TV Smart entregue com tela rachada em dois pontos e o jogo do empurra-empurra da Havan quanto ao reembolso.

Reclamação não respondida

Não respondida

Reclamar dessa empresa

Curitiba - PR

17/06/2026 às 18:34

ID: 251685115

Compramos uma TV Smart 24 Philco Ptv24g5yr2cp Roku Tv Dolby Audio e Entrada 12V Bivolt para minha empresa MEI nas lojas Havan pela internet em 9/mai/2026 paga na mesma data mediante pix.
A loja despachou a mercadoria 2 dias depois conforme remessa n ***** pela transportadora Jadlog por HAVAN S.A. - FILIAL 114 FOZ CATUAI.
Em 16/maio ligamos para o ***** da Havan pois a mercadoria não havia sido entregue e nos informaram que tinha ocorrido um atraso na entrega.
Acionamos o 0800 novamente no dia 19/maio e outra vez no dia 21/maio pois o novo prazo prometido para a entrega já havia expirado e a mercadoria não havia sido entregue.
Finalmente a mercadoria chegou no endereço (Curitiba-PR) no dia 26/maio. Porém, quando buscamos na portaria do edifício e trouxemos para o apartamento, constatamos que a TV estava com a tela rachada em dois pontos bem distintos. Filmamos o produto danificado e ligamos novamente para o 0800 informando a situação. Conforme orientação recebida do pessoal do 0800 (atendente *****), enviamos a filmagem e as fotos da mercadoria. Enviamos também a filmagem das câmeras de segurança do edifício que comprovam que a mercadoria foi entregue ao porteiro (Sr. *****) já visivelmente danificada, conforme se pode comprovar pelas marcas externas na própria caixa de papelão.
No dia 26/maio recebemos um retorno da Havan, que ligou do telefone n ***** dizendo que, pelas filmagens enviadas, a loja reconhece que a mercadoria já chegou danificada e dizendo que aguardássemos que eles iriam retornar com uma solução.
Em 28/maio ligaram e disseram que precisariam que a transportadora reconhecesse que foi danificado no transporte e que teríamos que aguardar, mas não deram prazo.
Em 2/junho ligamos novamente no 0800 e disseram que a transportadora teria 7 dias para se manifestar e que eu teríamos que aguardar.
Nas ligações ao 0800, manifestamos veementemente o nosso inconformismo. Explicamos, detalhadamente, à funcionária *****, e também à funcionária ***** e nesta ligação do dia 2/junho também à funcionária *****, que não temos qualquer relação comercial com a Jadlog (transportadora) e que, uma vez que a própria Havan já reconheceu a falha, não faz sentido, e nem é justo, que, para se ressarcir o cliente tenha que se aguardar a concordância da transportadora. Ressaltamos que o cliente tem relação comercial apenas com a Havan e que não é admissível que a empresa fique protelando a substituição da mercadoria se ela mesma já reconheceu que não foi culpa do cliente. Nesse caso, é irrelevante o que a transportadora tem a dizer, pois mesmo que a transportadora eventualmente venha a se negar em reconhecer o dano, ou mesmo deixe de ressarcir a Havan, isso não muda a responsabilidade que a própria Havan tem de ressarcir o cliente (uma vez que, frise-se, a Havan, reconhece que a mercadoria já chegou danificada no destino).
Em suma, protelar o ressarcimento ao cliente tentando condicionar essa reparação de dano ao posicionamento de um terceiro (transportadora) não é uma postura aceitável para uma empresa séria como a Havan. Com essa atitude, a Havan tenta transferir indevidamente para o cliente um problema de logística com um transportador que é exclusivo da empresa, visto que o transportador foi escolhido e contratado pela própria Havan sem a anuência ou mesmo sequer o conhecimento, por parte do cliente, de qual empresa faria o transporte e a entrega do produto.
No 0800, pedimos para falar com algum superior das funcionárias atendentes, mas não permitiram. Assim o cliente ficou impedido de apresentar esses argumentos ao gerente ou outro funcionário com poderes de decisão na empresa. Imagina-se que o fundador da empresa (o qual se considera correto e profissional) não deva ter conhecimento que esse tipo de situação está ocorrendo em sua empresa.
Em 3/junho a Havan ligou e pediu 7 a 10 dias para a devolução do pagamento. E que a transportadora iria passar para retirar a mercadoria avariada.
Em 12/junho o entregador passou para retirar a mercadoria. O porteiro interfonou e imediatamente nos prontificamos a descer com a mercadoria, mas o entregador disse que não tinha tempo para aguardar 2 minutos que era o tempo que demoraria para descer e levar o produto na portaria. Nesse mesmo dia deixamos o produto à disposição na portaria do edifício (a qual conta com porteiro 24 horas).
Passados os 10 dias, a devolução do dinheiro não ocorreu e, em 15/junho enviaram um e-mail informando que a transportadora havia tentado por duas vezes retirar a mercadoria avariada na portaria do edifício, mas a mercadoria não estava lá. Nesse mesmo dia, enviamos à Havan a filmagem e foto da portaria do edifício que comprovam que a mercadoria já havia sido colocada lá para a retirada desde o dia 12/junho.
Em 15/junho, após enviarmos a filmagem e foto da portaria (comprovando que a mercadoria já estava à disposição para retirada desde o dia 12) ligamos no 0800 e a funcionária ***** informou que somente quando a transportadora retirasse o produto, a Havan iria então INICIAR o processo de reembolso.. Nessa oportunidade questionei novamente que esse procedimento passa a impressão de que estão enrolando o cliente.
RESUMO DA SITUAÇÃO: a Havan diz que depende da transportadora para ressarcir o cliente (embora tenha reconhecido que o produto já chegou estragado e que não é culpa do cliente). Por outro lado, a transportadora faz corpo mole para receber de volta o produto (que ela mesma transportadora entregou avariado). E o cliente fica sendo feito de bobo nesse jogo de empurra-empurra.
OBS. No dia 15/junho, após informarmos, educadamente, que essa situação passa a sensação de que estão enrolando, a ligação com a funcionária ***** caiu.. e nas as novas tentativas de ligação o 0800 não atendeu mais, ficou apenas tocando aquela musiquinha até as chamadas se encerrarem..
Em 17/junho ligaram novamente solicitando para que o produto fosse deixado na portaria do edifício à disposição da transportadora, embora a Havan já tivesse conhecimento (mediante a filmagem anteriormente referida, de que a mercadoria já estava lá à disposição).
A questão principal não é nem o valor da mercadoria (embora também seja relevante), mas é a sensação de impotência e injustiça com que estão tratando o consumidor. Provavelmente o fundador da empresa desconhece essa situação e não compactua com a maneira com que seus funcionários estão tratando o cliente nessa situação.
OBS. As conversas telefônicas estão todas gravadas, segundo a empresa. Portanto, qualquer dúvida, basta recorrer a essas gravações.

Compartilhe