O que aconteceu
Gostaria de registrar minha insatisfação com a postura da professora Thalita, da unidade Moema Jauaperi da Tonus, durante a aula do dia 23/10/2026, às 18h20, em razão de sua conduta autoritária e desnecessariamente constrangedora com os alunos.
Durante a aula, eu estava dividindo uma cage com outra aluna, que estava lesionada e solicitou uma adaptação no exercício. Naquele momento, ela realizava o exercício dentro da cage, enquanto eu realizava o meu do lado de fora.
A professora Thalita solicitou que trocássemos de posição, orientando que eu passasse a realizar meu exercício dentro da cage, enquanto a outra aluna faria o exercício adaptado do lado de fora.
Ocorre que o exercício originalmente proposto para mim deveria ser realizado fora da cage. Para conseguir executá-lo dentro, conforme a própria professora havia solicitado, precisei retirar a barra que estava instalada, pois ela atrapalhava o espaço necessário para a execução do movimento. Ressalto que não deixei a barra em qualquer lugar: coloquei-a no suporte apropriado para esse fim.
Durante a aula, a professora veio reclamar comigo, afirmando que era impossível retirar a barra e determinando que eu voltasse à posição anterior. Essa afirmação não corresponde à realidade, uma vez que a barra foi devidamente acomodada no suporte próprio. Ainda assim, mesmo diante da maneira como fui abordado, acatei sua orientação e retornei ao local anterior.
O que já havia sido uma situação desagradável tornou-se ainda pior ao final da aula, quando a professora resolveu me repreender novamente, na saída e diante dos demais alunos, afirmando que eu não poderia mexer na barra porque isso atrapalharia outras pessoas.
Considero essa atitude absolutamente incoerente e injustificável. Afinal, a única razão pela qual precisei retirar a barra foi justamente porque a própria professora determinou que eu realizasse, dentro da cage, um exercício originalmente previsto para ser executado fora dela, onde não havia espaço suficiente sem essa alteração. Ou seja, segui a orientação que recebi e, posteriormente, fui repreendido por ter feito uma adequação necessária para cumpri-la.
Além da contradição, considero destespeitosa a maneira como fui tratado, especialmente pela insistência em me repreender publicamente, mesmo após eu já ter acatado sua determinação durante a aula. Não havia qualquer necessidade de me expor dessa forma diante dos demais alunos.
Gostaria também de registrar outro episódio ocorrido na aula de quarta-feira, 21/10/2026 também às 18h20, envolvendo uma aluna que não conheço. Durante a execução de um exercício, essa aluna relatou sentir dor na região lombar e solicitou uma adaptação. A professora Thalita respondeu que a dor não tinha relação com o exercício e determinou que a aluna continuasse realizando o movimento originalmente proposto, sem atender ao pedido de adaptação.
Considero essa postura igualmente preocupante, especialmente em um ambiente de atividade física, no qual relatos de dor e limitações individuais deveriam ser tratados com atenção, respeito e responsabilidade.
A impressão transmitida por essas situações é a de uma profissional extremamente controladora, inflexível e despreparada para lidar respeitosamente com os alunos. Existe uma diferença enorme entre orientar tecnicamente uma aula, estabelecer regras de utilização dos equipamentos e tratar os frequentadores de maneira autoritária.
Os alunos estão ali para treinar, receber orientação profissional e ser tratados com respeito, não para serem constrangidos publicamente ou submetidos a demonstrações desnecessárias de autoridade.
Se a professora deseja conduzir as aulas exclusivamente de acordo com suas próprias determinações, sem abertura para questionamentos, adaptações ou diálogo, isso não lhe dá o direito de tratar os alunos como se estivesse fazendo um favor ou como se fossem obrigados a aceitar qualquer tipo de abordagem.
Frequento a Tonus para cuidar da minha saúde e realizar meus treinos, não para passar por situações de constrangimento e desrespeito.
Não questiono o direito da professora de orientar, corrigir ou estabelecer regras durante as aulas. Questiono a grosseria, a incoerência, a exposição pública desnecessária e a falta de respeito com quem está pagando pelo serviço.
Ressalto que não desejo qualquer contato por parte da professora Thalita e, sinceramente, prefiro que ela sequer dirija a palavra a mim. Evitarei ao máximo frequentar suas aulas, já que a Tonus possui diversas outras unidades que posso utilizar. Não sou obrigado a tolerar atitudes grosseiras e constrangedoras em um serviço pelo qual pago. Solicito que qualquer retorno sobre esta reclamação seja realizado exclusivamente pela administração da Tonus.
Reclamações parecidas
4Interações da reclamação
Tonus Gym respondeu
28/10/2026 às 15:12
Olá, Pedro! Tudo bem?
Agradecemos o seu contato. Estou aqui para te ajudar e esclarecer as suas dúvidas. Meu nome é Luana e faço parte do time de atendimento da Beon Studios.
Assim que recebemos o seu relato, entramos em contato com a unidade para apurar o ocorrido no dia 23/10. A liderança conversou individualmente com a professora Thalita para compreender o contexto e alinhar as diretrizes de condução das aulas, reforçando a importância de uma abordagem cuidadosa, empática e atenta às necessidades dos nossos alunos, priorizando sempre o seu bem-estar. Ressaltamos também que a unidade conta com o suporte de um estagiário em sala para auxiliar durante os treinos. Lamentamos pelo desconforto causado e agradecemos o envio do seu relato, permanecendo à disposição para oferecer todo o suporte necessário.
Ao final, você receberá no seu e-mail uma pergunta sobre os nossos serviços e atendimento, por favor, nos avalie para podermos continuar melhorando ainda mais a nossa experiência para os nossos alunos. É muito importante para gente!
Atenciosamente,
Equipe Beon Studios
Reclamação encerrada e avaliada pelo consumidor
Avaliação do consumidor
Problema foi resolvido?SimVoltaria a fazer negócio?SimNota do atendimento10Empresa apurou o ocorrido e tomou as providências.