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Comprei um Mobi 2021 com vício oculto e a agência se recusa a consertar

Espanha Multimarcas

cidade: Itapetininga

O que aconteceu

Não comprem desta agência Espanha Multimarcas. Comprei um veículo Mobi ano 2021, em fevereiro deste ano. O carro só deu problemas desde a data da aquisição, sendo que já foi guinchado por 3 vezes. Agora, neste mês de outubro, após 8 meses, fundiu o motor, sendo identificado o vício oculto (pelo CDC, a garantia se inicia a partir da data que o vício é descoberto). Enviei uma notificação extrajudicial para a empresa que se recusa a efetuar o conserto ou substituir o bem. Sou advogada, tentei por todos os meios extrajudiciais mas não restou outra alternativa a não ser ingressar com uma ação judicial, pois, além de tudo estou tendo prejuízos. Apesar de pagar em dia as parcelas do financiamento, estou tendo que alugar um outro veículo para uso diário e terei que arcar com mais esse conserto. Lamentável, pois a propaganda que vi pelas redes sociais ao adquirir o veículo era [Editado pelo Reclame Aqui]. Confiei, pois de acordo com o anuncio o carro é "revisado e pronto para usar". Ao adquirir o veículo pela agência, busquei toda segurança oferecida pela referida empresa, como procedência, qualidade e revisão do veículo antes da entrega, o que foi usado como critério na escolha da agência. O referido automóvel vem apresentando sucessivos e rotineiros problemas mecânicos e elétricos que comprometem gravemente sua segurança e utilidade. Com menos de 3 (três) meses da compra, apresentou defeito grave, onde o motor teve problema na parte de arrefecimento (vazando água pelo selo no motor), momento que foi feito a parte de cima do motor.

Após esse episódio, apresentou problemas de suspensão, pivôs, efetuado as Trocas de Terminal axial, Terminal de direção, mas mesmo trocando continua com problemas e precisa trocar amortecedores dianteiros, kit batentes e coifa (valor estimado conforme orçamento de R$ 1.480,00 (um mil quatrocentos e oitenta).

Sem quantificar os problemas de ar condicionado e ar quente, os quais nunca funcionaram, perda de pressão do ar e problemas na ventoinha (que fica tempo todo ligado).

Recentemente, no dia 28 de setembro de 2026, o veículo voltou a apresentar pane, necessitando de reparo urgente no motor de arranque, prejuízo arcado pela notificante. No dia seguinte, 29 de setembro de 2026, o automóvel parou totalmente de funcionar na Rodovia , com o termostato acusando superaquecimento imediato. O veículo precisou ser socorrido por serviço de guincho e levado a oficina mecânica. Agora, ao informar a empresa após laudo e orçamento do mecânico, APENAS PARA SANAR O PROBLEMA DO MOTOR, que é considerado o coração do veículo, o qual terá que fazer, obtive a resposta que a empresa não tem interesse em consertar, entrar em um acordo ou resolver a situação. Por fim, alega o proprietário da agência que o Mobi é um carro "problemático, que já passou o prazo d garantia contratual e que a "Fiat é quem deve ser responsabilizada".