O que aconteceu
Prezados,
Venho por meio desta manifestar minha extrema insatisfação com a conduta da American Airlines, que persiste em uma prática abusiva de retenção e recusa na emissão e devida correção do meu crédito de viagem (voucher), direito este adquirido em decorrência do cancelamento de passagens por motivo de saúde.
Desde o início deste ano, busco amigavelmente a solução para este caso. Já realizei inúmeras tentativas de contato pelos canais telefônicos oficiais (0800 595-0710 e *****), contudo, o atendimento demonstra um total descaso: os atendentes limitam-se a transferir a responsabilidade ("empurrando" o caso de um setor para outro), sem que nenhuma solução efetiva seja apresentada. Essa demora injustificada e o jogo de empurra-empurra geram um evidente prejuízo financeiro, uma vez que, com o decurso do tempo, os valores das passagens aéreas sofrem constantes aumentos, inviabilizando o poder de compra do meu crédito original.
Diante disso, exijo a imediata emissão e regularização do voucher, o qual deve ser devidamente atualizado e corrigido com base no valor atual de mercado das 4 passagens que deram origem ao crédito, e não pelo valor histórico defasado.
Ressalto que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) veda práticas abusivas que coloquem o consumidor em desvantagem exagerada (Art. 39 e Art. 51 do CDC), bem como assegura a reparação integral dos danos causados por falhas na prestação de serviços. Não posso arcar com prejuízos financeiros decorrentes exclusivamente da inércia, da burocracia interna e da má-prestação de serviço da companhia aérea.
Seguem em anexo o histórico completo de e-mails e os comprovantes das 4 passagens adquiridas originalmente.
Aguardando um posicionamento imediato e a solução definitiva do caso, sob pena de adoção das medidas administrativas cabíveis (Procon e ANAC) e judiciais para a reparação de danos materiais e morais.
Observação: Lembrando que a empresa trocou o horário do meu voo sem a minha permissão ou seja por este motivo eu já tenho direito de trocar por novas passagens.
Atenciosamente,
Diogo Tavares Corrêa