ações de busca e apreensão enquanto durar a negociação.