O que aconteceu
Ontem (29), entrei em contato por telefone para agendar uma consulta com um ginecologista obstetra, pois descobri que estou grávida e gostaria de iniciar meu pré-natal com vocês.
Aguardei por longos minutos e, durante todo esse tempo, escutava a mensagem gravada de vocês afirmando que nossos profissionais são preparados e humanos. Infelizmente, o atendimento que recebi foi justamente o oposto.
A colaboradora Nilsen, que inclusive se recusou a me informar seu sobrenome, foi ríspida, grosseira e totalmente desnecessária em suas colocações. Entrei em contato porque fui informada de que vocês aceitavam meu convênio e também recebi uma indicação de uma pessoa próxima, que sempre elogiou a excelência da maternidade. No entanto, depois do tamanho desrespeito que sofri, fica difícil acreditar nessa reputação.
Durante a ligação, a colaboradora me deixou no mudo diversas vezes e, para completar, desligou na minha cara. Em nenhum momento demonstrou empatia ou consideração pela minha situação, mesmo após eu informar que se trata de uma gestação de alto risco.
Me senti profundamente desrespeitada em um momento que deveria ser de acolhimento, cuidado e tranquilidade. Afinal, estou buscando um lugar para iniciar o acompanhamento de uma gestação, e o mínimo que espero é ser tratada com respeito e humanidade.
Acredito que profissionais que atuam na área da saúde, especialmente no atendimento ao público, precisam estar devidamente preparados para lidar com as pessoas. A postura da Nilsen demonstrou justamente a ausência desse preparo e de sensibilidade.
Diante de tudo isso, o Sepaco deixou de ser uma opção para mim. É lamentável que uma experiência tão negativa, logo no primeiro contato, tenha sido suficiente para comprometer completamente a confiança que eu tinha na instituição.
Espero que esta reclamação seja levada a sério e que providências sejam tomadas para que outras gestantes não passem pela mesma situação. Certamente, compartilharei essa experiência com as pessoas próximas a mim, pois considero inadmissível que alguém seja tratado dessa maneira em um momento tão importante e delicado da vida.