O que aconteceu
Segunda cirurgia, nova deiscência, falta de assistência e prejuízo financeiro: estou passando pelo mesmo trauma novamente
Venho registrar minha profunda insatisfação com a clínica e com a assistência que venho recebendo após duas cirurgias mamárias. Estou passando novamente por uma situação extremamente dolorosa, tanto física quanto emocionalmente, depois de já ter enfrentado uma complicação grave na minha primeira cirurgia, em dezembro de 2025.
A gravidade da primeira complicação pode ser observada nas fotografias que possuo da época. A abertura da ferida chegou a uma dimensão muito grande, deixando uma extensa área de tecido exposto, com necessidade de tratamento prolongado. Apesar de eu ter comunicado a evolução do problema e enviado imagens ao médico, recebia orientações de que estava tudo bem e de que bastava utilizar gaze. A situação continuou piorando até que precisei procurar atendimento hospitalar, onde foi constatada uma infecção.
O tratamento foi longo, doloroso e desgastante. Foram meses até a ferida fechar, além de consequências estéticas e do deslocamento da prótese. Por isso, retornar agora a uma situação de abertura da cicatriz, depois de uma segunda cirurgia realizada justamente na expectativa de corrigir os problemas anteriores, representa um sofrimento enorme e uma quebra da confiança que depositei na clínica.
Tenho registros fotográficos da primeira complicação. Entretanto, a ferida continuava aumentando, e a situação estava longe de estar bem.
Diante da piora e da falta de uma solução efetiva, chegou um momento em que precisei procurar o pronto-socorro por conta própria, porque a abertura já estava enorme. Somente então foi solicitada uma investigação de infecção, cujo resultado constatou que eu estava com uma infecção. Até aquele momento, eu sequer sabia havia quanto tempo estava com esse quadro.
Precisei permanecer em tratamento hospitalar e, posteriormente, tomar antibióticos por mais 60 dias. A ferida levou aproximadamente três a quatro meses para fechar. Além de todo o sofrimento e do tratamento prolongado, meu seio ficou caído, a prótese saiu do lugar e fiquei com uma cicatriz muito comprometida. Considero que a falta de acompanhamento e de uma intervenção adequada desde os primeiros sinais contribuiu para todo esse sofrimento e para os prejuízos que enfrentei.
Depois de aproximadamente seis meses, decidi refazer a cirurgia, acreditando que dessa vez teria a assistência necessária para evitar que tudo se repetisse.
Antes da nova cirurgia, foi prometido que eu teria acompanhamento próximo, que a profissional responsável CEO MALU , acompanharia minha recuperação e que eu teria acesso às tecnologias e aos recursos da clínica para auxiliar no processo de cicatrização. Essas garantias foram importantes para que eu me sentisse segura em realizar novamente o procedimento.
Além disso, tive um prejuízo financeiro significativo. Na primeira cirurgia, foi recomendada uma prótese de 430 ml, tamanho que também correspondia ao resultado que eu desejava. Passei por avaliação com o especialista em cirurgia bariátrica indicado pela própria clínica, justamente para buscar maior segurança na escolha. Na ocasião, fui informada de que a prótese escolhida não seria um problema.
Entretanto, na segunda cirurgia, o próprio médico me orientou a substituir a prótese de 430 ml por uma de 280 ml, afirmando que o tamanho anterior não deveria ter sido utilizado porque poderia ocasionar problemas. Diante dessa orientação e do receio de passar por novas complicações, aceitei a troca e tive que pagar mais R$ 11.000,00 para realizar a nova cirurgia.
Ou seja, além de todos os danos físicos, emocionais e estéticos que já havia enfrentado, precisei desembolsar mais R$ 11 mil para tentar corrigir a situação e evitar que os problemas se repetissem.
E agora, infelizmente, estou passando novamente por uma situação semelhante.
Após a nova cirurgia, meu seio está torto e minha cicatriz apresenta novas aberturas, com uma deiscência que me preocupa e que, segundo venho observando, está aumentando. Estou novamente diante do medo de que a ferida se agrave, de que surjam outras complicações e de que todo o sofrimento anterior se repita
O mais revoltante é que, antes de realizar essa segundacirurgia, foi prometido que eu teria acompanhamento próximo e assistência com os tratamentos necessários para a minha recuperação. Agora, diante da nova complicação, estou tentando contato, pedindo ajuda e solicitando uma reunião com a responsável que havia se comprometido a acompanhar meu caso, mas não consigo obter o retorno e o suporte que considero necessários.
Estou tendo que buscar informações por conta própria sobre curativos especiais, acompanhamento com profissional especializado em tratamento de feridas e possibilidade de oxigenoterapia hiperbárica. Tenho a sensação de que, se eu estivesse simplesmente esperando por uma orientação efetiva, sem buscar ajuda e alternativas por iniciativa própria, a ferida poderia estar ainda maior neste momento.
Não é aceitável que uma paciente que já passou por uma complicação tão grave, por tratamento prolongado de uma infecção, por meses de cicatrização e por uma nova cirurgia, precise enfrentar novamente esse cenário sem conseguir o acompanhamento que lhe foi prometido.
Não estou falando apenas de insatisfação com um resultado estético. Estou falando de saúde, integridade física, segurança, sofrimento emocional, despesas adicionais e, principalmente, da necessidade de assistência adequada diante de uma complicação cirúrgica.
Para aumentar ainda mais minha insatisfação, acabei de receber uma mensagem informando que o médico gostaria de realizar alguns pontos na região para auxiliar no fechamento da ferida, mas que esse procedimento teria um custo adicional de R$ 300,00.
Considero extremamente frustrante e revoltante receber uma nova cobrança para tratar uma complicação que surgiu após uma cirurgia pela qual já paguei e, posteriormente, desembolsar mais R$ 11.000,00 justamente para corrigir os problemas da primeira intervenção e tentar evitar que tudo acontecesse novamente.
Fora o custo que foi pago à vista da primeira cirurgia que paguei 28 mil, e agora mais 11 mil, pra ter os mesmos resultados e nenhuma assistência que foi prometida.
E alem do mais, antes de fazer a segunda cirurgia, eu realizei uma reclamação aqui, sobre a assistência que não tive na primeira.
E a clínica me ligou, me coagindo, dizendo que se eu não apagasse a reclamação, não fariam a segunda cirurgia.
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4Interações da reclamação
Perfeita Plástica respondeu
15/10/2026 às 15:53
Olá, senhora Giovana, tudo bem?
Recebemos o seu relato e compreendemos que a situação vivenciada ao longo do seu processo de recuperação tem gerado preocupação e insatisfação, especialmente diante do histórico relatado e das despesas que a senhora informa ter tido com os procedimentos.
Gostaríamos de esclarecer alguns pontos referentes ao seu acompanhamento atual.
A deiscência, que consiste na abertura parcial ou total de uma ferida cirúrgica, é uma intercorrência que pode ocorrer durante o processo de cicatrização. Sua ocorrência, isoladamente, não significa que o procedimento cirúrgico não tenha sido realizado conforme o planejado ou que não esteja sendo oferecido suporte durante o pós-operatório. A evolução de cada caso precisa ser avaliada individualmente pelo médico responsável, considerando as condições clínicas e as necessidades de cada paciente.
Em relação ao seu acompanhamento atual, nossa equipe de suporte pós-operatório vem realizando contatos e alinhamentos para viabilizar os atendimentos com a equipe de enfermagem e o médico responsável. Conforme as solicitações apresentadas pela senhora, o Dr. Murilo realizou o encaminhamento para avaliação da possibilidade de realização de oxigenoterapia hiperbárica. Além disso, diante da solicitação referente a um exame, foi providenciada a respectiva guia médica.
Entendemos que a senhora esteja realizando outros tratamentos e que isso possa dificultar o comparecimento aos retornos. Reforçamos, entretanto, a importância de manter as avaliações programadas, pois o acompanhamento presencial permite que o médico avalie a evolução da cicatrização e defina as condutas pertinentes. Nossa equipe permanece à disposição para auxiliar na organização desses atendimentos.
Quanto à solicitação de realização de pontos na região, bem como aos valores informados referentes ao procedimento e aos materiais envolvidos, compreendemos sua preocupação com os custos adicionais, considerando as despesas que a senhora relata ter assumido desde a primeira cirurgia. Os valores e as condições aplicáveis precisam ser esclarecidos de acordo com o procedimento proposto e os materiais envolvidos, para que a senhora tenha informações claras sobre o atendimento.
Em relação aos demais pontos apresentados no seu relato, incluindo o histórico da primeira cirurgia, a escolha e a substituição das próteses, os valores investidos e as questões referentes às tratativas anteriores com a clínica, compreendemos a importância dessas considerações e a necessidade de que sejam analisadas com atenção, considerando os registros disponíveis.
Reforçamos que nosso objetivo é manter a comunicação com a senhora e dar continuidade aos alinhamentos necessários para o acompanhamento pós-operatório. A existência de uma intercorrência não elimina a importância do suporte e da avaliação médica, assim como a continuidade da assistência deve considerar as necessidades clínicas identificadas em cada etapa da recuperação.
Por fim, considerando o relato de que a abertura da cicatriz está aumentando, orientamos que a senhora entre em contato com a equipe responsável para avaliação médica o quanto antes, sem aguardar o próximo retorno agendado. Caso apresente piora importante, febre, secreção ou outros sinais de agravamento, procure atendimento médico de urgência.
Permanecemos à disposição para os alinhamentos necessários à continuidade do seu acompanhamento.
Consumidor respondeu
19/10/2026 às 12:49
Agradeço o retorno, mas a resposta apresentada pela clínica não esclarece os principais pontos da minha reclamação e omite fatos importantes sobre a assistência que efetivamente recebi durante meu pós-operatório.
O ponto central da minha reclamação não é simplesmente a ocorrência de uma deiscência, mas o descumprimento das promessas de acompanhamento e assistência que me foram feitas antes de eu aceitar realizar uma segunda cirurgia.
Antes de me submeter novamente ao procedimento, relatei todo o histórico da primeira complicação e o sofrimento físico, emocional e financeiro que enfrentei. A CEO ***** me prometeu que acompanharia meu caso de perto e que eu teria acesso aos tratamentos e recursos necessários para auxiliar na cicatrização, incluindo tecnologias como o ozônio e outros cuidados que fossem necessários durante a recuperação.
Essas promessas foram determinantes para que eu voltasse a confiar na clínica e aceitasse realizar uma nova cirurgia. Eu já havia passado por uma experiência extremamente traumática e precisava ter a segurança de que, caso surgisse qualquer intercorrência novamente, receberia a assistência adequada.
Entretanto, na prática, não tive acesso ao acompanhamento e aos recursos prometidos da forma como me foram apresentados antes da cirurgia.
O mais grave é que todos os procedimentos e medidas que a clínica agora menciona como parte do acompanhamento foram, na realidade, solicitados por mim. Não partiram espontaneamente do médico como resultado de uma iniciativa preventiva ou de uma avaliação que antecipasse os riscos do meu caso.
Eu já conheço, infelizmente, a evolução de uma deiscência, porque passei por isso na primeira cirurgia. Naquela ocasião, precisei esperar a ferida se abrir extensamente e chegar a um estágio muito avançado de infecção para que fossem tomadas providências mais efetivas, incluindo a indicação de curativos específicos e oxigenoterapia hiperbárica. Sei o que aconteceu comigo da primeira vez e não queria, de maneira alguma, passar novamente pela mesma situação.
Justamente por essa experiência, desta vez procurei me antecipar à piora do quadro.
Com pouquíssimos dias de pós-operatório, fui eu quem solicitou ao médico o encaminhamento para as sessões de oxigenoterapia hiperbárica, justamente para tentar evitar que a abertura da cicatriz aumentasse. Mesmo tendo buscado essa alternativa precocemente, a ferida voltou a abrir. Portanto, não é correto apresentar o encaminhamento para a hiperbárica como se tivesse sido uma iniciativa espontânea da equipe, sem esclarecer que fui eu quem pediu essa medida, preocupada com a possibilidade de repetir a complicação anterior.
O mesmo aconteceu com a investigação de uma possível infecção. Fui eu quem solicitou ao médico que pedisse o exame de coleta por swab, conhecido como exame de cotonete, para investigar se havia infecção na região da ferida. Não foi uma iniciativa dele que surgiu diante da evolução do meu quadro.
Também fui eu quem procurou informações e foi atrás de curativos específicos para o tratamento da lesão, buscando, por conta própria, alternativas que pudessem ajudar na cicatrização. Não recebi espontaneamente o encaminhamento para um profissional especializado em feridas; fui atrás dessa assistência porque tenho conhecimento, pela experiência anterior, de como uma situação aparentemente pequena pode evoluir para algo muito mais grave.
Ou seja, as medidas que estão sendo tomadas não decorreram do acompanhamento preventivo que me foi prometido, mas da minha própria iniciativa, da minha insistência e da experiência traumática que vivi na primeira cirurgia.
Se eu tivesse simplesmente aguardado que as providências partissem da equipe, sem questionar, pesquisar, solicitar exames e procurar profissionais especializados, temo que a abertura da minha cicatriz já estivesse muito maior neste momento. Não considero aceitável que uma paciente com histórico de deiscência grave e infecção precise assumir praticamente sozinha a responsabilidade de buscar os cuidados necessários para evitar a repetição do problema.
A situação atual e a preocupação com a possível infecção.
Desde a saída da cirurgia, estou tomando ciprofloxacino, antibiótico prescrito pelo médico. Já questionei o doutor em duas ou três ocasiões sobre a necessidade de trocar o medicamento, pois a ferida não apresentava a melhora esperada e eu continuava preocupada com sua evolução. Nas duas ocasiões em que questionei especificamente a troca, fui orientada de que não era necessário mudar o antibiótico.
Hoje, procurei atendimento com uma estomaterapeuta para avaliação especializada da ferida. Durante essa avaliação, fui informada de que a lesão apresentava sinais preocupantes de infecção, incluindo presença de pus. A profissional também questionou a manutenção do antibiótico atual diante do tempo de tratamento e da ausência de melhora, considerando que, na avaliação dela, seria necessário reavaliar a conduta medicamentosa.
Estou tomando ciprofloxacino há mais de 20 dias, e a ferida continua apresentando secreção purulenta e não evolui como esperado. Diante desse cenário, considero extremamente preocupante que minhas dúvidas sobre o antibiótico tenham sido reiteradamente afastadas sem que eu percebesse uma melhora clínica satisfatória.
Não cabe a mim, como paciente, determinar qual antibiótico deve ser prescrito ou substituí-lo por conta própria. Essa responsabilidade é médica. Entretanto, cabe a mim questionar por que, diante da persistência da lesão, da ausência de melhora e dos sinais que agora foram identificados pela estomaterapeuta, não houve uma reavaliação mais efetiva da conduta até o membro.
Consumidor respondeu
19/10/2026 às 12:57
Esse episódio reforça minha preocupação com a assistência que venho recebendo. Mais uma vez, fui eu quem precisou buscar atendimento especializado e ouvir uma avaliação que levantou novas preocupações sobre o estado da lesão.
Considerando meu histórico, não deveria ser necessário que eu insistisse repetidamente para que minhas preocupações fossem reavaliadas. Eu já havia enfrentado uma infecção grave na primeira cirurgia e informado a clínica sobre tudo o que aconteceu. Era esperado que esse antecedente fosse considerado com atenção especial no acompanhamento atual. Não quero continuar em um tratamento sem melhora aparente, sem que minhas preocupações sejam devidamente investigadas.
Depois de aproximadamente seis meses, decidi realizar uma nova cirurgia acreditando que dessa vez teria o acompanhamento necessário para evitar que tudo se repetisse.
Paguei R$ 28.000,00 pela primeira cirurgia e, posteriormente, mais R$ 11.000,00 pela segunda, inclusive para substituir a prótese de 430 ml por uma de 280 ml, após orientação médica de que o tamanho anterior poderia ocasionar problemas.
Portanto, além do sofrimento físico e emocional da primeira complicação, tive um prejuízo financeiro expressivo para tentar corrigir os problemas anteriores. Agora, estou novamente enfrentando uma abertura na cicatriz, preocupação com possível infecção e insegurança sobre a assistência que deveria estar recebendo.
Não se trata de uma simples insatisfação com o resultado estético. Trata-se de um histórico de complicações, despesas elevadas e expectativas de segurança e acompanhamento que não considero terem sido atendidas.
AS promessas da CEO Malu antes da segunda cirurgia, me transmitiu garantias de que acompanharia pessoalmente meu caso e de que eu teria acesso aos recursos necessários para auxiliar na cicatrização, incluindo ozônio e outras alternativas de tratamento.
Essas garantias tiveram peso decisivo na minha escolha de realizar novamente o procedimento na clínica. Por isso, não considero suficiente receber uma resposta genérica de que a equipe está disponível para organizar retornos e atendimentos. Quero saber, concretamente, por que o acompanhamento prometido não aconteceu como esperado e quais medidas serão efetivamente tomadas para resolver a situação atual.
Reitero também um fato grave relatado na minha reclamação original: antes da segunda cirurgia, após eu registrar uma reclamação sobre a assistência que não recebi na primeira, fui contatada por representantes da clínica e informada de que a nova cirurgia não seria realizada caso eu não apagasse a reclamação.
Senti-me coagida diante dessa situação, pois estava buscando uma solução para um problema de saúde e dependia de uma decisão relacionada à minha cirurgia. Esse episódio precisa ser esclarecido, e não simplesmente ignorado na resposta da clínica. Não considero adequada uma resposta genérica sobre intercorrências cirúrgicas ou sobre a importância dos retornos médicos. Tenho ciência de que complicações podem acontecer. O que estou questionando é a assistência efetivamente prestada, a ausência de iniciativa que relato no acompanhamento, o cumprimento dos compromissos assumidos e a maneira como minhas preocupações vêm sendo tratadas.
Não busquei uma segunda cirurgia para passar novamente pelo mesmo sofrimento. Aceitei me submeter ao procedimento porque acreditei que, dessa vez, teria acompanhamento e suporte compatíveis com meu histórico e com as garantias que me foram dadas.
É extremamente frustrante perceber que, mesmo depois de tudo o que enfrentei, continuo tendo que pesquisar, solicitar exames, buscar curativos, procurar especialistas e insistir para que minhas preocupações sejam consideradas. Não deveria ser necessário que uma paciente com esse histórico precisasse conduzir por conta própria tantas etapas da busca por assistência.
Espero uma resposta individualizada, com esclarecimentos concretos, reconhecimento dos pontos que ainda não foram respondidos e propostas efetivas de solução. Não quero promessas vagas nem uma repetição das orientações gerais sobre riscos cirúrgicos.
Minha prioridade é a minha saúde, a investigação adequada da possível infecção e a cicatrização segura da ferida. Quero clareza, responsabilidade, assistência efetiva e respostas para as questões que continuam sem solução.