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Fui vítima de [Editado pelo Reclame Aqui] e tiveram acesso indevido às minhas contas bancárias

Mercado Pago

cidade: Cuiabá

O que aconteceu

I. RESUMO DOS FATOS

O Autor foi vítima de um [Editado pelo Reclame Aqui] de [Editado pelo Reclame Aqui] e [Editado pelo Reclame Aqui] eletrônica praticado por terceiros utilizando engenharia social sofisticada através do aplicativo WhatsApp.

[Editado pelo Reclame Aqui] criaram contas [Editado pelo Reclame Aqui] utilizando fotos e nomes de autoridades públicas do Estado de Mato Grosso, identificando-se como "M.M. Promotor Raimundo Pessoa" (telefone *****) e "Dr. Luís Guilherme", representante do Juizado Especial Cível (telefone *****). Sob o falso pretexto de que o Autor possuía valores judiciais disponíveis para resgate, os [Editado pelo Reclame Aqui] ludibriaram o Autor, solicitando procedimentos de confirmação de dados e validações cadastrais.

De posse das validações colhidas fraudulentamente, os [Editado pelo Reclame Aqui] acessaram inicialmente a conta bancária do Autor junto ao primeiro Réu (BANCO DO BRASIL), de onde subtraíram de forma ilegal a quantia de R$ 5.000,00 de seu saldo pessoal na data de 19 de outubro de 2026. A transferência foi realizada via Pix para a plataforma do segundo Réu (PICPAY), utilizando a chave Pix aleatória de destino ***** vinculada à conta do próprio Autor, como estratégia dos fraudadores para burlar os mecanismos automáticos de segurança e bloqueio de movimentações atí[Editado pelo Reclame Aqui] do banco de origem.

No PicPay, os fraudadores assumiram o controle da conta e, na mesma data de 19 de outubro de 2026, contrataram de forma ilícita um empréstimo parcelado no valor de R$ 5.000,00, gerando uma obrigação de 12 parcelas de R$ 608,90 (totalizando R$ 7.306,80 em cobranças futures com juros e taxas). Em seguida, efetuaram uma transferência via Pix no valor de R$ 4.000,00 (ID da transação: *****).

Para ocultar o rastro do dinheiro e ampliar o prejuízo, os [Editado pelo Reclame Aqui] também acessaram e assumiram o controle de uma conta em nome do Autor junto ao terceiro Réu (MERCADO PAGO). Utilizando o mesmo modus operandi de [Editado pelo Reclame Aqui], os [Editado pelo Reclame Aqui]ários contrataram um segundo empréstimo [Editado pelo Reclame Aqui] junto ao Mercado Pago sob o ID n *****, no valor total de R$ 6.153,31, com seguro embutido. A operação gerou um débito ilícito total com juros de R$ 8.976,96, dividido em 18 parcelas de R$ 498,72, com vencimento da primeira em 05 de novembro.

O Autor contestou a transação administrativamente perante o Mercado Pago (Consulta n *****), anexando o Boletim de Ocorrência. Contudo, em manifestação oficial, a instituição recusou-se a cancelar o contrato [Editado pelo Reclame Aqui], alegando que o valor foi totalmente movimentado no mesmo dia da contratação e repassando integralmente o ônus do [Editado pelo Reclame Aqui] ao consumidor [Editado pelo Reclame Aqui].

Diante da evidente quebra do dever de segurança interna e nos sistemas de checagem de transações das três instituições financeiras rés que permitiram saques, transferências atí[Editado pelo Reclame Aqui] e contratações de empréstimos vultosos em um único dia , busca-se a tutela jurisdicional para evitar a negativação do nome do Autor, o cancelamento imediato dos débitos e a restituição do valor subtraído de sua conta pessoal.