Agressão moral e mau atendimento por funcionário e segurança em minimercado Extra

Não respondida
Santos - SP
06/06/2026 às 03:34
ID: 250650787
Olá, bom dia. Sou advogada e ex-cliente assídua dos mercados Extra. Demorei um pouco para vir fazer esta reclamação devido à demanda de trabalho, bem como cheguei a pensar que seria melhor tentar "esquecer" o ocorrido, mas me convenci do contrário, principalmente porque o funcionário deveria ter sido mandado embora por justa causa diante das agressões morais que ele praticou contra minha mãe.
No dia 18/03/******* pela manhã minha família fez compras no Miniextra da Avenida Conselheiro Nébias, *******, Encruzilhada, Santos. Estavam em duas senhoras, idosas, sendo minha mãe e minha tia, e uma criança. Minha mãe saiu do local extremamente nervosa, pois foi muito destratada por um funcionário pedante deste estabelecimento, chamado Matheus.
Eu já estava a caminho do Miniextra, uma vez que ia comprar um chocolate, e também queria saber quem era o Matheus (já tinha a descrição física dele). Moramos bem próximo do minimercado. Eu fui direto ao caixa para comprar o chocolate; havia 2 funcionários, e o Matheus começou a me encarar e a rir. Não tem como negar que ele certamente percebeu a semelhança física entre mim e minha mãe. Neste momento eu perguntei "Você é o Matheus?" Ele respondeu que sim, saiu do caixa, e se ficou na minha frente.
Lhe disse em alto e bom som que minha mãe estava nervosa e com a pressão alta por causa dele, que ele não pode faltar com o respeito com as pessoas e, inclusive, que só fez isso porque era com mulher. O Matheus valentão começou a elevar o tom comigo , e a debochar quando disse que minha mãe estava com a pressão alta. Mandei que ele se calasse, e perguntei pelo gerente. Apareceu o gerente Vinícius.
Nisso, o segurança apareceu também ao meu lado, e começou a querer https://******* disse: "Eu sei que é a sua mãe, mas eu posso falar?" Mas já respondi que ele não tinha que falar nada, que meu assunto era com o gerente Vinícius.
O gerente Vinícius me ouviu. Enquanto eu conversava com ele, o desequilibrado funcionário gesticulava e chegou a dizer "Vinícius, se quiser pode me dar uma advertência". Eu nunca vi isso, um funcionário pedir uma advertência para um superior hierárquico.
Resumindo, nesse miniextra existem 3 caixas de autoatendimento e nenhum dos 3 funciona direito. Quando vou nesse local, só faço a compra no autoatendimento quando estou com meu marido porque ele prefere, e sempre precisamos chamar um funcionário para reiniciar a máquina. Neste dia, minha mãe foi no autoatendimento, e a máquina não estava funcionando. Foi então que apareceu o funcionário Matheus, que não sabia manusear o equipamento e tentou diversas vezes até que, depois de muito insucesso , conseguiu.
Minha mãe conversava no particular com minha tia, dizendo que seria melhor que tivessem comprado no caixa normal. Não foi uma crítica ao Matheus, muito embora como profisisonal ele tenha deixado a desejar. Mesmo assim, com toda a valentia dele , ele começou a gritar com a minha mãe e dizer que ela é mal educada.
Minha mãe é uma pessoa de respeito, ao contrário do funcionário que não se deu o devido respeito ao gritar com uma cliente que nem sequer havia dirigido a palavra a ele.
O gerente me disse que tomaria providências, mas que não poderia me dizer quais providências seriam essas. Ao meu ver, não tomou providência nenhuma, porque nos dias seguintes esse rapaz (Matheus) começou a passar na porta da minha casa no horário em que ele saía entre 17h30 e 18h00 - eu tirei até foto .
Antes disso, nunca tinha visto essa pessoa.
Conversei com meu marido que só iria voltar neste mercado depois de um bom tempo. Voltei lá em um sábado de tarde e voltei com meu marido , pois já que o funcionário gosta de gritar com mulher, gostaria de ver se gritaria com o Sr. meu marido, que é também meu advogado. Nem cheguei a ficar perto do funcionário , pois ele estava no caixa e fomos no autoatendimento. Fiquei decepcionada com a conduta da empresa, que no mínimo deveria ter mandado embora o funcionário. Digo e repito com todas as letras: ele é completamente desequilibrado. Quando fui questioná-lo, parecia que ele queria avançar em mim.
O segurança (um que usa óculos, tem uns 40 e poucos anos) também teve uma postura horrível de sair de seu posto de trabalho, para ouvir conversa de uma cliente, e querer se meter. ele deveria é ficar no posto dele de trabalho! Aliás, se trabalhasse direito, teria contido o funcionário Matheus.
Eu não me sinto mais segura para voltar no miniextra. É arcaico pensar que só posso ir lá com um homem. Não vou de jeito nenhum sozinha. É insustentável que a empresa mantenha este nível de funcionário da mais baixa estirpe. Eu, como advogada, sei que chamar uma senhora de mal educada, do nada, é motivo mais do que suficiente para uma justa causa. Ele teve ainda é sorte que foi com a minha mãe, se fosse comigo eu chamaria a polícia para ele!
Vejam nas avaliações do Google sobre este mercado, tem uma moça reclamando sobre um funcionário que jogou um pão de queijo. Quem será né?