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Meu carro zero km voltou da concessionária com mais defeitos após funilaria e pintura

GWM Motors

cidade: Salvador

O que aconteceu

Comprei um GWM Haval H6 HEV zero km, na cor Preto Hematita (preto com efeito perolizado azul), e mandei vitrificar a pintura. Depois de uma colisão no lado do carona, na porta traseira e na lateral ao lado dela, deixei o carro para funilaria e pintura na concessionária GWM Morena, na Av. Luís Eduardo Magalhães, em Salvador/BA. Paguei R$ 5.000,00 pelo serviço.

Antes de entregar o carro, avisei que ele era vitrificado e que nenhuma parte podia ser polida. Exigi isolamento total das áreas que não seriam reparadas. Nada disso foi respeitado.

Na primeira entrega, a área reparada foi pintada só de preto, sem o efeito perolizado azul de fábrica, e a diferença de cor ficou evidente. O carro voltou para correção e o resultado ficou ainda pior:

marcas de lixa na pintura;

tinta pulverizada em partes do carro que não faziam parte do reparo;

uma linha marcada no teto;

um ponto de tinta no farol;

a porta do carona com tinta pulverizada por cima.

Ou seja, o carro saiu da concessionária com mais defeitos do que tinha antes. A vitrificação que eu paguei ficou comprometida e o carro, que é novo, perdeu valor. Já tratei do assunto com o consultor da funilaria e com o gerente da loja, Michel, e até agora não tive solução. Enquanto isso, a família está sem poder usar o carro como deveria.

O que peço:

Que a própria GWM Morena refaça o serviço corretamente, com a cor original de fábrica (preto com efeito perolizado azul) e acabamento sem diferença de tonalidade nem marcas.

Que limpe e corrija, sem custo, todas as áreas atingidas pela tinta (teto, farol, porta do carona e demais partes).

Que refaça a vitrificação nas áreas afetadas, já que ela foi perdida por culpa do serviço.

Um laudo ou relatório técnico do que será feito e um prazo de entrega por escrito.

Um carro reserva durante a reexecução, para a família não ficar sem o veículo.

Compensação por desvalorização do carro

Tenho fotos e registros de todas as etapas. Se não houver solução, vou recorrer ao Procon e à Justiça, com base nos arts. 14 e 20 do Código de Defesa do Consumidor (serviço com defeito: o consumidor pode exigir que ele seja refeito sem custo).