O que aconteceu
Contratei o plano de saúde Hapvida/NotreDame no início deste ano e, desde então, venho enfrentando uma situação absurda e extremamente preocupante: **não consigo utilizar adequadamente um serviço pelo qual pago mensalmente, pois os dados biométricos (reconhecimento facial e impressão digital) de outra pessoa estão vinculados ao meu cadastro.**
Além disso, constatei que *********, o que demonstra uma grave falha na segurança e na gestão dos meus dados pessoais.
Na prática, estou pagando por um plano de saúde que não consigo utilizar. Mesmo quando consigo agendar uma consulta ou exame, sou impedida de realizar o atendimento porque minha biometria não corresponde àquela registrada no sistema. Ou seja, **outra pessoa possui seus dados biométricos vinculados ao meu cadastro, enquanto eu, titular e pagante do plano, fico impossibilitada de receber atendimento.**
Como se isso não fosse suficiente, o processo de agendamento de exames é extremamente burocrático e ineficiente. Primeiro, é necessário solicitar autorização pelo aplicativo para, somente depois, receber o encaminhamento para unidades hospitalares que, em diversas ocasiões, apresentam péssima estrutura de atendimento e sequer atendem às ligações telefônicas. O próprio aplicativo da Hapvida não disponibiliza uma solução eficiente para realizar esses agendamentos, deixando o beneficiário sem alternativas.
**Venho tentando solucionar essa situação há meses. Já entrei em contato com a operadora, registrei protocolo de atendimento e, até o momento, não obtive qualquer retorno ou solução efetiva.**
Considero inadmissível que uma operadora de saúde continue recebendo mensalidades enquanto mantém a beneficiária impossibilitada de utilizar os serviços contratados por um erro cadastral que é de responsabilidade da própria empresa.
Além da evidente falha na prestação do serviço, a vinculação de dados pessoais e biométricos de terceiros ao meu cadastro levanta sérias preocupações quanto à segurança das informações e ao cumprimento da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).
**Ressalto que esta é mais uma tentativa de resolução administrativa.** Caso a operadora permaneça omissa, adotarei as medidas cabíveis, incluindo reclamação formal à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e, se necessário, medidas judiciais para assegurar meus direitos e buscar a reparação pelos prejuízos sofridos.
**Não estou solicitando nenhum benefício extraordinário. Exijo apenas o direito de utilizar o plano de saúde que contrato e pago regularmente, com meus dados pessoais devidamente protegidos.**
Aguardo um posicionamento concreto e uma solução definitiva, e não apenas mais um protocolo sem resposta.