O que aconteceu
Percebemos que os campeonatos brasileiros não possuem integração Sul-Americana. Falta redefinição dos estaduais (Modelo Pré-Temporada Sub-23) e reduzir os estaduais a um torneio preparatório de 6 a 8 datas em janeiro, jogado por equipes Sub-23 e jovens promessas (como faz a gestão de bases espanhola e francesa). O teto de jogos deveria ser de 48 a 54 partidas/ano e limitar o número de partidas por equipe na temporada. Porque a redução da quantidade de jogos eleva a intensidade física (métricas de high-speed running e acelerações) para níveis globais. Poderia ter Super-Libertadores e integrar o futebol sul-americano em uma liga continental de 36 clubes. A primeira fase é regionalizada por "Potes de Proximidade Geográfica", isso reduz viagens transcontinentais desgastantes antes das fases eliminatórias. Falta matriz logística e fisiologia de rendimento com calendário em Cluster ("Turnês Regionais") e substituir o modelo de ida e volta semanal pelo sistema de road trips (similar à NBA). Um clube do Sudeste joga duas partidas seguidas no Nordeste em um intervalo de 4 dias. Isso elimina voos intermediários e economiza até 40% de tempo de deslocamento. Falta protocolo circadiano e fretamento padronizado com obrigatoriedade de voos fretados para deslocamentos superiores a 800 km, com cabines equipadas com controle de iluminação (supressão de melatonina pós-jogo) e nutrição cronometrada para mitigar o jet lag e a degradação muscular. O preconceito e racismo prejudicam o futebol brasileiro porque proíbe times de naturalizar jogadores africanos para o Brasil e impedem de serem os melhores do mundo. A CBF deveria auxiliar na naturalização brasileira dos melhores jogadores africanos. Por que os times brasileiros não podem ter jogadores da Nigéria, Camarões, Senegal, Gana, Costa do Marfim, República Democrática do Congo, Gabão, Marrocos, Argélia, Egito, Quênia, Tunísia? Falta plataforma nacional de biometria com integração de dados biométricos (GPS, variabilidade da frequência cardíaca e marcadores bioquímicos de creatina quinase) entre clubes e CBF para gerenciar cargas de treino e prevenir lesões graves.
Falta pipeline contínuo para a Seleção Brasileira com paralisação total nas datas FIFA e adequação integral ao calendário internacional. Nenhum clube da Série A jogaria durante as janelas das seleções nacionais. Faltam centros regionais de alta performance (Hubs CBF). Ciar 4 polos regionais interligados (Sudeste, Sul, Nordeste e Centro-Oeste/Norte) e nestes centros aplicar a mesma metodologia tática e física da Seleção Principal em atletas de base (Sub-15 a Sub-20) porque isso acelera o desenvolvimento de talentos para atuarem no Brasil. Os jogos elite deveriam ter de 48 a 54 partidas (foco em máxima intensidade) e inserir a logística de viagem em Clusters regionais / Turnês em bloco. Nos estaduais inserir 6 a 8 datas (Sub-23 e pré-temporada). No torneio continental deveria ter fase de Liga Suíça com potes por proximidade em vez de grupos com viagens aleatórias longas. As datas da Fifa gera conflito e perda de atletas e deveria ter pausa total e unificada no calendário.