Experiência péssima na loja Nespresso de Salvador: Falha de informação do produto e mau atendimento do gerente *****

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Salvador - BA

26/05/2026 às 15:16

ID: 249737139

Loja Nespresso de Salvador. Experiência péssima do início ao fim, e sinto que precisa ser dita publicamente.

Sou cliente Nespresso há muitos anos. Tenho várias máquinas Vertuo Pop em CPFs diferentes da minha família, compro cápsulas com regularidade, sempre fui um defensor espontâneo da marca em conversas com amigos, sócios e clientes do meu próprio negócio. Sempre acreditei que a Nespresso entregava algo diferente: produto de qualidade, atendimento à altura e uma relação com o cliente que justificava o preço premium que ela cobra. É exatamente por isso que o que aconteceu no último domingo me deixou tão indignado.

Eu estava convicto de que minha máquina tinha defeito. O café saía em um volume que eu considerava errado, e como cliente que já teve várias unidades, achei estranho. Tomei a decisão de levar a máquina pessoalmente até a loja para resolver. Para isso, ela saiu do meu escritório e percorreu cerca de 1000km até a loja de Salvador. Mil quilômetros. Estrada inteira carregando uma máquina que eu acreditava estar com problema, organizando o dia em função disso, gastando combustível, tempo e disposição. Tudo na crença de que estava resolvendo uma falha de produto da marca em que eu confio.

Cheguei na loja e descobri que o tal defeito não existia. A Vertuo opera com duas configurações de volume, 40ml e 110ml, e essa regulagem é feita pelo próprio usuário. É uma informação básica do produto, que muda completamente a percepção de quem está começando a usar a máquina. E essa informação não me foi passada pela vendedora no momento da compra. Em nenhum momento. Nem uma demonstração rápida, nem uma orientação verbal, nem uma indicação clara de que aquele comportamento era normal e ajustável. Se essa explicação tivesse sido dada, e deveria ter sido dada, porque é o mínimo do trabalho de quem vende um produto desse porte, eu teria evitado os 1000km de deslocamento. E, sinceramente, teria reavaliado a própria compra antes de fechar.

A frustração, porém, não parou aí. Piorou muito. E o nome dessa piora é *****, gerente da loja.

Quando procurei orientação, fui recebido por ele. E aqui o problema deixa de ser uma falha pontual de informação e passa a ser uma falha grave de gestão, de postura e de caráter profissional. ***** me atendeu com uma arrogância que eu não esperava encontrar em uma loja de marca premium. Falou comigo de cima para baixo, em tom de impaciência, como se eu estivesse atrapalhando o domingo dele. Não houve escuta, não houve interesse genuíno em entender o que tinha acontecido. Houve postura defensiva desde o primeiro segundo, como se o cliente que chega à loja com uma dúvida fosse, por definição, um problema a ser dispensado o mais rápido possível.

A primeira frase que ele me direcionou, em essência, foi que eu "deveria ler o manual" antes de procurar a loja. Pense no peso disso. Um gerente de uma loja física de marca premium, dizendo a um cliente que viajou 1000km até ali, que o caminho correto seria ter lido um folheto em casa. Como se a loja existisse apenas para vender e não para acolher cliente. Como se a função dele, gerente, fosse blindar a equipe contra o cliente, e não o contrário.

E piorou. ***** começou um discurso comparando o atendimento da Nespresso no Brasil com o da Itália. Em tom de superioridade. Como se o problema fosse o meu nível de exigência e não o despreparo grotesco da equipe que ele lidera. Foi constrangedor. Um gerente, dentro da própria loja, em pé na frente de um cliente antigo da marca, escolhendo o caminho de se exibir em vez de resolver. Escolhendo o deboche em vez da empatia. Escolhendo o "eu sei mais que você" em vez de simplesmente reconhecer que a equipe dele falhou na hora de orientar o cliente.

E eu não estava sozinho. Estava acompanhado. As pessoas que estavam comigo ficaram literalmente sem reação diante daquilo. Olhavam para mim, olhavam para ele, e não acreditavam estar ouvindo aquele tipo de tratamento sair da boca de um gerente, dentro de uma loja Nespresso, vindo de uma marca que vende a experiência do cliente como parte central do seu posicionamento mundial. Mais de uma vez, depois que saímos, comentaram comigo o quanto aquilo tinha sido absurdo. O quanto era inacreditável que um profissional naquele cargo, representando aquela marca, tratasse um cliente daquela forma. Foi humilhante. Não há outra palavra. Ser tratado com deboche, na frente de quem te acompanha, por um gerente de uma marca que você sempre defendeu, é humilhante.

E é aí que mora o ponto mais grave. ***** não é um vendedor mal treinado. ***** é o gerente. É a pessoa que define o padrão de atendimento daquela loja. É a pessoa que treina, corrige e dá exemplo para a equipe. Se o gerente trata cliente antigo dessa forma, na frente de testemunhas, fica fácil entender por que a vendedora não se preocupou em explicar o produto na hora da venda. A cultura da loja vem de cima. E a cultura que ***** sustenta ali é de arrogância, despreparo e descaso com quem sustenta o faturamento dela.

Saí da loja não apenas decepcionado, mas envergonhado pela marca. Porque enquanto a Nespresso global se posiciona como referência mundial em experiência de café, em Salvador ela está sendo representada por um gerente que humilha cliente, que debocha na frente de outras pessoas, que coloca cliente como o problema, e que faz isso com a tranquilidade de quem nunca foi questionado. É uma falha de gestão regional gravíssima.

O resumo da experiência é esse:

A vendedora não explicou o básico do produto.
O cliente fez 1000km confiando na marca, sem necessidade nenhuma.
O gerente, *****, em vez de resolver, escolheu humilhar, debochar e transferir a falha da equipe dele para o cliente, na frente das pessoas que estavam comigo.
Nenhum reconhecimento de erro. Nenhuma empatia. Nenhuma postura compatível com uma marca que se vende como referência mundial em experiência do cliente.

E o que mais me incomoda: nada disso aconteceu com um cliente novo, desavisado. Aconteceu com um cliente de anos, com histórico de compras, com várias máquinas em casa, com hábito consolidado de consumo da marca. Se é assim que ***** trata quem já é cliente fiel, na frente de testemunhas, eu não consigo imaginar como ele trata quem entra ali pela primeira vez.

Quem já foi à Nespresso de Salvador sabe do que estou falando. Não acredito que esse seja um caso isolado. Pelo tom, pela naturalidade do despreparo, pela ausência de constrangimento de ***** diante da situação, é padrão. É como aquela loja funciona sob a gestão dele. Marca cara, sofisticada, premium, que vende experiência como diferencial, sendo representada localmente por um gerente que entrega exatamente o oposto disso.

Fica o registro público. Para que quem está pensando em comprar Nespresso em Salvador saiba o que pode encontrar sob a gestão de *****. E para que a marca, se ainda se importa com o nome que construiu, olhe com seriedade para quem está sentado naquela cadeira de gerência antes que mais clientes antigos cheguem ao mesmo ponto que eu cheguei.

Membro desde 2017.

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Resposta da empresa

28/05/2026 às 13:53

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