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Chevrolet Onix com apenas 39 mil km falha grave após atendimento na autorizada e reparo de R 15 mil

Chevrolet

cidade: Campinas

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O que aconteceu

Registro minha insatisfação com a Chevrolet/General Motors diante da situação envolvendo meu Chevrolet Onix LT 1.0 Turbo, ano 2020/2020, com aproximadamente 39 mil quilômetros e histórico de manutenções periódicas na rede autorizada.

O veículo apresentou uma luz amarela de anomalia do motor e foi encaminhado à concessionária Chevrolet para avaliação.

Na primeira passagem pela oficina, foi realizada leitura por scanner, o alerta foi apagado e o veículo liberado.

Poucos minutos depois, surgiu aviso de superaquecimento, indicando o desligamento do ar-condicionado. Retornei imediatamente à concessionária, com o automóvel ainda em funcionamento.

Posteriormente, fui informado de comprometimento da junta do cabeçote e da necessidade de reparo estimado em aproximadamente R$ 15 mil.

A situação apresenta dois aspectos extremamente preocupantes.

O primeiro é a ocorrência de um problema grave em um veículo com apenas 39 mil quilômetros, levantando questionamentos legítimos sobre a durabilidade dos componentes e a possibilidade de vício oculto.

O segundo, igualmente relevante, é a atuação da própria rede autorizada Chevrolet.

**Como um veículo pode ser avaliado e liberado por uma concessionária autorizada e, poucos minutos depois, apresentar uma condição de superaquecimento, com posterior indicação de reparo de R$ 15 mil?**

Essa sequência exige uma investigação técnica séria sobre a suficiência do diagnóstico inicial, a segurança da liberação e a eventual contribuição do atendimento para o agravamento dos danos.

Até o momento, não recebi documentação técnica conclusiva que esclareça adequadamente essas questões.

Entendo que a fabricante não pode se limitar a considerar encerrada a garantia contratual, especialmente diante de possível vício oculto e de questionamentos sobre a qualidade dos serviços prestados por sua rede autorizada.

**Solicito à General Motors:**

1. Abertura de investigação técnica formal, com participação da engenharia ou área técnica responsável.

2. Avaliação da origem do problema e da compatibilidade dos danos com a quilometragem do veículo.

3. Apuração da adequação do primeiro atendimento prestado pela concessionária, especialmente dos procedimentos realizados e dos critérios utilizados para liberação do automóvel.

4. Investigação sobre eventual contribuição de falha no atendimento para o agravamento dos danos.

5. Avaliação de cobertura integral do reparo, caso constatada responsabilidade da fabricante ou falha na prestação do serviço, ou apresentação de proposta de solução proporcional aos fatos apurados.

6. Resposta formal e fundamentada, acompanhada dos elementos técnicos que sustentem as conclusões.

Já busquei esclarecimentos pelos canais de atendimento da marca e da concessionária envolvida, sem obter solução satisfatória.

Espero uma atuação efetiva da General Motors, tanto na investigação da qualidade do produto quanto na apuração da conduta de sua rede autorizada.

Um reparo de aproximadamente R$ 15 mil em um veículo com apenas 39 mil quilômetros, após uma liberação questionável pela concessionária, exige muito mais do que uma negativa genérica de cobertura.

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