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Meu notebook Acer Nitro V15 apresentou defeito na placa-mãe repetidas vezes

Acer Brasil

cidade: Araxá

O que aconteceu

Comprei meu notebook Acer Nitro V15 ANV15-51-58QL (Intel Core i5, 8 GB RAM, SSD 512 GB, RTX 2050) no Magazine Luiza, com pagamento aprovado em 02/09/2024.

Escolhi a Acer acreditando estar adquirindo um equipamento de uma fabricante consolidada, que oferecesse qualidade, desempenho e, principalmente, durabilidade. Hoje, me arrependo profundamente dessa escolha.

No início de julho de 2026, com menos de dois anos de uso, meu notebook apresentou um problema grave na placa-mãe. O equipamento precisou passar por avaliação e reparo, ficando aproximadamente DOIS MESES parado.

Depois desse período, voltou a funcionar, mas a tranquilidade durou apenas DEZ DIAS. O notebook apresentou outro defeito. A avaliação técnica levantou a suspeita de que um componente da placa-mãe esteja provocando a queima de outros componentes, indicando uma possível falha que vai muito além de uma peça isolada.

E o absurdo não para por aí: depois de uma nova intervenção, o equipamento voltou a apresentar defeito em apenas QUATRO HORAS de funcionamento.

Estamos falando de um notebook gamer que custou um valor considerável, vendido como um equipamento de desempenho, mas que não consegue sequer permanecer funcionando depois de sucessivas tentativas de reparo.

Quero deixar claro que minha reclamação não é direcionada à assistência técnica que tentou solucionar o problema. A questão é a qualidade e a confiabilidade do produto fabricado pela Acer. Não é razoável que um equipamento relativamente novo apresente falhas tão graves e repetidas na placa-mãe.

Além da minha experiência, existem diversos relatos de consumidores sobre problemas semelhantes na linha Nitro V15. É extremamente preocupante perceber que aparentemente não se trata de um caso isolado. Isso levanta questionamentos sobre possíveis falhas de projeto, fabricação, controle de qualidade e durabilidade dos componentes utilizados pela Acer.

É impossível não questionar se estamos diante de um problema crônico dessa linha. Inclusive, situações como essa fazem o consumidor levantar suspeitas sobre obsolescência programada, ainda que seja necessária uma investigação técnica para estabelecer essa relação.

O consumidor compra um notebook esperando utilizá-lo por vários anos. Não compra um equipamento para passar meses em assistência, acompanhar a substituição de componentes que voltam a apresentar defeitos e viver com a incerteza de quando ele vai parar de funcionar novamente.

O que mais me revolta é ter investido em uma máquina que deveria atender às minhas necessidades de trabalho, estudo e lazer e hoje não ter sequer confiança de que ela vai ligar e funcionar normalmente.

Minha experiência com a Acer foi profundamente decepcionante. Perdi tempo, dinheiro, produtividade e, principalmente, a confiança em uma marca da qual esperava muito mais.

Um notebook com menos de dois anos de uso não deveria apresentar esse histórico de falhas. E o consumidor não deveria ter que aceitar como normal que um produto dessa categoria se torne praticamente descartável.