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Garmin Forerunner 165 com tela preta após pouco mais de 1 ano conserto custa 75% do valor do relógio

Garmin Brasil

cidade: Salvador

O que aconteceu

Adquiri um Garmin Forerunner 165 em junho de 2025 e, com apenas 1 ano e 4 meses de uso, o dispositivo apresentou um defeito grave: a tela apagou completamente e não voltou a funcionar.

O relógio continua aparentemente ligado, vibrando ao receber notificações e respondendo parcialmente aos comandos, porém permanece com a tela totalmente preta, impossibilitando sua utilização normal.

O problema surgiu sem qualquer queda, impacto, contato indevido com água ou situação que pudesse caracterizar mau uso. Já tentei os procedimentos de reinicialização recomendados pela própria Garmin, inclusive mantendo o botão de desligamento pressionado por mais de 30 segundos, sem qualquer resultado.

Entrei em contato com a assistência técnica e fui surpreendido com um orçamento de conserto equivalente a aproximadamente 75% do valor que paguei pelo relógio. Considero esse valor completamente desproporcional, especialmente tratando-se de um produto com pouco mais de um ano de uso e de uma falha que compromete justamente um dos seus componentes essenciais: a tela.

O que torna a situação ainda mais preocupante é que, ao pesquisar sobre o problema, encontrei diversas reclamações de outros consumidores no Reclame Aqui envolvendo o mesmo modelo, o Garmin Forerunner 165, com relatos de sintomas praticamente idênticos: tela preta, aparelho que continua funcionando parcialmente e falhas que surgem após atualizações de software ou durante o uso normal.

Essa recorrência levanta uma preocupação legítima sobre a possível existência de um vício oculto ou problema de fabricação que compromete a durabilidade e a confiabilidade do produto.

O Forerunner 165 não é apenas um relógio comum para mim. É uma ferramenta essencial para minha rotina de treinamento, utilizada para acompanhar corridas, treinos intervalados, frequência cardíaca, desempenho e evolução esportiva. Ficar sem o dispositivo prejudica diretamente minha rotina e me obriga a considerar a compra de outro equipamento, mesmo tendo investido em um produto de uma marca reconhecida justamente pela qualidade e confiabilidade.

É inadmissível que um consumidor tenha que arcar com um custo de reparo tão elevado após apenas 1 ano e 4 meses de utilização, especialmente diante de relatos de outros consumidores enfrentando exatamente o mesmo problema.

Diante disso, solicito um posicionamento efetivo da Garmin Brasil sobre a recorrência dessa falha no Forerunner 165 e uma solução definitiva sem custos para mim, seja por meio do reparo integral ou da substituição do dispositivo por outro em perfeitas condições de funcionamento.

Não considero aceitável que a responsabilidade por um possível vício do produto seja transferida integralmente ao consumidor.

Espero que a Garmin trate o caso com a seriedade necessária, respeitando os direitos do consumidor e apresentando uma solução compatível com a gravidade do problema.

Aguardo retorno e resolução efetiva.