O que aconteceu
meu nome é Grayce, estou tentando contato com a kalunga mas não há opções no site e nem por tel
Estive na Kalunga de São Jose do Rio Preto/SP no sábado dia 17/10/26 para comprar uma agenda, como de costume, estacionei no estacionamento oferecido pela loja (pois sou consumidora desta loja a mais de 16 anos); entrei na loja para ver o preço da agenda de *******, ao verificar que estava muito cara, resolvi comparar com o preço de outras lojas que ficam próximos a Kalunga, porém, tomei a decisão de voltar a kalunga e comprar lá mesmo. Antes de entrar na loja, ainda atravessando a rua notei uma senhora parada na porta da Kalunga conversando com um rapaz e apontando para mim, ao me aproximar da porta da loja ela perguntou se eu era a proprietária de um veículo (citou a marca do meu carro), eu disse que sim e fiquei preocupada achando que havida acontecido algum acidente, porém, de forma ríspida e bem grosseira ela disse que eu ia ter que pagar uma multa de R$ 50,00 reais pois não permaneci na loja enquanto meu carro estava no estacionamento, eu a ignorei, entrei na loja e fui comprar minha agenda, não é meu perfil bater boca, por ter o psicológico frágil e por isso tomar remédios controlados sempre evito discussões. Escolhi minha agenda e fui ao caixa pagar, ao entregar o ticket do estacionamento para a caixa, por sinal, muito simpática, esta mesma senhora grosseira gritou lá da porta da loja dando ordem para a moça não carimbar o meu ticket e dizendo que seria resolvido com ela, neste momento haviam outros caixas e clientes no mesmo local que eu, todos presenciando essa humilhação, então me dirigi a ela e estendi meu ticket porém, ela insistiu em me cobrar os cinquenta reais de multa, eu a ignorei e me dirigi ao estacionamento, a mesma entrou na minha frente tentando impedir meus passos "gritando" disse que iria chamar a GCM, então eu disse que sim, poderia chamar e continuei indo em direção ao meu carro, ela gritou para o funcionário fechar o portão para impedir a minha saída. Ao chegar ao meu carro, havia um bilhete pregado no vidro da porta do motorista com durex, o que acabou manchando o carro que eu havia acabado de mandar lavar, eu o arranquei, entrei em meu carro, joguei o bilhete do vidro dentro do lixinho do carro e falei de forma firme: é melhor a senhora ficar calada e abrir o portão; liguei meu carro normalmente e fui em direção a saída que estava com o portão fechado, depois disso ela ficou mais descontrolada ainda e então sacou seu celular e começou a me filmar e, gritando mais alto ainda, de forma descontrolada, se identificou como gerente da loja, neste momento eu disse com voz baixa porém muito firme "abre o portão agora!", ela disse que não ia abrir pois era lei que eu pagasse os cinquenta reais porque não permaneci o tempo todo dentro da loja, então peguei meu celular e comecei a filmar e narrar que eu estava na kalunga sendo impedida de sair por aquela senhora que dizia ser gerente, perguntei o nome dela mas a mesma se negou a falar e não me deixou ver seu crachá, filmei o portão fechado e todas as placas do local onde não havia nenhum numero de lei. Perguntei a mesma qual era a lei a qual estava se referindo, ela não soube dizer, então, com propriedade, falei mais uma vez para abrir o portão pois não existia nenhuma lei que me impedisse de estacionar ali e muito menos de sair dali; nem pelo detran, nem pelo contran, nem na constituição e de acordo com código de defesa do consumidor eu estava no meu total direito de cliente. Ela filmou dois funcionários jovens que estavam lá dizendo que eles serveriam como testemunhas então eu disse que obviamente eles apoiariam tudo o que ela falaria pois, jamais iriam arriscar seus empregos. Ao me ver filmando, a gerente resolveu abrir o portão mas ainda sim continuou me constrangendo e humilhando com sua gritaria.
Ao sair de lá, fui obrigada a estacionar no primeiro lugar que achei pois tive uma forte crise de ansiedade e de pânico, o que severa falta de ar, descontrole dos movimentos e muita tontura, o que me impediu de conseguir dirigir por pelo menos uns 40 minutos, até recobrar um pouco e conseguir ir para casa.
Mesmo consumindo na loja (ja que comprei a agenda), mesmo sendo cliente a 16 anos, fui humilhada diante de muitas pessoas incluindo clientes e funcionários da loja, tive minha moral posta em dúvida, me senti acuada, humilhada, diminuída, constrangida como se eu tivesse [Editado pelo Reclame Aqui] alguma coisa. Nunca havia passado por uma situação tão deprimente como esta e nunca imaginei que poderia acontecer em uma loja como a kalunga, uma rede grande, respeitada e com nome tão forte.
Tomo remédios controlados para ansiedade e crises de pânico, inclusive deixarei anexado aqui a cópia das receitas para não me passar por [Editado pelo Reclame Aqui].
Tentei entrar em contato com a kalunga de Rio Preto para falar com algum responsável sobre isso pois, foi absurdo e acredito que isso não pode se repetir com mais ninguém e, também, para avisar ao responsável que a qualidade dos funcionários caiu bastante ou então estão sendo pessimamente instruídos.
Infelizmente o site é muito falho e não há esse tipo de informação onde possamos entrar em contato direto com a kalunga rio preto.
A gerente agiu de forma completamente ilegal e abusiva. Embora o estacionamento seja privado e a Kalunga tenha o direito de restringir as vagas para clientes, a conduta da funcionária configurou [Editado pelo Reclame Aqui] e violações graves ao Código de Defesa do Consumidor (CDC).
Segundo o código de defesa do consumidor, o fato de eu ter saído para pesquisar preços e retornado para finalizar a compra mantém o meu status de cliente.
Veja onde a kalunga errou gravemente perante a lei:
1. Cobrança de "Multa" de R$ 50,00 (Ilegal)
Estabelecimentos comerciais não têm poder de polícia para aplicar multas financeiras a cidadãos.
Um comércio pode cobrar pelo serviço de estacionamento por hora (desde que haja uma tabela clara de preços para não-clientes visível logo na entrada).
Inventar uma "multa de R$ 50" na hora, sem aviso prévio contratual ou tabela, é uma cobrança arbitrária e configura vantagem manifestamente excessiva contra o consumidor (Art. 39, V do CDC).
2. Impedir a saída fechando o portão (Cárcere Privado)
Este é o erro mais grave da gerente. No Brasil, reter um veículo ou impedir uma pessoa de sair de um local por causa de uma dívida ou descumprimento de regra interna é [Editado pelo Reclame Aqui].
Cárcere Privado / Constrangimento Ilegal: Trancar o portão para te forçar a pagar os R$ 50 viola o direito constitucional de ir e vir. Sob o ponto de vista penal, isso pode se enquadrar como constrangimento ilegal (Art. ******* do Código Penal) ou até mesmo o [Editado pelo Reclame Aqui] de cárcere privado.
O estabelecimento nunca pode reter o cliente. Se eles achassem que você cometeu uma infração, deveriam anotar a sua placa e buscar os meios legais (justiça), jamais prender seu carro.receita https://*******
3. Gritar com o cliente (Dano Moral)
O Artigo 42 do CDC proíbe expressamente que o consumidor seja exposto ao ridículo ou submetido a qualquer tipo de constrangimento ou ameaça na cobrança de débitos. Escândalos, gritos e exposição pública geram direito imediato a indenização por danos morais.
Solicito que a Kalunga (coordenador da sede) entre em contato comigo para que possamos tomar as devidas providências. Gostaria de avisar que aguardarei resposta dentro dos próximos 10 dias, após esse período, conforme orientação de advogados, farei um boletim de ocorrência e entrarei em contato com o procon antes de entrar com qualquer ação contra a kalunga.
Deixo claro que por orientação não divulgarei as imagens gravadas pelo meu celular nas redes sociais públicas, apenas para a própria kalunga, a polícia em meu boletim de ocorrência e junto ao procon, mas peço que peguem as imagens das câmeras de segurança da loja para que comprovem a minha verdade. As imagens do meu celular serão entregues apenas para os orgãos envolvidos e para a própria kalunga caso não haja nenhuma reação por parte da empresa dentro do prazo de dez dias