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Qual a cobertura ideal para o estilo de vida da minha família?
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Qual a cobertura ideal para o estilo de vida da minha família?

Atualizado em: 12/09/2022



Quem não queria uma proteção de 2 milhões de reais? Ter o valor máximo de cobertura de um seguro de vida é uma tentação e tanto para a maioria das pessoas. Outra ideia muito comum é achar que o seguro funciona como um investimento… Mas, não é bem por aí. 

O seguro de vida é um plano de contingência, uma estratégia financeira para proteger a vida que você construiu ou assegurar estabilidade financeira de pessoas que dependem da sua renda, caso algo aconteça com você. E, por isso, deve ser contratado conforme a sua realidade.

Portanto, há alguns pontos importantes sobre suas condições de vida e da sua família que devem ser analisados antes de decidir qual a cobertura ideal para você.

Qual a finalidade da cobertura?

A cobertura do seguro de vida tem o objetivo de garantir que o estilo de vida dos seus entes queridos não mude caso algo aconteça com você. Em outras palavras, o seguro de vida permite que você continue ajudando as pessoas que ama, ainda que ausente.

A indenização do seguro pode cobrir gastos como:

  • aluguel;
  • empréstimo ou financiamento;
  • despesas funerárias e de inventariação; 
  • faturas de cartão de crédito;
  • mensalidades escolares;
  • despesas de rotina em geral.

A cobertura é ainda mais importante quando o segurado é arrimo de família, o que significa que todos os membros dependem exclusivamente da renda de uma única pessoa. 

Já nos casos de casais em que a renda vem de ambos, o impacto financeiro pode ser menor caso um dos dois faleça. No entanto, a indenização do seguro evita que um dos cônjuges fique sobrecarregado ou tenha que abrir mão de certos confortos conquistados.

Afinal, quanto de cobertura devo ter?

A ideia é bastante simples: a quantia de cobertura que você precisa é aquela necessária para assegurar o estilo de vida dos seus dependentes financeiros durante um período de tempo se algo acontecer com você.

Nossos especialistas sugerem um valor entre 5 a 10 vezes a sua renda anual. 

O valor da cobertura deve ser suficiente para quitar despesas e dívidas deixadas para trás, além de garantir educação de qualidade para os filhos. Isso sem precisar alterar os planos que você e sua família construíram juntos.

Se você ainda tem dúvidas sobre o valor ideal para a cobertura do seu seguro, a Azos preparou uma ferramenta para facilitar ainda mais a sua vida! Confira a nossa calculadora de cobertura.

Qual é o melhor seguro de vida?

Não basta saber qual a cobertura ideal, é fundamental entender qual tipo de seguro de vida melhor se adequa às suas necessidades. 

Dentre os tipos de seguro de vida, existem dois principais: o seguro temporário e o vitalício.

O seguro de vida temporário 

O seguro de vida temporário é definido pelo período de contratação limitado, cuja duração vai até o máximo de 30 anos. 

A vantagem do seguro temporário é que, por oferecer proteção por tempo limitado, ele possui mensalidades mais baratas. Além disso, ele proporciona a cobertura que você precisa durante o tempo necessário para que seus dependentes alcancem autonomia financeira. 

Por isso, assim que seus entes queridos já não sejam mais dependentes financeiros, você pode cancelar o seu seguro. Caso você ainda queira mantê-los protegidos, pode renovar a apólice (a depender da seguradora e dos termos do contrato).

A quantia da cobertura é suficiente para manter o estilo de vida da maioria das pessoas, já que a finalidade do seguro é assegurar que seus entes queridos tenham proteção financeira, mesmo se você se ausentar.

É em função dessas condições que o seguro temporário é o mais procurado e acessível dos tipos de coberturas disponíveis no mercado.

O seguro de vida vitalício

Já o seguro de vida vitalício dura a vida toda. O valor da cobertura costuma ser maior, porém o preço das mensalidades também. 

Embora seja uma opção viável, ela não é a mais interessante. A função do seguro de vida é proteger seus beneficiários apenas enquanto eles dependem da sua renda.

Vale uma observação: a quantia das coberturas do seguro de vida vitalício são impressionantes, mas podem ser verdadeiros fardos. Isso porque a mensalidade deve ser paga durante toda a vida do segurado, inclusive em momentos em que já não faz sentido ter um seguro de vida.

Como saber se preciso de uma cobertura de verdade?

Há uma maneira simples de decidir se você realmente precisa de seguro de vida ou se ainda não é o momento certo para adquirir o seu. Pergunte-se: você tem alguém que dependa da sua renda? Você planeja ter filhos em breve? 

Se a resposta for positiva, então é melhor adquirir o seguro de vida o mais rápido possível. Quanto mais jovem você for, mais em conta será o valor dos prêmios (ou mensalidades).

É importante lembrar que o seguro de vida não é tão indicado para pessoas mais velhas, cuja família já está encaminhada e tem membros independentes financeiramente. O seguro é para toda pessoa que está estruturando a vida e construindo um lar junto de quem ama.




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Em quais casos o seguro de vida é cancelado?

Uma vez contratado, o seguro de vida pode sofrer algumas alterações, seja por vontade do segurado ou da empresa responsável pelo serviço. Por exemplo: você pode alterar o valor da sua cobertura, enquanto a seguradora ou corretora de seguros pode cancelar a apólice por falta de pagamento ou descoberta de informações não relatadas na contratação. Por isso, é importante responder às perguntas do processo de aquisição corretamente, bem como manter atualizados os seus dados conforme o passar do tempo. Em alguns casos, o descuido com essas informações podem causar o cancelamento do seu seguro. Existem algumas situações típicas que desencadeiam o cancelamento do seguro de vida. Em geral, elas estão relacionadas a fraudes, atraso ou não pagamento dos prêmios — como são chamadas as mensalidades —, por vencimento do prazo da apólice, ou por pedido próprio do segurado. Continue a leitura e confira, caso a caso, os motivos mais comuns de cancelamento do seguro. Cancelamento por fraude É fácil encontrarmos filmes, séries e notícias polêmicas sobre golpes ou crimes arquitetados para alguém se safar com a grana do titular do seguro ou do beneficiário. Pode até parecer, mas não é esse o tipo de falcatrua mais popular quando o assunto é seguro de vida. As fraudes mais comuns são a omissão e alteração de informações pessoais para obter preços mais baratos ou alterar a apólice de outra pessoa sem sua aprovação, como no caso de um casal recém-divorciado. Mas, o resultado desse "jeitinho" pode ser catastrófico, especialmente para o futuro de quem você deseja proteger. Em casos de fraude não tão grave, as mensalidades podem ser recalculadas, a apólice pode ser recusada ao pretendente a segurado ou, por fim, ocorrer o cancelamento da cobertura. Vale lembrar que, em casos mais graves, a fraude no seguro de vida pode ser denunciada e acabar no fórum de justiça. Os tipos mais comuns de fraude de seguro de vida Existem quatro tipos mais comuns de fraude de seguro de vida: fraude por omissão de dados durante a contratação, fraude por forjamento de morte, falsificação e fraude por apólice falsa. 1. Fraude por omissão de dados A fraude por omissão de dados ocorre quando as informações são fornecidas incorretamente de propósito à seguradora ao solicitar uma apólice. Esse tipo de fraude também é chamado de deturpação ou ocultação material e está entre as formas mais comuns de fraude envolvendo o seguro de vida. Quando a contratação de um seguro ocorre com o intermédio de um corretor, ele define qual a sua classificação conforme os possíveis riscos apresentados pelo seu estilo de vida, profissão, histórico médico familiar e idade. Ele vai se certificar de cada detalhe, pois tais informações são fundamentais para delimitar a sua cobertura e o prêmio do seu seguro. Na Azos, essa classificação ocorre através da Declaração Pessoal de Saúde (DPS) e demais perguntas feitas no formulário de contratação. Esse é o principal motivo para a omissão de dados ou alteração ser uma fraude: as informações pessoais servem para calcular o valor das mensalidades na hora da contratação do seguro de vida. Com dados propositalmente errados, os prêmios diminuem e não correspondem à média de valor que aquela pessoa pagaria normalmente. “Pode ser tentador guardar as informações para si mesmo se você acha que isso vai aumentar seus prêmios, mas não divulgar algo vai tornar o processo de contrato ainda mais longo e fazer a seguradora pensar que você está tentando esconder algo. Você também se expõe à empresa que nega uma reclamação de morte se morrer nos primeiros dois anos da apólice e eles descobrirem que você mentiu” , explica nosso especialista André Calazans. Ele também afirma que “quaisquer problemas de saúde aparecerão em uma análise dos dados ou registros médicos, assim como nos testes toxicológicos”. Então, o melhor a fazer é responder com sinceridade todos os questionamentos feitos durante o processo de contratação. Mas, calma! Se você se esquecer de mencionar um procedimento médico que realizou há alguns anos, ou relatar por engano um peso um pouco menor na hora de contratar, isso não é fraude no seguro de vida. Embora exista a necessidade de corrigir o seu pedido e você possa arcar com prêmios maiores do que o inicialmente orçado, você ainda receberá uma oferta, já que não se tratava de uma tentativa de enganar o corretor ou a seguradora. 2. Fraude por morte A fraude de sinistros é o tipo de fraude de seguro de vida predileto dos filmes e reportagens, pois é comum envolver assassinato ou uma morte forjada. Um tipo de fraude de sinistros — ou seja, que envolve a morte do titular —, comumente chamado de fraude por morte, ocorre quando alguém simula a própria morte ou a morte de um ente querido para receber a indenização em caso de morte. Outro tipo de fraude é quando o beneficiário mata o segurado para antecipar o recebimento do dinheiro da cobertura. Isso é extremamente raro e as consequências são duras: além das acusações de homicídio, a indenização é negada ao beneficiário caso ele seja julgado culpado pela justiça. Se você for morto por um beneficiário, o pagamento vai para os outros beneficiários ou para os seus herdeiros legais, integrando a herança. 3. Falsificação A maioria das fraudes de seguro de vida não envolvem o titular da apólice, mas as pessoas próximas do segurado. Em geral, é um membro da família que, no intuito de receber a indenização, acessam a apólice e mudam dados ou beneficiários nomeados. Porém, somente o proprietário da apólice está autorizado a alterar os detalhes do contrato de seguro. Por isso, para modificá-lo, alguém precisaria falsificar os documentos ou falsificar a própria identidade para alterar uma apólice de outra pessoa. A fraude de seguro de vida com base em falsificação também pode resultar em indenizações negadas e processos judiciais. 4. Fraude por falsificação de contrato Existem também os golpistas que se passam por corretores de seguro de vida. Eles às vezes “vendem” apólices falsas para clientes desatentos ​​para embolsar os prêmios. Como outros tipos de golpes financeiros, os fraudadores declaram ser representantes de alguma empresa famosa no mercado para ganhar confiança da vítima do golpe. Em seguida, solicitam dinheiro ou pagamentos diretos por uma apólice que, na verdade, jamais existiu. Já que o cuidado nunca é demais, faça sempre os pagamentos direto com a seguradora contratada por você. Corretores e agentes de seguro de vida trabalham sempre com dados sigilosos e privados dos clientes, por isso garanta sempre que a corretora com a qual você está em contato seja licenciada e evite, sempre que possível, transmitir dados pessoais pelo telefone, por e-mail ou site duvidoso. Cancelamento por atraso ou não pagamento dos prêmios Essa modalidade de cancelamento é bem comum: se você não paga por um serviço, ele obviamente estará passível de ser interrompido. As seguradoras mais tradicionais e antiquadas multam o segurado por atraso. Nós da Azos agimos de outra maneira: se o segurado deixou de pagar o prêmio, acreditamos que algo de errado possa ter acontecido. Iremos entrar em contato com você para entender a sua situação. Se mesmo após 90 dias da data de vencimento o seu prêmio continuar em atraso, nós da Azos apenas cancelamos a sua apólice sem qualquer burocracia, telefonema demorado, multa ou papelada. Simples assim. Você pode conferir toda a nossa Política de Cancelamento . Mas, cuidado , se ocorrer o sinistro — evento coberto pelo seguro — e o prêmio estiver em atraso, não será possível receber a indenização. Ou seja, quando o prêmio está atrasado, a cobertura é entendida como suspensa. Cancelamento por não renovação do contrato Quando falamos em prazo de seguro de vida , isso significa a duração da sua cobertura ou quanto tempo o seu contrato vai durar até o vencimento. A maioria dos prazos de seguro de vida é de 10, 20 ou 30 anos. Mas muitas empresas oferecem aumentos adicionais de cinco ou 10 anos, às vezes até de 35 ou de 40 anos. Se você morrer após o término de sua apólice e não tiver realizado um pedido de renovação de contrato que estenda o prazo da cobertura ou, quem sabe, converter sua apólice temporária em uma apólice vitalícia, seus beneficiários não vão receber qualquer indenização. Portanto, é importante ficar muito atento ao prazo do seguro de vida, porque assim que renovar a cobertura será cancelada. Uma dica valiosa: planeje renovar o seu seguro antes da data de vencimento. Se o processo de renovação ultrapassar a data de validade da apólice, você ficará desprotegido até a conclusão da renovação. Por sorte, na Azos a sua apólice fica pronta em apenas 1 dia útil, após aprovação. Simule o seu seguro de vida Azos agora . Cancelamento após pedido do segurado O seguro também pode ser cancelado sob pedido do próprio titular da apólice. Aqui na Azos, se o segurado decidir que o seguro já não é necessário, basta ligar para o nosso atendimento e solicitar o cancelamento do seguro com CPF e apólice contratada em mãos. Lembramos que, com exceção dos seguros resgatáveis , quando o seguro é cancelado os prêmios pagos não são ressarcidos. Devolução de pagamento ao cancelar o seguro de vida Ao cancelar o seguro de vida por solicitação própria ou por falta de pagamento das mensalidades, o dinheiro dos pagamentos anteriores não são repassados para o segurado. Entende-se que, nos meses anteriores em que foram pagos os prêmios do seguro, a cobertura estava ativa e pronta para dar cobertura aos beneficiários, caso algo acontecesse com o titular. Ou seja, o serviço estava disponível e pronto para ser utilizado. Se não houve a necessidade de acionar a cobertura, é porque o titular esteve seguro e não enfrentou riscos. Quando devo cancelar meu seguro de vida? O seguro de vida é fundamental enquanto você tiver alguém que dependa da sua renda ou, claro, se você desejar garantir a proteção financeira de alguém amado. Agora, se seus entes queridos conquistaram a independência financeira, sua família está constituída e bem encaminhada e não existe ninguém que dependa da sua renda, talvez seja o momento de cancelar o seu seguro de vida. Mas nunca é demais repetir: abra mão do seguro de vida apenas se você não tiver ninguém com quem se preocupar. Você não vai querer acordar no meio da madrugada preocupado com o futuro de quem você ama.

12/09/2022

Seguro de vida: o que é e para que serve?

Quando o assunto é proteção, o seguro de vida é um dos produtos financeiros mais importantes. Por meio dele, você e sua família podem ter cobertura financeira garantida em diversas situações imprevistas. Porém, antes de contratar essa solução, vale saber o que é seguro de vida. Entender melhor como ele funciona e como o seguro pode ajudar a sua família permite que você tome uma decisão consciente a favor do seu planejamento financeiro. Quer descobrir o que é o seguro de vida? Continue a leitura e aprenda mais sobre o tema! Como surgiu o seguro de vida? O seguro de vida é uma espécie de serviço de proteção financeira. Ele é garantido através de um contrato (chamado de apólice ), firmado com uma seguradora. Com ele, a empresa ficará responsável por pagar uma indenização caso ocorra alguma das situações previstas pela cobertura contratada. A história do seguro de vida é bem interessante! Ele existe há mais de 2 mil anos, e servia para proteger as caravanas de camelos que cruzavam o deserto — muitas vezes, com produtos de agricultura. O contrato mais próximo do que é conhecido hoje, no entanto, foi celebrado pela primeira vez no século XIII. No Brasil, ele passou a ser utilizado por volta do ano 1800. Nesse sentido, a primeira sociedade de seguros do país surgiu em 1808, ainda no tempo do Império. Inicialmente, a intenção era oferecer seguros marítimos, já que esse era o principal meio de transporte da época. Já em 1850, foi criado o Código Comercial Brasileiro, que trazia regras para esse produto e para a atuação das empresas do setor. Na época, entretanto, o seguro de vida era estritamente proibido. Porém, a revogação caiu em 1855, quando ele passou a ser autorizado em todo o território nacional. Na década seguinte, surgiram as primeiras seguradoras internacionais no Brasil e, desde então, o mercado passou a se desenvolver. Atualmente, além das empresas tradicionais, existem também as insurtechs, como a Azos. As insurtechs são empresas que aliam proteção e tecnologia no intuito de oferecer a melhor experiência para os clientes. Como o seguro de vida funciona? Agora que você entendeu a trajetória do seguro de vida e seu aperfeiçoamento ao longo do tempo, é o momento de se aprofundar em seu funcionamento. No caso do seguro de vida pessoal, você faz a contratação e assume a posição de segurado. Junto à seguradora, é definido um capital segurado , que representa o quanto será pago como indenização. Além disso, há a definição das coberturas, que especificam em quais situações haverá o pagamento pela seguradora. Ainda, como você verá, o seguro de vida com cobertura de morte permite incluir beneficiários , que podem receber o montante em seu nome. Isso é o que acontece, especificamente, diante do falecimento do titular. Já a carência do seguro de vida representa o período mínimo que deve ser respeitado para que ocorra o pagamento da indenização, se houver sinistro. Se a carência for de 60 dias, por exemplo, o valor só será pago se o fato acontecer após esse período. Para que serve um seguro de vida? Como você viu até aqui, o seguro de vida tem como principal função oferecer proteção em caso de uma situação adversa, imprevista ou inesperada. Na prática, ele disponibiliza uma compensação financeira, diante das situações previstas em contrato. Logo, esse seguro serve para proteger você, a sua família ou outros beneficiários de situações que não podem ser controladas. Seu foco, portanto, está em oferecer proteção financeira, de acordo com as condições da apólice. Em quais situações ele pode ser útil? Talvez você esteja se perguntando como o seguro de vida é verdadeiramente útil no cotidiano. Para responder a essa questão, você deve considerar as coberturas mais comuns e o que elas preveem. Veja! Doenças graves Uma das possibilidades que demonstram a importância do seguro de vida é o diagnóstico de uma doença grave . Pense em um segurado que conta com essa proteção e já cumpriu a devida carência. Em determinado momento, ele passa por exames de saúde e descobre que está com câncer. Como, muitas vezes, o plano não cobre todos os tratamentos e procedimentos, o segurado pode resgatar o seguro de vida com essa cobertura. O dinheiro pode ser usado para custear o tratamento ou para manter o padrão de vida enquanto o segurado estiver impossibilitado de trabalhar, por exemplo. Invalidez por acidente Outra cobertura prevista é a invalidez permanente por acidente. Isso acontece diante da perda da função dos membros superiores, inferiores, dos sentidos e outros fatores que impeçam aquele que possui o seguro de continuar trabalhando. Agora, imagine uma pessoa com um seguro de vida que passa por um acidente e não consegue mais andar, de maneira irreversível. Como consequência, ela terá outras necessidades, mais gastos e também pode ter dificuldades para trabalhar, certo? Com o resgate do seguro de vida, o dinheiro pode ser usado para equilibrar as contas, manter o padrão de vida ou atender às novas demandas dessa condição. Morte Também é possível contratar um seguro de vida com cobertura para morte acidental ou natural. Nessas condições, os beneficiários recebem o valor do capital segurado, conforme indicado em contrato. Para entender como isso pode ser útil, pense em alguém que tem um cônjuge e dois filhos. Em determinado momento, essa pessoa sofre um acidente e falece. Como o segurado era o principal provedor, a família fica desamparada e pode passar por dificuldades financeiras. Por outro lado, com esse produto financeiro, os beneficiários recebem a indenização. Então, o cônjuge pode equilibrar as contas até que consiga repor a renda, os filhos continuam tendo a estrutura necessária e a família terá mais facilidade para se manter, apesar da situação adversa. Quais as vantagens de contratar um seguro de vida? Você acabou de descobrir que o seguro de vida pode ter diversas finalidades. Essa diversidade de propósitos é uma vantagem importante — mas não é a única. Com a contratação de uma apólice adequada para as suas necessidades, há chances de aproveitar outros benefícios. Por exemplo, o seguro permite ter mais tranquilidade por saber que seus beneficiários estarão protegidos caso você seja vítima de algum sinistro. Além disso, é possível se proteger das consequências de acidentes que causem invalidez ou de doenças graves. Então há mais previsibilidade sobre o dinheiro, o que favorece o planejamento financeiro. Dessa maneira, o seguro proporciona proteção financeira em vida e garante que seus beneficiários fiquem amparados, em caso de falecimento. Ainda, o seguro de vida apoia o planejamento sucessório. Como ele não entra no inventário , você pode escolher os beneficiários que quiser e a liberação dos recursos acontece de maneira mais simples, rápida e barata. Com essas informações, agora você sabe o que é o seguro de vida e conhece a proteção financeira que ele pode oferecer para você e sua família. A partir dessa contratação, é possível ter muito mais tranquilidade e segurança em seu dia a dia — então vale a pena considerá-la no seu planejamento financeiro.

01/04/2022