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Clubes sem treinos

CBF - Confederação Brasileira de Futebol

cidade: Belo Horizonte

O que aconteceu

Os chutes não podem deixar de ser apenas rasteiros porque ninguém sabe chutar alto e acertar o gol. Deveriam reduzir nas séries A e B para 18 clubes porque elimina 4 datas do calendário e reduz desgaste físico. Falta cortar profissionalismo de fachada e exigir critérios de licenciamento financeiro severos. Dos 750 clubes atuais, apenas cerca de 100 a 120 clubes deveriam manter a licença de Futebol Profissional. Os outros 600 deveriam ser convertidos ao estatuto de Clubes Amadores/Comunitários, eliminando encargos trabalhistas inviáveis. Falta aumentar a base do calendário estável (Série D Regionalizada) com expansão e aumentar de 64 para 128 clubes com calendário garantido por 10 meses, organizados em 8 conferências regionais permanentes. Falta redução da variância de custos porque a regionalização reduz o desvio padrão dos custos em deslocamentos aéreos e hospedagem e viabiliza sustentabilidade financeira das equipes menores. Falta treinamento para que todos os times brasileiros consigam fazer gols com chute na gaveta (no ângulo superior direito ou esquerdo entre o travessão e a trave vertical). O preconceito e racismo prejudicam o futebol brasileiro porque proíbe times de naturalizar jogadores africanos para o Brasil e impedem de serem os melhores do mundo. A CBF deveria auxiliar na naturalização brasileira dos melhores jogadores africanos. Por que os times brasileiros não podem ter jogadores da Nigéria, Camarões, Senegal, Gana, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Gabão, Marrocos, Argélia, Egito, Quênia, Tunísia?

Não entendemos porque não há treinos com profissionais que entendam de educação física. Quando o jogador leva um carrinho na corrida não pode pular porque não foi treinado para isso. Todos os times deveriam ter treinos de desvios de carrinhos com controle de aterrissagem e stiffness articular. Saltos unilaterais sobre mini-barreiras de espuma (20 cm) com travamento instantâneo de 2s na aterrissagem (stick landing). Falta técnica de micro-toque e salto sobre obstáculo em movimento e condução em velocidade, elevação da bola sobre um obstáculo móvel (rolo de espuma deslizado na direção do atleta) e retomada da bola no segundo passo. Falta treino proprioceptivo cego. O tamanho das séries A e B deveriam ser 18 clubes por divisão com 34 rodadas porque isso reduz a fadiga acumulada. A estrutura da série C deveriam ter 24 clubes em 2 grupos regionais (12 por grupo) porque reduz 40% de custos logísticos e tempo de viagem. A série D deveria ter 128 clubes em 8 conferências regionais (10 meses) com calendário estável o ano todo para a base da pirâmide nacional. Deveriam ser 120 clubes profissionais + 630 clubes amadores/comunitários porque reduz as dívidas trabalhistas sazonais. Os campeonatos estaduais deveriam ter 5 ou 6 datas com formato tiro curto/mata-mata porque descomprime o calendário e libera datas para treinos. Os jogadores estão sendo vendidos com preços baixíssimos deveria ser no mínimo 99 milhões de euros para cima. Os jogadores deveriam ser vendidos somente a partir de 21 anos. Se for vender o atleta precocemente (18 anos) deveriam condicionar o contrato a um empréstimo compulsório de retorno ao clube brasileiro por 18 a 24 meses. O clube comprador europeu deveria pagar pelo passe e o atleta conclui sua maturação metabólica, física e tática na Série A brasileira. O valor da transferência sobe devido ao menor risco de adaptação para o comprador. A carga dos jogos de elite deveriam ser de até 54 jogos por temporada. As férias e pré-temporada deveriam ser de 30 dias + 30 dias de pré-temporada (60 dias) porque é tempo adequado para preparação física, força e regeneração tecidual. A transição de atletas de base deveriam ser de torneios das equipes B (sub-23) integradas nas divisões regionais porque gera ganho de densidade óssea, força e intensidade competitiva precoce.