O que aconteceu
Chegamos ao Pronto Atendimento com minha esposa grávida necessitando de atendimento de urgência. Ao chegar, não recebemos o primeiro atendimento adequado e fomos encaminhados para outra recepção, onde permanecemos por aproximadamente 40 minutos aguardando atendimento.
Após muita insistência e questionamentos sobre a demora, uma enfermeira nos conduziu para outro setor do hospital. Somente nesse momento foi realizada a aferição da pressão arterial da minha esposa.
Pouco depois, um médico passou pelo local informando, no corredor, que seguiria para uma cirurgia e que, caso tudo ocorresse bem, retornaria em cerca de uma hora. Posteriormente, ao questionarmos a equipe sobre o atendimento, recebemos a confirmação de que essa era a previsão.
Diante da urgência do caso, não podíamos aguardar por tempo indeterminado sem avaliação médica adequada. Por esse motivo, fomos obrigados a deixar o hospital e procurar atendimento em outra instituição.
Estamos falando da saúde e da vida de uma gestante e de um bebê. Situações de emergência exigem acolhimento, priorização e atendimento imediato. Infelizmente, a experiência vivida transmitiu a sensação de desorganização, falta de comunicação e ausência da assistência necessária em um momento extremamente delicado.
A nossa vida não pode ficar à mercê da disponibilidade ou da conveniência de alguém. Esperamos que os fatos sejam devidamente apurados para que outros pacientes não passem pela mesma situação.
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