Abordagem Hostil por Funcionário Externo no Supermercado Pão de Açúcar

Não respondida
São Paulo - SP
03/06/2026 às 16:49
ID: 250470217
À gerência do supermercado Pão de Açúcar,
Venho registrar formalmente um relato referente ao ocorrido no dia 02/06/2026, no final da tarde, na unidade localizada na Avenida *****, *****.
Ao deixar a loja após realizar compras, fui surpreendido por uma fala direcionada a mim por um cidadão que atua na área externa utilizando colete verde. A manifestação ocorreu sem que eu tivesse estabelecido qualquer interação prévia com essa pessoa naquele momento, tampouco provocado qualquer tipo de discussão ou conflito.
Diante da situação, optei por não responder e apenas seguir meu caminho, justamente para evitar qualquer escalada desnecessária. No entanto, o episódio me causou desconforto, especialmente porque já havia percebido certa hostilidade ou incômodo vindo dessa pessoa em outras ocasiões nas quais passei pelo local.
Solicito, portanto, que a situação seja apurada por meio das câmeras de segurança da unidade, que certamente poderão demonstrar meu comportamento e o comportamento do funcionário no momento do ocorrido. Havia ainda outra pessoa próxima a ele, que eventualmente pode esclarecer os fatos.
Informo também que estive no local na segunda-feira pela manhã, próximo do meio-dia, ocasião em que havia presença policial nas imediações. Não sei se existe relação entre isso e a postura adotada posteriormente pelo funcionário, um certo encorajamento, mas considero importante registrar o contexto completo.
Embora eu não tenha guardado a nota fiscal física, possuo o comprovante bancário da compra realizada no estabelecimento, sendo possível localizar a transação pelo meu CPF ou histórico de pagamento.
O objetivo deste e-mail não é criar conflito, mas formalizar um histórico de situações que considero inadequadas enquanto cliente. Entendo que nenhum consumidor deve ser alvo de provocações, insinuações ou abordagens hostis dentro ou nas proximidades de um ambiente comercial. Por exemplo, se eu respondo a provocação e mando ele procurar o lugar dele, que não é no meu, ele pode usar isso para se fazer de vítima, sendo ele o provocador. Não é como se isso fosse aleatório, acredito que uma provocação sem que nada anterior tenha acontecido se deva ser premeditada. Deixo claro que não confio em pessoas que se beneficiem desta lei que nos desiguala e nos tira o direito legítimo de reagir sob certas circunstâncias.
Peço que o caso seja analisado com seriedade e imparcialidade, utilizando os registros internos disponíveis para esclarecimento dos fatos.
Atenciosamente,
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