O que aconteceu
Adquiri um apartamento no empreendimento VINX Vila Tolstói, cuja entrega estava inicialmente prevista para novembro de 2025. Posteriormente, o prazo foi alterado para maio de 2026, depois para setembro de 2026 e, finalmente, no dia 1 de outubro de 2026, fomos informados de que a entrega das chaves ocorrerá somente em fevereiro de 2027. Um atraso superior a um ano em relação à previsão inicial!
O mais revoltante é que, além dos sucessivos adiamentos, continuamos recebendo cobranças referentes à evolução de obra pela Caixa Econômica Federal, mesmo após o vencimento do prazo contratual de entrega, considerando o período de tolerância de 180 dias (30/09/26).
Questiono a legalidade dessas cobranças após o encerramento do prazo contratual e exijo esclarecimentos sobre quem assumirá os valores cobrados indevidamente.
Não é justo que nos compradores continuem arcando com os impactos financeiros de atrasos pelos quais não somos responsáveis. Estamos cumprindo nossas obrigações financeiras, enquanto a construtora não cumpre os prazos estabelecidos.
Diante dessa situação, EXIJO DA VINX CONSTRUTORA:
1. O cumprimento das obrigações contratuais e a apresentação de uma data definitiva para entrega das chaves.
2. O pagamento da multa contratual pelo atraso, devidamente corrigida, conforme as cláusulas previstas no contrato.
3. O ressarcimento dos valores de evolução de obra cobrados indevidamente após o prazo contratual.
4. Esclarecimentos formais sobre os sucessivos atrasos e as medidas adotadas para compensar os prejuízos causados aos compradores.
Não podemos continuar acumulando prejuízos financeiros em razão da falta de cumprimento dos prazos pela construtora.
Deixo aqui um alerta para quem está pensando em adquirir um imóvel da VINX: avaliem cuidadosamente o histórico de entregas, as condições contratuais e os riscos envolvidos antes de realizar a compra.
Espero que a empresa assuma suas responsabilidades e apresente uma solução concreta.
Minha experiência até o momento é de profunda insatisfação e falta de confiança na construtora.