Recusa de internação e altas médicas repetidas pela SAMEL levam paciente a buscar atendimento no SUS

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Manaus - AM
17/07/2026 às 12:05
ID: 254168881
Repetidas altas médicas e recusa de internação culminaram em internação de urgência no SUS
Sou cliente da SAMEL e venho registrar minha profunda insatisfação com o atendimento prestado à minha filha de 1 ano de idade.
Na madrugada do dia 08 para 09 de julho, quando ela iniciou um quadro de vômitos, procuramos o Pronto Atendimento Infantil da SAMEL, onde foi classificada como caso de baixa gravidade e recebeu medicação para vômito para controle dos sintomas. Após o atendimento, recebeu alta sem realização de exames.
Nas horas seguintes, o quadro evoluiu com diarreia intensa. Retornamos ao hospital, onde novamente fomos informados de que se tratava de uma situação comum e recebemos orientações para tratamento domiciliar. Foi prescrita hidratação venosa, porém não conseguiram obter acesso venoso após várias tentativas, e minha filha recebeu alta novamente.
Com a continuidade da piora clínica, retornamos mais uma vez ao hospital. Mesmo diante da persistência dos sintomas, perda de peso e evidente agravamento do quadro, mais uma vez recebemos alta e fomos orientados a continuar o tratamento em casa.
Horas depois, minha filha apresentou febre alta, intensa prostração e um episódio de perda de consciência em casa, o que nos obrigou a procurar atendimento de urgência em um hospital público.
No hospital público, foram imediatamente realizados exames laboratoriais, confirmado o diagnóstico de rotavírus e indicada internação por desidratação. Ela permaneceu internada recebendo hidratação venosa e acompanhamento médico contínuo.
O que mais me causa indignação é que procuramos a SAMEL diversas vezes durante a evolução da doença, relatando a piora progressiva do quadro e solicitando ajuda. Pagamos um plano de saúde justamente para termos assistência adequada em momentos como esse, mas acabamos precisando recorrer ao SUS para conseguir a internação e o tratamento que nossa filha necessitava.
É no mínimo questionável a condução do caso e as sucessivas altas diante da evolução dos sintomas, especialmente considerando que uma criança tão pequena acabou necessitando de internação por desidratação pouco tempo depois.
Solicito que a SAMEL analise detalhadamente o caso, esclareça os critérios utilizados para as decisões adotadas durante os atendimentos, me envie todo o prontuário médico
e que sejam incluídos, entre outros documentos:
- Fichas de atendimento;
- Classificações de risco;
- Evoluções médicas;
- Evoluções de enfermagem;
- Prescrições;
- Registros de medicações administradas;
- Registros de tentativas de acesso venoso;
- Exames laboratoriais e respectivos resultados;
- Relatórios de alta;
- Qualquer outro documento integrante do prontuário da paciente.
e apresente um posicionamento formal sobre o ocorrido.
Período 09/07 a 10/07.
Como pai, foi extremamente angustiante ver minha filha piorar progressivamente enquanto buscávamos ajuda repetidamente no hospital e recebíamos apenas orientações para retornar para casa.
Dados da minha filha
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