O que aconteceu
No dia 08 de novembro de 2025, por volta das 14h fui até a Drogaria do Povo localizado no shopping América para comprar o medicamento cloridrato de paroxetina para um paciente . O atendente de balcão se dirigiu a farmacêutica chamada Cristiane, que não estava presente no balcão, perguntando se era aceito a minha receita prescrita por dentista, no caso eu mesma era a dentista. A farmaceutica mostrando total desconhecimento de lei disse que a receita deveria ser feita por um médico e que não aceitaria o carimbo do cirurgiao dentista.
Diante de total constrangimento falei que era lei e que não havia impedimento algum para a venda, uma vez que medicar um paciente dentro do âmbito de conhecimento terapêutico e com registro do Conselho Regional de Odontologia devidamente em ordem.
A farmacêutica Cristiane dizendo esta no horario de almoço me fez esperar por mais de 40 minutos para estar presente e me passar por mais constrangimento dizendo que eu deveria justificar por escrito o motivo da prescrição e ainda exigindo o carimbo, algo completamente desnecessário e sem força de lei, mostrando abuso de poder . Uma outra atendente aflorou a desordem verbalizando que a ninguem garantia que a assinatura seria minha , exigindo minha carteira profissional. Foi um constrangimento totalmente desnecessário.
No final , depois de expor por escrito na receita o problema de saude do paciente e ter que apresentar minha carteira profissional a medicação foi vendida.
Deixo aqui minha total indignação diante do destratamento apresentado pelos balconistas e farmacêutica chamada Cristiane que estava de serviço no dia 08.11.2025 , um sabado, por volta do horário 14 as 15h .