O que aconteceu
Faculdade exige 170 horas de projeto de extensão, mas disponibiliza apenas projetos de 150 horas
Venho registrar minha insatisfação com a forma como a faculdade conduz a realização dos projetos de extensão obrigatórios.
A instituição exige o cumprimento de 170 horas de atividades extensionistas para a conclusão da formação. No entanto, disponibiliza apenas projetos com carga horária de 150 horas, o que obriga o aluno a realizar um segundo projeto para cumprir as 20 horas restantes.
Entrei em contato com a faculdade para verificar a possibilidade de realizar alguma atividade complementar que permitisse compensar essas 20 horas, sem a necessidade de desenvolver um segundo projeto completo. Entretanto, fui informada de que essa possibilidade não é permitida.
Considero essa exigência desproporcional e pouco razoável, pois, na prática, o aluno é obrigado a dedicar tempo e esforço a um segundo projeto inteiro apenas para completar uma carga horária adicional de 20 horas.
Meu modelo de ensino é EAD, modalidade que escolhi justamente pela necessidade de conciliar os estudos com outras responsabilidades. Os projetos de extensão exigem planejamento, pesquisa, execução e dedicação considerável. Mesmo reconhecendo a importância dessas atividades para a formação acadêmica, entendo que deveria existir maior flexibilidade para o cumprimento das horas restantes, especialmente quando a própria instituição não disponibiliza um projeto com a carga horária total exigida.
Não estou questionando a importância da extensão universitária, mas sim a falta de alternativas viáveis para cumprir a exigência acadêmica de maneira proporcional e compatível com a realidade dos alunos do ensino a distância.
Diante disso, solicito que a faculdade reavalie essa política e ofereça uma alternativa para o cumprimento das 20 horas restantes, como a validação de atividades complementares, a disponibilização de um projeto com carga horária compatível ou outra solução que não obrigue o aluno a realizar um segundo projeto completo.
Espero que a instituição se posicione de forma clara e apresente uma solução justa, considerando tanto as exigências acadêmicas quanto as dificuldades enfrentadas pelos alunos que optam pela modalidade EAD.