O que aconteceu
Assunto: Reclamação Formal de Atraso Excessivo, Falha na Prestação de Serviço e Quebra de Expectativa Veículo Toyota Yaris
À Diretoria / Ouvidoria da kuruma Funilaria - kyoto SIA e/ou Toyota do Brasil),
Venho, por meio deste, formalizar minha extrema insatisfação e registrar uma reclamação referente ao atendimento e à prestação de serviços de funilaria e pintura do meu veículo Toyota Yaris, sob a responsabilidade desta unidade.
O veículo foi deixado para reparos no dia 28 de agosto, mediante a promessa inicial (feita por um colaborador de um prazo de entrega de 25 a 30 dias. Ocorre que:
1. Quebra do Prazo Estimado: O prazo inicial de 30 dias venceu e o veículo simplesmente não foi entregue.
2. Falta de Transparência e Comunicação: Durante a semana em que o prazo vencia, tentei contato diversas vezes com o consultor, sem qualquer resposta. Somente após muita insistência fui informado por ele que havia deixado a empresa, sendo transferido para outra atendente sem que houvesse uma transição organizada ou satisfatória do meu caso.
3. Estagnação do Serviço: Ao cobrar uma posição, fui informado que seriam necessários mais 20 dias úteis (prazo este que agora restringe-se a cerca de 10 dias úteis), totalizando um período absurdo e inaceitável de retenção do bem.
4. Prejuízo e Arrependimento na Escolha: Optei por realizar o serviço na concessionária autorizada abrindo mão de um desconto na franquia oferecido pela minha seguradora em uma oficina referenciada que prometia o serviço em apenas 15 dias úteis confiando na suposta excelência, agilidade e compromisso da marca. No entanto, o que recebi foi descaso, desorganização interna e um prejuízo imensurável à minha rotina por ficar sem transporte por 40 dias e contando.
Diante do exposto, solicito uma posição definitiva, imediata e prioritária sobre o término dos serviços do meu veículo, com data exata e irrevogável para a retirada, bem como a avaliação de uma compensação pelos transtornos causados.
Aguardo um retorno breve com uma solução concreta.
Atenciosamente,
Francisco Barreiro