O que aconteceu
Sou proprietário de um Jeep Commander (JDK4F32), na garantia. Estou sendo vítima de uma negligência grave da rede autorizada Jeep, que resultou na destruição do sistema de injeção do meu carro. O prejuízo, que começou orçado em R$ 24.803,14, já saltou para absurdos R$ 35.249,21, e agora a montadora tenta se eximir da culpa.
A Linha do Tempo da Negligência:1. Em 28/08, o carro perdeu força e soltou fumaça branca. Parei e usei guincho para não forçar o motor. A Jeep IESA (Osório-RS) me liberou dias depois alegando "nenhum problema encontrado".
2. Em 03/09, o problema voltou em viagem. A Jeep Le Lac (Ponta Grossa-PR) passou o scanner, o técnico descartou problema de combustível, apagou os erros e me mandou seguir viagem.
3. Em 16/09, a Jeep Gambatto (Criciúma-SC) condenou todo o sistema por "água no combustível" e cancelou minha garantia. Detalhe crucial: o sensor de segurança do veículo (WIF) NUNCA alertou no painel sobre água.
A PROVA IRREFUTÁVEL (ORÇAMENTO OFICIAL E CONFISSÃO EM ÁUDIO):Levei o carro para a Jeep Savar (Caxias do Sul-RS) a pedido da montadora. O Chefe de Oficina (Gabriel) analisou os papéis das duas concessionárias anteriores e o histórico do carro.A própria concessionária emitiu o Orçamento n 7801, totalizando o valor de R$ 35.249,21 (sendo R$ 29.399,21 em peças e R$ 5.850,00 em serviços). O mais estarrecedor é que no próprio campo de Diagnóstico deste documento oficial da Savarauto está impressa a confissão da sucessão de erros da rede: "JA FOI EM OUTROS LUGARES, PRIMEIRO FALARAM QUE ERA ATUALIZACAO DEPOIS QUE ERA MODULO E POR ULTIMO FALARAM QUE ERA COMBUSTIVEL CONTAMINADO". Além dessa prova documental indiscutível, possuo GRAVAÇÃO TELEFÔNICA e confirmação por escrito via WhatsApp do pós-venda da Jeep Savar atestando a verdade: o Chefe de Oficina confirmou que as duas oficinas anteriores erraram. Ele declarou que "o certo é pelo certo" e reconheceu que, se o diagnóstico tivesse sido feito corretamente nas primeiras passagens, o problema seria resolvido apenas com uma limpeza e troca do sensor, sem afetar o sistema inteiro. O agravamento e o dano catastrófico ocorreram única e exclusivamente porque a IESA e a Le Lac me liberaram para rodar com o sistema já comprometido.
O Descaso do Atendimento Jeep:Além de destruírem meu motor por imperícia, o SAC tem me desrespeitado. Ligaram para terceiros expondo meu caso, atrasam retornos e os atendentes se recusam a transferir ligações. Falam de forma obscura sobre "bonificações" enquanto me negam a garantia que é meu direito.
EXIGÊNCIA FINAL ANTES DA VIA JUDICIAL:As provas que possuo (áudios, orçamentos oficiais com confissão impressa e mensagens) são incontestáveis. Não aceitarei "cortesias" que mascarem a responsabilidade da Jeep. Exijo:O reparo integral (100% das peças e mão de obra cobrados no Orçamento 7801) de todo o sistema afetado, sem qualquer custo.Documento formal assegurando a manutenção total da garantia de fábrica do meu motor.
Caso a Stellantis não resolva esta questão imediatamente assumindo o erro de sua rede, o próximo passo será o ajuizamento de ação cível utilizando o documento impresso e a gravação confessional do preposto da montadora, exigindo danos materiais, morais e a restituição do valor pago indevidamente.
*Em anexo está os 2 orçamentos + o documento da IESA liberando o carro para rodagem por não reconhecer nenhum problema, tenho mais documentos como descrito acima, mas não posso anexá-los aqui por conta do limite do site*