O que aconteceu
Gostaria de registrar minha insatisfação com a Maternidade São Luiz Star em relação às orientações fornecidas para o agendamento de cesárea eletiva com médico plantonista.
Anteriormente, entrei em contato para obter informações sobre a possibilidade de realizar uma cesárea eletiva com um médico da equipe de plantão. Na ocasião, recebi orientações de profissionais do próprio hospital, inclusive por e-mail, indicando expressamente que deveríamos comparecer à maternidade a partir de 35 semanas de gestação para iniciar o acompanhamento com o plantão e, posteriormente, realizar o agendamento da cesárea.
Seguindo exatamente as orientações recebidas, organizamos nossa programação e comparecemos hoje à maternidade com o objetivo de dar andamento ao agendamento.
Para nossa surpresa, fomos informados de que esse tipo de agendamento não é mais realizado pelo hospital.
O que causa maior indignação é o fato de termos um e-mail com a orientação fornecida pela própria instituição, além de informações repassadas por profissionais do hospital, e, mesmo assim, recebermos uma informação completamente diferente presencialmente.
A situação é ainda mais preocupante porque nos organizamos para que o nascimento do nosso filho acontecesse dessa maneira. Fizemos nosso planejamento considerando as informações e orientações fornecidas pela própria maternidade e, agora, simplesmente estamos de mãos atadas, sem saber como proceder ou quais alternativas temos, justamente porque fomos surpreendidos com uma mudança de posicionamento que não nos foi comunicada previamente.
Estamos falando de um momento extremamente importante para nossa família. O planejamento do parto envolve questões emocionais, familiares e logísticas, e não é razoável que o paciente seja prejudicado por uma falha de comunicação interna da instituição.
É inadmissível que um hospital desse porte forneça orientações aos pacientes sem que haja alinhamento entre seus setores e profissionais. Seguimos todas as instruções recebidas, nos organizamos e comparecemos presencialmente, apenas para descobrir que aquilo que nos foi orientado não seria cumprido.
Diante disso, solicito um posicionamento formal da maternidade, esclarecimento sobre essa divergência de informações e, principalmente, uma solução concreta para o nosso caso.
Esperamos que a instituição considere as orientações anteriormente fornecidas por seus próprios profissionais e apresente uma alternativa que respeite o planejamento que fizemos de boa-fé, sem simplesmente transferir para nós as consequências de uma falha interna.
A experiência de atendimento começa muito antes da internação e do nascimento do bebê. Esperamos que a maternidade tenha a responsabilidade e o respeito necessários para tratar essa situação.