Unidade Aquarius: péssima gestão, perseguição a cliente, cancelamento unilateral do contrato sem motivo e descaso por parte da empresa

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São José dos Campos - SP

02/03/2024 às 06:22

ID: 183729413

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Sim, parece ser uma reclamação muito tardia, mas a verdade é que cansei de esperar por uma resposta decente e respeitosa por parte da empresa através de contato amigável. Mas o que exatamente ocorreu?

Em 27/11/*******, fui expulso da Smart Fit, sem que houvesse motivo para tal e, pior, sem que houvesse uma declaração formal de motivo por parte da gerência da unidade em que eu estava, que era na oportunidade quem deveria representar legalmente da empresa. Em consequência, fizeram a cobrança de multa contratual referente ao período de fidelidade, mesmo sendo iniciativa da empresa o encerramento unilateral do contrato.

Desde então, fiz diversos contatos com a empresa, para questionar sobre o real motivo e protestar contra a cobrança indevida, mas eles se limitam sempre a dizer que a administração da unidade tomou todas as medidas administrativas necessárias devido à infração das Normas de Utilização da academia, não sendo possível retornar às nossas academias. Nunca dizem exatamente que infração supostamente ocorreu e nem sequer abordam a questão da multa.

A reclamação poderia ser assim, sucinta, porém devem responder o mesmo de sempre. É claro que a empresa não tem como declarar um motivo para a decisão tomada, pois simplesmente não existe. Sabe que, se fizer qualquer acusação, ficará na posição de ter que comprovar, e certamente não terá como. Por isso, deve se limitar a repetir a resposta vazia de sempre. Quem não deve não teme! Eu estou aqui! Sendo assim, passarei a relatar com detalhes o que ocorreu não só no dia, mas também outros episódios ocorridos durante o período de utilização, que foi iniciado cerca de 4 meses antes do fatídico dia.

Antes de começar, esclareço que o problema se deu na unidade Aquarius, em São José dos Campos, SP. Também declaro que conheço a Smart Fit desde ******* e, depois da experiência de utilização em algumas unidades, passei a ver a empresa com admiração e respeito. No entanto, a experiência na unidade Aquarius infelizmente destoou muito do padrão da empresa, especialmente pela atuação de sua gerente, de nome Kátia.

Também aproveito a oportunidade para deixar bem claro para a empresa que, diferente de outros tempos, não é mais exclusividade da Smart Fit oferecer o serviço de academia de musculação nos moldes em que a empresa oferece (liberdade de utilização, autonomia, boa infraestrutura, mesmo sem preço altíssimo). Outras empresas, como Sky Fit, Red Fit, Selfit ou Blue Fit (alguns exemplos em São José dos Campos, SP) oferecem exatamente a mesma qualidade (no mínimo), e até com vantagens, como equipamentos mais modernos (e com pleno funcionamento), preços ainda melhores e, principalmente, sem exigir fidelidade. Enquanto isso, a Smart Fit ainda se prende à exigência de fidelidade e, no caso da unidade Aquarius, apresenta diversas deficiências de infraestrutura e de gestão.

UMA SINOPSE

Como o presente relato necessariamente tornou-se muito extenso, é cabível um resumo antes de entrar nos detalhes. Sendo assim, o que se segue é:

Experiência anterior e início do uso em *******: um resumo da experiência entre ******* e *******, e o início da utilização em *******.
Diversos situações observadas e vivenciadas durante o uso, durante o período de agosto a novembro de *******. Abordarei sobre os seguintes itens, com importantes observações finais:
Normas de utilização.
Verificação para o uso da cadeira de massagem.
Ética profissional da gerente da unidade.
Possível atitude antiética por parte de um dos colaboradores (funcionária instrutora).
Equipamentos em mau estado de conservação e funcionamento.
Vi uma outra cliente pular a roleta, será que foi advertida formalmente?
Premissas da academia (limpeza e revezamento dos equipamentos).
Revezamento de exercícios.
Ética do clientes.
Um insulto que sofri por parte de outro cliente, um infeliz episódio mal apreciado pela gerência da unidade, que provavelmente acarretou um procedimento questionável no dia seguinte (como se eu estivesse sendo vigiado), o que culminou em uma tentativa de conversa com a gerente, que conduziu o atendimento de maneira hostil, e que possivelmente levou à perseguição a este cliente.
Devido ao tamanho total do texto, que excede a capacidade do site, essa parte foi registrada em outra reclamação, intitulada Insulto sofrido na unidade Aquarius, em São José dos Campos (SP), sem a devida apreciação por parte da gerência da unidade, seguida de perseguição a mim. No entanto, no arquivo em anexo, o texto segue completo.
Finalmente, a ocorrência em 27/11/*******.

EXPERIÊNCIA ANTERIOR E INÍCIO DO USO EM *******

É importante salientar que a primeira vez em que eu me tornei cliente da empresa não foi em *******. A primeira adesão ocorreu em maio de *******, e permaneci como cliente da empresa até abril de *******. Nesse período, a minha sede era a unidade Center Vale, em São José dos Campos, SP, mas também utilizei as unidades Tindiba e Freguesia, no Rio de Janeiro. O único motivo para eu solicitar o cancelamento do plano em ******* é que, na época, eu estava muito empenhado com ciclismo como forma de realizar exercícios físicos, deixando-me com pouco tempo para frequentar academia de musculação, e eu estava pagando por um recurso que estava usando muito pouco.

Em todos as oportunidades em que utilizei as instalações da empresa nesse período, tive satisfação, o que corroborou para que eu nutrisse grande respeito pela Empresa. E foi por esse sentimento de respeito e de satisfação que, recentemente, quando decidi retornar à atividade de musculação, não me preocupei muito em procurar alternativas. Sendo assim, procurei uma unidade da Smart Fit, com a certeza de que ficaria satisfeito, tal como no período anterior.

Em 01/08/*******, fiz a nova contratação do plano Black da academia Smart Fit, através do site da empresa. O contrato previa a fidelidade de um ano, com a multa em caso de cancelamento antes desse prazo (claro que a intenção era permanecer como cliente durante todo o período, para não ter que pagar a multa). Escolhi, como minha sede, a unidade Aquarius, situada na Av. Comendador Vicente de Paulo Penido, ******* São José dos Campos, SP CEP 12.**************, por ser a mais próxima de minha residência. O fato de ter sido anunciada como a maior da cidade (mais vazia, mais equipamentos) também foi um atrativo, mas não o principal. No dia da contratação li todos os regulamentos e normas disponíveis no site.

Passei a usar as instalações da empresa a partir do dia 02/08/*******, e vinha usando normalmente, inclusive em outras unidades, visto que o plano Black dá direito ao uso em toda a rede. Por exemplo, nos dias 31/08 e 01/09, usei a unidade Tindiba, no Rio de Janeiro, e nos dias 21/09 e 11/10, unidade Center Vale, também em São José dos Campos. Nas demais oportunidades, utilizei as instalações da minha sede, a unidade Aquarius.

A seguir, passo a relatar algumas situações observadas durante a utilização da unidade em *******, inclusive algumas falhas de gestão notadas, em alguns casos fazendo a comparação com outras unidades da rede que tive a oportunidade de conhecer e onde pude observar uma gestão melhor.

NORMAS DE UTILIZAÇÃO

A Smart Fit possui um arquivo que lista as normas de utilização, disponível no site da Empresa. Eu baixei e li esse arquivo antes de utilizar as instalações após a contratação em *******. Essas normas serão referenciadas nas demais partes deste documento conforme necessário. É importante salientar estes dois pontos:

Selfies e fotografias: são permitidas, com o devido cuidado (página 2), porém o item 3.1.4 g proíbe sem exceções. Para eliminar qualquer tipo de dúvida, o documento precisa de atualização quanto a isso.
Não é prevista uma proibição de uso do celular, embora isso seja constantemente desencorajado através da sonorização interna. A única restrição está no item 3.2 c (usar no modo silencioso/vibratório). ******* que, para o acompanhamento dos exercícios, incluindo a cronometragem das pausas, existe o aplicativo.

VERIFICAÇÃO PARA O USO DA CADEIRA DE MASSAGEM

A cadeira de massagem é um benefício exclusivo para titulares do plano Black.

Na primeira vez em que fui usar o equipamento na unidade (não lembro exatamente o dia, mas certamente foi na primeira semana de agosto de *******), já fui preparado para informar meu CPF (já estava na ponta da língua). Eu estava certo de que essa informação seria solicitada porque sempre foi assim em todas as unidades que utilizei. Para minha surpresa, a funcionária disse que não era necessário. No momento, achei esquisito, porém não questionei.

Na oportunidade seguinte, mais uma vez estava pronto para informar o meu CPF, e mais uma vez a funcionária afirmou que não era necessário. Nesse momento, porém, não houve surpresa, pois eu já havia lembrado de uma informação importante, que descobri no dia em que visitei a unidade pela primeira vez, para me informar sobre os valores, já com a intenção de contratar o plano: diferente de outras unidades que conheci, plano Black, que dá mais benefícios, é mais barato que o plano Smart (mais simples) na unidade Aquarius. Então comentei assim:

É que aqui todos são Black, né?

A funcionária sorriu e gentilmente confirmou, dizendo isso. Eu ainda comentei algo do tipo a vantagem é que não precisa ficar verificando, ao que ela novamente sorriu e confirmou. Claro, ainda havia a possibilidade de tentativa de uso por parte de convidados, mas, naquele momento, considerei que não competia a mim colocar isso em questão.

Durante quatro meses de uso da academia funcionou assim, até que, no final de novembro, provavelmente no dia 23, quando solicitei a ficha para usar a cadeira de massagem, a funcionária me solicitou o CPF para fazer a conferência. Atendi imediatamente, informando o CPF. Enquanto ela consultava o sistema, comentei:

Quem bom, agora tem que fazer a verificação, assim é o certo.

Fiz esse comentário porque considero que o melhor é cumprir com o procedimento previsto. A funcionária confirmou, enquanto conferia as informações na tela do computador. Enquanto ela rolava muito rapidamente a tela, que é voltada para a parte externa do balcão, pude ver a palavra ativo com a cor verde em volta e o logotipo do meu cartão de crédito que está cadastrado no sistema. Logo em seguida, ela me entregou a ficha e informou que estava tudo certo, mas não fechou a tela, que tinha algumas informações minhas, como o nome completo e o próprio CPF. Pedi que ela saísse da tela com as minhas informações, mas ela disse que ainda iria ver. Eu falei que achei que ela já tinha visto, e disse aguardaria ela terminar, mas parece que ela não gostou muito. Observou a tela mais uma vez, enquanto rolava as informações, e depois fechou. Eu prossegui para usar a cadeira.

Enquanto seguia em direção ao equipamento, vi que um homem (um senhor de certa idade, estatura baixa) se aproximou da funcionária e lhe pediu uma ficha, dizendo algo do tipo me dá uma aí, preciso usar hoje. A ficha foi entregue a ele sem verificação.

Como eu limpei o equipamento tanto antes quanto depois, assim como faço em todos os equipamentos, eu e aquele homem terminamos praticamente ao mesmo tempo. Ao terminar, ele se dirigiu para o interior da unidade rapidamente, e eu caminhei em direção à saída diretamente, pois, no dia, estava de carro, e não havia deixado pertences no armário, como faço quando vou de bicicleta. Ao me despedir da funcionária, aproveitei para perguntar a ela se aquele homem também era cliente. Ela gentilmente respondeu: não, ele trabalha aqui. Nos despedimos e fui embora.

No dia seguinte, quando fui pedir a ficha, já comecei a informar o CPF. A funcionária sorriu e começou a digitar. Antes mesmo de terminar, observei que o meu CPF já estava aparecendo nas sugestões de digitação, e falei é esse aí mesmo. Ela clicou no número, conferiu rapidamente as informações quando a página carregou, fechou a página (deve ter lembrado do dia anterior) e me entregou a ficha. Novamente, fiz um comentário, para demonstrar que estava de pleno acordo:

Antes o pessoal não exigia o CPF, afinal, em tese, todos daqui são Black, a menos, claro, que fosse algum convidado tentando dar migué. Melhor fazer a verificação mesmo.

A funcionária gentilmente sorriu.

Esse relato demonstra um procedimento que não estava bom, mas felizmente foi corrigido.

No entanto, aproveito parar sugerir que a tela do computador, onde aparecem informações pessoais, inclusive de quem passa pela catraca. De outra forma, a política de privacidade, mencionada nas normas de utilização, é desrespeitada. Embora pareça uma configuração moderna e despojada o funcionário da recepção do lado de fora do balcão, fazendo todas as operações nessa posição, a configuração normal, com a tela voltada para dentro e o funcionário tendo que fazer as operações no parte interna, é muito mais segura sob a ótica da política de privacidade. É assim em outras unidades da Smart Fit.

ÉTICA PROFISSIONAL DA GERENTE DA UNIDADE

Este episódio aconteceu já faz algum tempo e, na época, não dei muita importância, mas talvez agora seja importante.

Em um dos primeiros dias que fui à unidade, enquanto estava usando a cadeira de massagem (de olhos fechados, fazendo exercícios de optocinética), talvez durante a primeira utilização, a gerente Katia se aproximou e, perto de outros associados e de funcionários, falou em voz alta que, se visse alguém dormindo, passaria pasta de dente na pessoa. Foi inesperado quando ouvi. Abri os olhos e vi uma pessoa que ainda não conhecia.

Fiquei um pouco desconsertado, mas tudo bem, foi em tom de brincadeira, e, no momento, preferi deixar assim, em tom de brincadeira, mas não me senti bem, tanto é que, depois disso, passei muito tempo usando a cadeira de massagem sem fazer exercícios para os olhos. Só voltei a fazer muito tempo depois.

Apesar do tom de brincadeira, não gostei da atitude dela, pois fazer brincadeiras com desconhecidos nem sempre traz bons resultados. A posição de gerente não lhe dá o direito de agir assim. Ela deveria ter se apresentado formalmente a mim como gerente antes, mas somente muito tempo depois que ela fez isso.

POSSÍVEL ATITUDE ANTIÉTICA POR PARTE DE UM DOS COLABORADORES (FUNCIONÁRIA INSTRUTORA)

Cito como possível porque não tenho como comprovar a minha suspeita. No entanto, faço questão de relatar tal ocorrência porque pode ser importante atualmente.

Depois de algum tempo frequentando a unidade, notei algumas vezes uma das instrutoras conversando com uma das clientes e olhando em minha direção. A atitude parecia suspeita porque dava a nítida impressão de que conversavam aos cochichos (aproximação de ouvido e boca, lateralmente), inclusive fazendo gestos com a cabeça (projetar o queixo para apontar), como se estivessem mesmo se referindo a mim.

Prefiro não mencionar nomes por enquanto, até mesmo porque não faço ideia do nome da cliente, embora saiba o da instrutora. Porém, ainda assim, prefiro manter o nome em segredo por enquanto. A cliente eu posso descrever, mas, por enquanto, com poucos detalhes. Trata-se de uma senhora que deve ter uma certa idade, talvez na casa dos 50 anos, talvez um pouco mais, talvez quase. É uma das pessoas que costumava ver no mesmo horário em que preferia frequentar, entre 13h e 15h.

É importante ressaltar que tal instrutora sempre me cumprimentava, assim como todos os funcionários da empresa fazem com os clientes. Porém, a partir de um certo momento, passei a notar certa frieza por parte dela, inclusive ao não ser respondido em uma vez que cumprimentei. Isso começou a acontecer mais ou menos na mesma época em que vi pela primeira vez a referida instrutora conversando com a tal cliente. Por isso, evitei ao máximo a me dirigir a ela desde então.

Também é importante mencionar que, em duas oportunidades em que me dirigi a essa instrutora, senti a mesma frieza ou até mais.

Em uma das vezes, achei que havia visto um celular esquecido e fui avisá-la. Eu estava com os óculos antigos, por isso confundi, era um outro objeto. Senti que ela me atendeu com desdém, como se tivesse achado um absurdo eu confundir com um celular um outro objeto bem diferente.

Em outra vez, vi na unidade uma pessoa que achei que era conhecida (era uma outra instrutora da Smart Fit). Sem certeza, pois era uma pessoa que não via fazia tempo, e temendo pagar mico, resolvi perguntar à referida instrutora (que era a que estava no salão naquele momento) o nome da pessoa. Eu me dirigi a ela e falei assim:

Por favor Eu sei que você deve saber!

A reação da instrutora foi marcante. Ela arregalou os olhos, como se guardasse algum segredo, e respondeu assim:

Sei o quê?!?

Prossegui:

O nome daquela professora que está lá na sala de dança.

Imediatamente ela pareceu aliviada e respondeu. Agradeci e fui falar com a outra pessoa, pois era mesmo uma conhecida.

Será que a instrutora achava que tinha algum motivo para mudar o comportamento comigo, tornar-se fria, sentir-se alarmada quando eu me dirigi a ela e, pior, possivelmente cochichar alguma coisa sobre mim com alguma cliente?

Entendo que, se houvesse algum motivo para que eu fosse alvo de alguma conversa, que falassem comigo, abertamente, porém nada foi levado ao meu conhecimento.

EQUIPAMENTOS EM MAU ESTADO DE CONSERVAÇÃO E FUNCIONAMENTO

Em quase 4 meses de uso (mais de 40 vezes) da unidade, de 02/08/******* até 27/11/*******, as cadeiras de massagem jamais funcionaram perfeitamente. A bolsa lateral, que se infla para massagear a lateral externa das coxas, jamais teve pressão suficiente. Isso ocorre em ambas as cadeiras disponíveis na unidade.

Eu só me dei conta da deficiência quando usei na unidade Tindiba (onde usei em 31/8 e 01/9), confirmando a sensação na unidade Center Vale (onde usei em 21/9 e 11/10). Em ambas as unidades, o dispositivo funciona muito bem, a ponto de sentir grande pressão nas coxas. Em um dos dias em que estive no Center Vale, eu até mencionei: nossa, aqui funciona!

Além disso, na unidade Aquarius, as cadeiras ficaram um bom tempo sem o massageador dos músculos gastrocnêmios (batata da perna) na verdade, nem lembro se já foi corrigida essa deficiência. Sem contar que vira e mexe o apoio da cabeça está recolhido, como se não fosse permitido usar.

Além das cadeiras de massagem, é frequente a pane em outros aparelhos. Pelo menos, costumam consertar rapidamente. Por exemplo, no 27/11, não pude fazer o exercício de Hiperextensão Lombar simplesmente porque o pino de regulagem havia sumido

Não só os equipamentos de musculação, mas outros itens sempre muito deficientes são as catracas, que falham muito. Por diversas vezes, tive que digitar o CPF, para ajudar o equipamento na leitura biométrica. Observei por diversas vezes que o mesmo ocorria com outros clientes. Esse deficiência tem relação direta com o relato a seguir.

Nas outras unidades que visitei no período, precisei digitar o CPF somente na primeira visita, para a transferência dos dados. Na segunda vez, tanto na Tindiba, quanto no Center ******* encostar o dedo, e a leitura foi imediata.

Creio que essas deficiências ocorram em função de uma gestão deficiente na unidade.

VI UMA OUTRA CLIENTE PULAR A ROLETA, SERÁ QUE FOI ADVERTIDA FORMALMENTE?

Houve um momento em que fui duramente questionado por uma infundada suspeita de não ter registrado a entrada na catraca. Isso não vem ao caso no momento, mas abordarei essa situação em outro relato. O importante aqui é um caso real que presenciei.

O fato ocorreu no dia 19/09/*******, entre 14:35 e 14:55. Eu estava na recepção, em busca de solução de um problema que não vem ao caso no momento, mas que será abordado em outro relato. Durante esse período, uma cliente de cabelos loiros e encaracolados, depois de algumas tentativas frustradas de liberar a passagem com o uso da biometria, simplesmente pulou a roleta. Quem estava presente no momento era uma pessoa que havia se apresentado a mim como gerente da gerente (creio que seja uma supervisora da empresa) que estava de passagem pela unidade, o nome dela é Juliana.

Ela pode confirmar!

No momento do ocorrido, Juliana chamou a cliente e exigiu a correta identificação, mas não tenho como saber se a cliente foi formalmente advertida. A cliente em questão continuou utilizando a academia normalmente. No dia 27/11, eu a vi chegando à unidade por volta de 14:35 a 14:40.

Creio que este caso possa ser apurado através de visualização das gravações do circuito de câmeras de vigilância, para que se proceda de acordo com o determinado nas normas de utilização da Smart Fit, item 6.3, combinado com o item 3.1.2 b, caso ainda não tenha sido apreciado.

Essa cliente deve ser conhecida e muito amiga daquela outra que parece ter cochichado com a instrutora, pois as duas clientes normalmente se cumprimentam e conversam calorosamente.

PREMISSAS DA ACADEMIA E OBSERVAÇÕES GERAIS QUANTO AO USO DAS INSTALAÇÕES

O modelo de negócio da Smart Fit se baseia em algumas premissas que funcionam como diferencial em relação a outras academias, como limpar os equipamentos antes e depois do uso, com o produto e os panos disponibilizados na própria academia, revezar o equipamento entre as séries e, especialmente, dar ao cliente liberdade de horário e de treino. É bom, embora possa gerar alguns questionamentos. Abordarei algumas situações relacionadas ao uso das instalações, observando algumas premissas da Empresa.

LIMPEZA E REVEZAMENTO DOS EQUIPAMENTOS

Por exemplo, limpar os equipamentos antes e depois do uso e ao mesmo tempo revezar o equipamento entre as séries. Sem o revezamento, considerando um exercício com três séries e pausas entre elas, uma sequência normal de eventos poderia ser:

1) Limpeza inicial
2) 1 série de exercícios
3) Pausa
4) 2 série de exercícios
5) Pausa
6) Última série de exercícios
7) Limpeza final

Com revezamento, considerando duas pessoas praticando um exercício com três séries e pausas entre elas, idealmente deveria ser:

1) Limpeza inicial (feita provavelmente pela 1 pessoa)
2) 1 série de exercícios da 1 pessoa, enquanto a 2 pessoa espera
3) Limpeza intermediária
4) 1 série de exercícios da 2 pessoa, enquanto a 1 pessoa faz uma pausa
5) Limpeza intermediária
6) 2 série de exercícios da 1 pessoa, enquanto a 2 pessoa faz uma pausa
7) Limpeza intermediária
8) 2 série de exercícios da 2 pessoa, enquanto a 1 pessoa faz uma pausa
9) Limpeza intermediária
10) Última série de exercícios da 1 pessoa, enquanto a 2 pessoa faz uma pausa
11) Limpeza intermediária
12) Última série de exercícios da 2 pessoa (a 1 pessoa já terminou)
13) Limpeza final (feita pela 2 pessoa)

Observa-se de imediato que parece haver uma otimização: isoladamente, duas pessoas precisariam de 14 eventos, enquanto que, com revezamento, apenas 13. Isso pode ser bom para a academia, pois pode representar um tempo menor de ocupação do equipamento (isso se a limpeza não for mais demorada que uma pausa a ponto de aumentar o tempo total). Por outro lado, pode representar um desgaste maior do equipamento, uma vez que a limpeza seria feita 7 vezes durante o uso de dois clientes em revezamento, enquanto bastariam 4, no caso de usos isolados. Além disso, em alguns casos, requer a configuração do equipamento (posicionamento, pesos etc), o que pode demandar mais tempo. Mas talvez o maior questionamento seja:

Quem fará uma limpeza a mais?

Afinal, seriam 7 limpezas para duas pessoas. Na prática, as pessoas costumam não fazer essas limpezas intermediárias, até mesmo porque são pessoas, são humanos, e pode parecer indelicado fazer essas limpezas diante de outra pessoa, por mais que se argumente que isso seja questão de saúde. Além disso, a Smart Fit não diz que é para limpar durante o uso, mas sim antes e depois

Talvez esse cenário seja um dos motivos que levam as pessoas a preferirem não fazer o revezamento. Outro motivo é que as pessoas nem sempre estão dispostas a esse tipo de relacionamento (conhecer colegas e revezar os equipamentos). Assim, a pausa pode representar um uso de celular com a cabeça baixa, o que muitas vezes acarreta uma demora ainda maior (a pessoa se distrai e usa o celular mais tempo do que o necessário para a pausa). Diga-se de passagem, essa pausa prolongada, ocupando o equipamento, contraria o item 3.1.3 a das normas de utilização.

Na unidade Center Vale e nas unidades do Rio de Janeiro que utilizei, percebi mais facilidade para esse uso com revezamento. As pessoas pedem e aceitam com mais facilidade, e é normal alguém perguntar se quer revezar, quando vê outra pessoa por perto, à espera. Por exemplo, recentemente, na unidade Tindiba, quando eu estava me preparando para usar o equipamento Leg Press, uma mulher se aproximou e pediu para revezar. Eu até falei que, na verdade, iria fazer o exercício com alternância de pernas, sem pausa, mas decidi mudar para a modalidade normal. Em consequência, tive uma excelente conversa com uma mulher que não conheço formalmente e nem sequer sei seu nome.

Na unidade Aquarius, pude notar que as pessoas não costumam revezar. Nunca me pediram para revezar. Se me pedissem, aceitaria numa boa. Eu também nunca pedi, mas porque esse é meu jeito (sou meio tímido, além de outros motivos). E pude notar que as pessoas não costumam pedir ou oferecer. Geralmente, quem oferece são os personal trainers (provavelmente eles são incentivados a isso). O que se vê muito na unidade Aquarius é exatamente a pausa estendida com celular, no equipamento, prática não permitida, de acordo com o item 3.1.3 a das normas de utilização.

REVEZAMENTO DE EXERCÍCIOS

Interessante que a Smart Fit preconiza tanto o revezamento entre pessoas, mas não incentiva o revezamento de exercícios. Sempre que há oportunidade, procuro fazer dois exercícios simultaneamente, para diminuir o tempo de utilização. Claro, só é viável se os exercícios trabalharem grupos musculares distintos. Se um equipamento permite dois exercícios (por exemplo, o crucifixo, que permite o pec fly e o rear delt), eu faço ambos, sem pausa, mesmo que um dos exercícios não esteja listado no meu treino. Outro exemplo é o uso de cadeira adutora e abdutora, que, em geral, ficam lado a lado nas unidades.

Lembro de uma vez, na unidade Center Vale, que fiz o revezamento com outra pessoa, uma mulher, dessa forma: ambos revezamos dois equipamentos (exatamente as cadeiras adutora e abdutora). Foi até divertido, ainda demos umas risadas. Também na unidade Center Vale, eu costumava usar pequenos pesos para exercitar os braços enquanto usava a bicicleta ergométrica. Preciso fazer isso para não ficar entediado de pedalar sem sair do lugar. Nunca me repreenderam por isso naquela unidade, porém, embora as normas de utilização não façam menção quanto a isso, não me permitiram tal prática na unidade Tindiba, no Rio de Janeiro, e a gerente da unidade Aquarius me informou que eu não poderia fazer isso.

Na unidade Aquarius, ocorreu um episódio interessante. Eu estava à espera para fazer os dois últimos exercícios do meu treino no equipamento n 62 (Rosca Direta Polia e Tríceps Polia Máquina V). Todos os equipamentos estavam ocupados. Um instrutor se aproximou e perguntou se eu havia terminado. Esclareci que estava à espera. A personal trainer que estava próxima ouviu e perguntou se eu queria revezar. Eu disse que não precisava, pois iria fazer dois exercícios. Isso causou estranheza tanto para ela, quanto para o instrutor Se entreolharam, algo do tipo como assim, dois ao mesmo tempo?

Apesar da estranheza causada nos instrutores, eu não sou o único a fazer esse tipo de revezamento. Certa vez, observei um recipiente pessoal (copo com tampa) em um equipamento. Achei que estava esquecido, mas um pouco depois vi que uma cliente estava alternando entre aquele e outro equipamento, e havia deixado o copo para marcar lugar (as pessoas fazem isso, já vi deixarem até celular desbloqueado nas banquetas, enquanto iam buscar pesos). O problema é que, enquanto ela estava no outro equipamento, um outro cliente, sem prestar atenção ao copo (ou simplesmente ignorando-o), começou a usar aquele equipamento que estava sem uso. Quando a cliente retornou, pegou seu copo, mas parecia não estar muito satisfeita. Tive a impressão de que uma situação delicada foi gerada entre ambos. Não houve discussão, mas creio que ele tenha perguntado se ela queria usar ou tenha *******, e ela tenha falado que não precisava, mas se afastando rapidamente, sem demonstrar delicadeza.

Eu jamais deixo meus pertences para marcar lugar. Se estiver revezando entre dois equipamentos, e outro cliente ocupar o que estiver vazio enquanto eu estiver no outro, paciência, retorno depois.

Quanto ao revezamento com outra pessoa, não costumo pedir pelo motivo que já mencionei, e também porque não tenho como saber se a pessoa não gosta (eu não me sentiria bem diante da possibilidade de causar algum desagrado à pessoa, caso ela aceitasse por mera gentileza), ou mesmo se a pessoa está com pressa (sendo que o revezamento poderia atrasar). Por outro lado, quando me pedem, aceito numa boa. Enfim, a premissa existe, sei que existe, mas não a uso por escolha pessoal, mas a respeito porque faz parte da realidade do estabelecimento.

ÉTICA DO CLIENTES

Além do que já foi citado, algumas situações infelizmente evidenciam a falta de ética de alguns clientes. Em geral, são pontos que até podem ser tolerados, por isso normalmente não geram consequências maiores.

Para começar, em relação a limpeza dos equipamentos e utensílios. Ainda que a premissa de limpar antes e depois do uso, assim como outras premissas, seja constantemente divulgada através da sonorização interna, muitos clientes não o fazem, principalmente depois do uso. Eu observei muito isso na unidade Aquarius. Em especial, cito a limpeza dos colchonetes: nunca vi uma pessoa limpar ambos os lados. Acho que só eu fazia isso. Afinal, se um lado está com o meu suor, o outro estava no chão, e não há como saber qual lado a outra pessoa vai usar

Como já mencionado, também na unidade Aquarius é muito comum ver pessoas ocupando o equipamento em pausas prolongadas entre as séries, enquanto usam o celular, o que contraria o item 3.1.3 a das normas de utilização. Não notei muito isso nas demais unidades que conheci. Em especial, nas unidades do Rio de Janeiro, é normal as pessoas ficarem em pé, conversando. O povo carioca tem uma capacidade de relacionamento pessoal infinitamente superior (é uma qualidade marcante).

Tão importante quanto as colocações anteriores é a guarda dos pesos e utensílios no local certo. Isso simplesmente não funciona na unidade Aquarius. É um tal de 10Kg no suporte de 40Kg, barra W no suporte de barra reta etc. Já precisei perder alguns minutos, em busca de um peso. Uma vez até perdi a vez na banqueta (como já mencionei, não guardo lugar), e tive que partir para outro exercício. E, por tantas vezes, precisei remanejar pesos de lugar, para guardar no local correto aquele que eu acabara de usar. Infelizmente, na unidade Aquarius, há pouquíssimo respeito com o item 3.1.3 c das normas de utilização. Parece que há uma banalização, e as pessoas não se importam em manter o ambiente organizado e perfeitamente funcional, como se estivessem em um patamar superior, sem a obrigação de cumprir singelas normas. Nas demais unidades, não tive esse problema. Em decorrência dessa deficiência, houve um episódio marcante comigo recentemente.

Certa vez, ao chegar no suporte das barras retas, para guardar a de 10Kg que havia usado (cujo local correto é o suporte superior), havia uma barra de 38Kg no lugar. Coloquei a de 10Kg no chão e tirei (com bastante esforço, confesso) a de 38Kg, mas seu lugar estava ocupado por outra. Coloquei a de 38Kg em outro suporte, para esvaziar o local dela e fazer, e precisei repetir o troca-troca algumas vezes. Depois de algum tempo tentando organizar aquela bagunça, um cliente falou com a voz ríspida posso guardar. Era um jovem que usava barba. Ele devia estar à espera havia algum tempo, e eu não havia percebido, porque estava focado em organizar a baderna feita por outros. Afastei-me um pouco, para dar-lhe espaço, e percebi que duas jovens, talvez adolescentes, uma de cabelos ruivos, e outra de cabelos pretos, estavam rindo, com ar de zombaria. Elas se viraram rapidamente quando levantei o olhar, embora nem as tenha olhado diretamente. O cliente guardou o peso no local errado e saiu resmungando. Por um momento, achei que estava fazendo um papel ridículo, mas resolvi ser perseverante e prossegui, saindo do local só depois de ter deixado tudo organizado e poder colocar o peso que eu havia usado no local correto. A minha consciência tranquila vale muito mais.

OBSERVAÇÕES FINAIS QUANTO À EXPERIÊNCIA DE UTILIZAÇÃO EM *******

Pelo que foi relatado, fica claro que a experiência que tive na unidade Aquarius nunca foi tão boa quanto a obtida em outras unidades, como Center ******* e Freguesia (RJ). Claro que são questões pontuais, para as quais até pode haver tolerância, mas algumas coisas poderiam ser melhoradas.

De um lado, falta ética e educação por parte de muitos frequentadores. É de notório conhecimento que a comunidade residente no entorno da unidade, no bairro Jardim Aquarius e adjacências, é considerada de alto padrão aquisitivo, pessoas entre as quais algumas infelizmente parecem se considerar superiores, mas somos todos cidadão por igual.

Infelizmente, muita gente se acha mesmo superior. Notei bem isso observando, na unidade, a funcionária responsável pela limpeza, uma mulher magra, de cabelos pretos (geralmente presos) e de baixa estatura, que em geral está com o aspirador de pó ligado. Vejo ela ir de um lado para o outro, fazendo seu serviço, com expressão séria, mas não vejo um só cliente olhar na direção dela, nem mesmo quando ela está próxima. Uma vez, eu estava ocupando uma banqueta com diversos utensílios (2 peses de mão e 2 barras), alternando entre vários exercícios. Quando ela se aproximou, afastei alguns pesos e levantei as pernas, para que ela pudesse aspirar abaixo, tal como crianças fazem quando a mãe varre o chão. Rimos bastante, ela agradeceu e prosseguiu. Tenho a impressão de que aquele momento de relaxamento foi um entre poucos vividos por ela.

Questões relacionadas a limpeza, ocupação de equipamento sem uso ou desatenção ao guardar utensílios, ações que muitas vezes são pequenos descumprimentos de normas, para os quais não compensa advertências formais a todo momento, parecem não ter solução. No entanto, a administração pode ficar atenta a essas situações e procurar trabalhar a conscientização e até a cobrança, em alguns casos.

Quanto a algumas deficiências, como equipamentos com funcionamento um pouco aquém do esperado, ou mesmo possíveis pequenos desvios de comportamento da equipe, podem ser diretamente tratadas pela administração da unidade, ou, na falha desta, pela instância superior.

Em ambos os casos, o que se vê são pequenas falhas de gestão. Ainda que todas essas falhas sejam consideradas minoritárias e insuficientes para desenvolver em um cliente que as observe uma insatisfação a tal ponto de ele querer deixar de ser cliente, fica notório que a unidade, em relação a outras, detém um nível de qualidade inferior e, possivelmente, aquém do almejado pela Empresa. E se a administração perdurar em ignorar tais pequenos desvios, a coisa pode ficar crescente a ponto de se tornar insustentável.

INSULTO RECEBIDO

Devido ao tamanho total do texto, que excede a capacidade do site, essa parte foi registrada em outra reclamação, intitulada Insulto sofrido na unidade Aquarius, em São José dos Campos (SP), sem a devida apreciação por parte da gerência da unidade, seguida de perseguição a mim. No entanto, no arquivo em anexo, o texto segue completo.

FINALMENTE, A OCORRÊNCIA EM 27/11/*******

No dia, compareci à minha sede (unidade Aquarius, em São José dos Campos), lá chegando às 13:14. Realizei meus exercícios normalmente, de forma rápida, como sempre faço. Quando estava prestes a terminar o treino daquele dia, ocorreu o infeliz episódio que me fez pensar que, diferente da ótima experiência obtida anos antes, alguma coisa havia mudado.

Antes mesmo de relatar o infeliz episódio propriamente dito, cabe mencionar mais uma deficiência. Ao tentar usar o equipamento Hiperextensão Lombar, notei que estava sem o pino de fixação da regulagem de altura Durante alguns momentos, procurei pelo chão, por perto, pois, como já mencionado, o desleixo por parte de outros usuários infelizmente é uma característica marcante na unidade Aquarius. Foi então que a instrutora Mariana passou e, sem parar, perguntou o que estava acontecendo. Eu respondi, e ela, já um pouco afastada, confirmou a deficiência e falou rispidamente que já tinha sido feito o ******* salientar que não havia aviso algum de interdição no equipamento, o que poderia causar algum risco, caso alguém tentasse utilizar o equipamento naquelas condições.

Nesse momento, cabe relatar algo que observei no dia: quando estava me dirigindo ao local onde faria os últimos exercícios (no espaço chamado Smart Box), notei a instrutora Mariana saindo da sala da gerente Kátia, e as duas estavam às gargalhadas. Creio ter ouvido a instrutora dizer deixa comigo. Não dei muita importância no momento, pois parecia meramente casual.

Logo em seguida, ao chegar ao Smart Box, peguei uma bolsa de 25Kg e um colchonete para os dois últimos exercícios, que realizaria simultaneamente, alternando as séries. Antes mesmo de iniciar, quando estava me preparando, ou seja, momentos depois de chegar ao local, fui abordado pela instrutora Mariana, que me perguntou se eu já havia terminado meu treino. Respondi que não, e que só faltava aquela parte.

Ela então informou que a gerente Kátia queria conversar comigo na sala dela, e perguntou se depois eu poderia ir. Foi exatamente assim, em forma de solicitação. Eu disse que não, mas mesmo assim a instrutora falou então vamos lá, como se houvesse uma repentina mudança para uma imposição. Repeti que não poderia ir, e ela disse que iria informar à gerente.

Pouco depois, durante o meu exercício, a gerente se aproximou de mim, agachou-se e, interrompendo-me, disse, de forma arrogante, que estava comunicando oficialmente e sob testemunho que eu estava expulso da Smart Fit. Em seguida, levantou-se imediatamente e, já iniciando sua caminhada de volta, afastando-se de mim, eu questionei, mas ela simplesmente virou a cabeça em minha direção, sem interromper sua caminhada, e falou aceita que dói menos.

O testemunho a que ela se referia era o instrutor Bruno, que vinha se aproximando logo atrás da gerente. No entanto, um pouco antes da chegada da gerente, o instrutor teve a sua caminhada interrompida porque foi abordado por algum cliente (provavelmente para sanar alguma dúvida), e parou alguns passos antes. Durante o curto tempo em que a gerente falou comigo, o instrutor estava com a cabeça virada para trás. Da posição em que eu estava, pude ver claramente a aproximação de ambos, bem como suas posições.

Ao chegar em casa, acessei site e vi que, em primeiro plano, constava a mensagem Contrato com restrição Vá até a recepção de uma academia Smart Fit para recontratar um plano, e, mais abaixo, a informação sobre o plano: Plano Black o seu plano está: CANCELADO. Como se não bastasse, ao clicar em TODOS OS PAGAMENTOS, constatei que constava a cobrança da mensalidade de novembro, no valor de R$ *******,90, referente ao uso de 01/11/******* até 30/11/*******, e multa de R$ *******,84. Também vi que havia chegado um e-mail que dizia simplesmente:

Prezado cliente Robson da Silva Travassos,
Seu plano Black na unidade Aquarius foi cancelado por descumprimento das normas de utilização da unidade.
Qualquer dúvida estamos à disposição,
Smart Fit

Interessante que o e-mail citava claramente normas de utilização da unidade, sendo que o que está amplamente divulgado e disponível no site da Empresa é o documento intitulado normas de utilização da Smart Fit.

Imediatamente enviei uma reclamação através do sistema fale conosco, que funciona através do Whatsapp, registrando a minha discordância com a expulsão sem motivo e principalmente com cobrança de multa, visto que partiu da Smart Fit o cancelamento do plano, com base em acusações sem comprovações ou fundamentos. Na oportunidade, solicitei a reversão da expulsão sem motivo, a reversão do cancelamento do plano e o cancelamento da multa aplicada injustamente. O atendimento inicialmente é feito de forma automatizada, e apenas ao final com atendimento humano, que se limita a informar que o tratamento continuará por e-mail.

No dia 29/11/******* às 12:16, recebi um e-mail, assinado por Giulia, dizendo que a administração da unidade havia tomado todas as medidas administrativas necessárias devido à infração das Normas de Utilização da academia, não sendo possível retornar às academias da empresa.

No mesmo dia, respondi, afirmando que não havia cometido infração alguma e questionando que infrações eles julgavam que eu havia cometido. Também demonstrei a minha boa vontade de não questionar a mensalidade referente ao mês de novembro, ainda que em parte, pois havia sido prejudicado ao ser impedido de acessar as unidades depois do dia 27/11/*******, mas reafirmando as demais solicitações.

Como resposta, Giulia se limitou a informar que eu poderia tirar todas as dúvidas e realizar todos os esclarecimentos diretamente com a líder, em minha unidade. Informei que isso não seria viável, devido à forma de tratamento por parte da gerente Kátia, e solicitei audiência com Juliana, que esteve na unidade Aquarius no dia 19/09/*******, entre 14:15 e 15h. Nesse dia, ela se apresentou a mim como gerente da gerente (creio que seja supervisora, ou gerente regional). Como ela está em um degrau superior na escala hierárquica da empresa, poderia fazer os esclarecimentos necessários da mesma forma, sem a interferência da gerente.

No mesmo dia, às 15:32, outro e-mail, dessa vez assinado por Nathalia, com exatamente a mesma informação de que a administração da unidade havia tomado todas as medidas administrativas etc, ou seja, nada mais do que um texto padrão.

Respondi que não houvera infrações de minha parte e informei que eles precisam dizer quais foram e, principalmente, comprová-las, uma vez que estão fazendo acusações. No entanto, ela se limitou a responder com exatamente a mesma informação já enviada por Giulia, de que eu deveria falar com a líder da unidade, ou seja, mais uma vez nada mais do que um texto padrão. Não me restou outra alternativa senão fazer a mesma solicitação: audiência com a supervisora Juliana. Porém não houve mais informação útil por parte da empresa.

Novo e-mail apenas no dia 04/12/*******, com o mesmo texto padrão sobre a administração da unidade ter tomado todas as medidas administrativas, ao qual respondi que já haviam dito aquilo, ratificando minha solicitação de audiência com a supervisora Juliana, além de informar que todas as respostas recebidas até então eram insuficientes.

No dia 05/12/*******, acessei o site, e a informações estavam diferentes. Em vez de informações de plano cancelado ou com restrição, apareceu a informação plano ativo, que, depois de alguns momentos, é sobreposta por uma mensagem para incentivar a recontratação do plano (uma espécie de oferta ou proposta). Também aparece um item no menu, específico para recontratação do plano. Nas informações de pagamentos, logo que se acessa, aparecem apenas as últimas mensalidades normais. Por um momento, eu achei até que haviam cancelado a multa, mas, procurando um pouco mais, encontra-se a informação da cobrança da multa. Tudo isso é mostrado na gravação de tela que fiz, em anexo. Constam no site os recibos de compra, em nome da Empresa Total Fit SJC III Condicionamento físico Ltda, CNPJ 31.*******.*******/*******15.

Todas as informações relatadas demonstram que tudo partiu de uma decisão da gerente da unidade, de forma unilateral e sem apresentar motivos plausíveis, acarretando a minha exclusão do rol de clientes da Empresa e a aplicação de multa sem fundamento regulamentar, sem que eu, na qualidade de cliente, tivesse a oportunidade de plena defesa. A Empresa, por sua vez, manteve a sua posição com base na decisão dessa gerente, que agiu de forma totalmente inadequada, com arrogância, abuso de suas atribuições e uso desproporcional de poder inerente à sua função.

Uma grande empresa como a Smart Fit não pode permitir que a atitude de uma gerente de uma entre tantas unidades espalhadas por toda América Latina manche a imagem de uma empresa tão respeitável.

CONCLUSÃO GERAL

Tal relato necessariamente se tornou extenso porque envolve uma série de episódios que, isolados, em geral não deveriam representar grandes problemas e seriam facilmente tolerados (salvo o insulto que recebi). No entanto, como um todo, senti na pele a perseguição promovida por uma gerente que proporciona à sua unidade uma péssima gestão.

Como já mencionado, por diversas vezes tentei obter uma resposta decente e respeitosa por por parte da empresa. Não digo respeitosa em termos de palavras, pois quanto a isso não há o que dizer: a empresa, diferentemente de alguns de seus funcionários (como a gerente Katia e a instrutora Mariana), sempre se dirigiu a mim de forma respeitosa. No entanto, a recusa em fornecer informações é um grande desrespeito. Alegando suposta base na lei de proteção de dados, negam o acesso à informação única e exclusivamente pertinente a mim.

O que quer saber é simples: qual foi exatamente o motivo pelo qual fui expulso?

Será que roubei ou furtei no interior da academia? Quebrei algum equipamento? Xinguei alguém? Faltei ao respeito com alguém? Deixei de pagar a mensalidade? Usei ou consumi alguma coisa a que não tinha direito?

Com certeza, nada disso ocorreu, nem qualquer outra infração, pois sempre respeitei à risca todas as regras.

Ou será que foi porque não dei bom dia para a gerente e ela se sentiu, coitadinha, ofendida?

Não, não, não, eu não sou mal educado a ponto de passar pelas pessoas sem cumprimentar ou responder a um cumprimento. Houve um dia (depois, bem depois daquele episódio de 19/09/*******) em que, ao ingressar na unidade, observei que a gerente Katia estava na recepção, atendendo outras pessoas, de costas para mim. Não interrompi com cumprimentos. Quando estava mais adiante, ouvi a vez dela dizendo oooiiiiii (parecia até que havia uns coraçõezinhos flutuando em torno da palavra). Eu não sabia nem se era comigo, mas respondi com um gesto manual (melhor do que gritar, de longe).

Será que ela queria que eu voltasse e desse beijinhos?

Em outras oportunidades, nos cumprimentamos normalmente Ou seja, coisas assim, do dia a dia, não poderiam ensejar tal atitude por parte dela no dia 27/11. A grande verdade é essa, pura perseguição. Foi o que sofri. Por trás de uma pele de ovelha, ela escondia a falsidade.

Então resta à empresa responder, mas com decência e total respeito. A Smart Fit tem que dizer o que acha que fiz. E comprovar. Ou, se não puder, deve se retratar. Mas parece que não faz por saber que não tem coisa alguma contra mim

Será que a Smart Fit não tem moral para controlar seus funcionários?

Eu já solicitei diversas vezes, em mais de um canal de comunicação: Whatsapp (muitas e muitas vezes) e e-mail (várias vezes também), mas a resposta é sempre a mesma: a gerência da unidade e blá-blá-blá. Eu não tenho medo de querer saber, pois tenho a consciência limpa e estou ao lado da verdade.

De que a Smart Fit tem medo?

Até já disseram que eu deveria me dirigir à unidade, mas como falar com uma gerente que fez questão de conduzir uma conversa da forma mais hostil possível, passou a me perseguir e, ainda por cima, sem poder contar com um testemunho que garantidamente seja totalmente isento de parcialidade?

Difícil, pois a única expectativa é de não atendimento ou alguma outra conversa hostil, que não poderei gravar ou ser acompanhado de alguém de minha total confiança como testemunha

Mas, sim, já fiz até uma tentativa presencial, porém não na unidade Aquarius. Fui a outra unidade e, através de seu gerente, solicitei falar com a gerente regional Juliana. Ora, se há alguém do quadro de funcionários da empresa que tem pleno conhecimento do que realmente aconteceu no dia em que eu fui insultado, é a gerente regional Juliana, e ela está acima da gerente Katia. O gerente dessa outra unidade me atendeu muito bem, informou que a Juliana estava em férias no dia, mas que passaria a minha solicitação a ela quando ela retornasse ao trabalho, o que ocorreria alguns dias depois.

O problema é que, como num passe de mágica, eis que aparece, nessa outra unidade, a gerente Katia! Diferentemente de seu dia a dia, em vez de estar usando roupas comuns (como sempre ela fazia na unidade Aquarius), ela estava usando uniforme com camisa branca. E ficou me encarando, com ar que era um misto de arrogância com preocupação (ou mesmo mesmo).

O que ela estava fazendo numa unidade que não é a que ela trabalha?

Terminei a conversa com o gerente e saí. Ficou combinado que eu retornaria na semana seguinte para saber a resposta. Antes de deixar a área do estacionamento, vi que o gerente tinha se dirigido para a saída, acompanhado de outro funcionário (estavam verificando alguma coisa na cancela). Aproveitei para confirmar se eu poderia voltar na semana seguinte, para obter a resposta. Ele gentilmente confirmou que estava tudo certo, conforme combinado.

Na semana seguinte, passei lá e obtive a resposta de que a gerente regional Juliana havia se recusado a me atender. Muito estranho, visto que, no dia 19/9, ela foi extremamente solícita comigo (até me ofereceu carona). Eu perguntei ao gerente se no outro dia havia ficado algum desconforto devido à presença da gerente Katia. Ele disse que não. No entanto, é mais uma situação a ser verificada pela Smart Fit: o quanto a presença da gerente Katia no dia em que eu fui solicitar ser atendido da gerente regional Juliana afetou a resposta?

Ou será que gerente regional Juliana jamais recebeu o recado, depois de o gerente daquela unidade ter ouvido mentiras sobre mim, faladas pela gerente Katia?

Não estou acusando, estou questionando, pois foi uma situação muito esquisita

A Smart Fit vai ter moral de esclarecer essas questões, ou vai deixar que uma gerente de uma unidade continue dando as cartas?

Sendo assim, o que solicito é o seguinte: que a Smart Fit, na pessoa de alguém com cargo hierarquicamente superior ao da gerente Katia, faça contato comigo por telefone, para que possamos esclarecer todos os detalhes de tudo que ocorreu, inclusive a acusação que a empresa fará, se é que existe alguma, para que eu possa me defender, sanar as dúvidas que porventura venham a surgir e, em consequência, que, no mínimo, meu nome seja retirado da lista negra da empresa, ou seja, para que eu possa voltar a fazer parte do quadro de clientes, se algum dia eu quiser.

Eu mereço essa consideração, pois não sou [Editado pelo Reclame Aqui], mas parece que fui tomado como tal pela gerente da unidade Aquarius, e, até o momento, a Smart Fit está assinando embaixo, sem dar a devida atenção ao caso, muito menos explicações plausíveis para a atitude dessa gerente.

Espero muito que a empresa tenha uma postura que me leve a classificar o caso como resolvido e poder dizer que voltaria a fazer negócio, pois, no fundo, no fundo, não acredito que a Smart Fit mereça essa imagem delineada por uma gerente de uma das milhares de unidades. No entanto, cabe à empresa decidir que imagem quer ter perante seus clientes e admiradores.

Por enquanto, resta-me agradecer pela atenção, enquanto aguardo.

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Resposta da empresa

05/03/2024 às 18:49

Olá Robson, tudo bem?

Obrigado pelo seu contato. Meu nome é Samuel, faço parte do time Smart Fit e serei responsável pelo seu atendimento!

Saiba que entendo perfeitamente os pontos levantados e informo que a administração da unidade tomou todas as medidas administrativas necessárias devido à infração das Normas de Utilização da academia, não sendo possível retornar às nossas academias.

Permaneço à disposição para qualquer dúvida!

Atenciosamente,
Samuel - Equipe Smart Fit.

Réplica do consumidor

06/03/2024 às 10:24

Olá, Samuel.

Como eu poderia dizer que está tudo bem, se vocês INSINUAM que eu sou um [Editado pelo Reclame Aqui]?

LAMENTO por você fazer parte do time Smart Fit... Aliás, diga-se de passagem, que time, hein?

Obrigado por DIZER que entende perfeitamente os pontos levantados, já que é difícil acreditar em seu sentimento (na verdade, é difícil acreditar que você tenha lido tudo com atenção). Se fosse verdadeiro, você teria levado o caso ao seu superior, em vez de se limitar ao FEIJÃO COM ARROZ de mais uma vez dar a mesma resposta vaga e sem sentido.

Já que você AFIRMOU que permanece à disposição para qualquer dúvida, VOU REPETIR a dúvida:

QUE INFRAÇÃO?

Isso mesmo, quero saber QUE INFRAÇÃO vocês ACHAM que eu cometi. SIMPLES ASSIM.

Afinal, se eu realmente tivesse cometido alguma infração, vocês simplesmente diriam qual foi... E eu poderia aceitar ou negar. Se eu negasse, caso eu realmente tivesse cometido alguma infração, vocês provariam. Ponto final. Xeque-mate.

MAS NÃO! A SMART FIT NÃO DIZ! POR QUÊ?

Simples: NUNCA HOUVE INFRAÇÃO ALGUMA! Se a Smart Fit formalizar a acusação, estará sujeita a RESPONDER CRIMINALMENTE! Mas isso a Smart Fit JAMAIS fará, pois TEM MEDO!

Vocês sabem que não durariam 5 minutos comigo em um tribunal!

SE ACHAM QUE ESTÃO NA RAZÃO, ENTÃO ACUSEM!

Duvido que tenham coragem. Preferem se esconder debaixo de um manto que acham sagrado, com respostas vazias e [Editado pelo Reclame Aqui], apelando para a COVARDIA de não dar ao cliente oportunidade de AMPLA DEFESA, pois sabem que vão PERDER.

Esse é o perfil da Smart Fit, trata seus clientes com DESCASO. E não só clientes, também seus funcionários! Fiquei sabendo de alguns casos em que a Smart Fit literalmente puxou o tapete de funcionários.

Por exemplo, um recepcionista demonstrou interesse em se graduar em educação física, para possivelmente no futuro tentar uma vaga como instrutor na própria empresa. A administração da Smart Fit informou a sobre a possibilidade de obter um desconto na mensalidade de uma determinada faculdade, devido a uma parceria. O funcionário foi atrás da oportunidade e fez a matrícula. No entanto, havia um conflito de horário. Quando o funcionário foi solicitar mudança de horário de trabalho, falaram que o problema era dele, que ele deveria pedir contas ou seria demitido por justa causa, em caso de faltas...

Esse é o time Smart Fit...

Ao que parece, dão muita moral para gerentes de unidades, dizem que esses funcionários são líderes, quando não demonstram liderança alguma. Pelo menos no caso da unidade Aquarius. Houve funcionários de lá que dissem para mim que NÃO CONCORDAM COM A GESTÃO da gerente Katia. Claro que não vou citar nomes, porque essas pessoas provavelmente serão demitidas por justa causa. Afinal, é isso que acontece por lá...

Cadê a recepcionista Paula?

CADÊ A RECEPCIONISTA PAULA?

Paula é a recepcionista que, no dia 20/09/*******, por ORDEM da gerente Katia, me interpelou, solicitando que eu informasse meus dados para ela confirmar meu horário de entrada (que já estava corretamente registrado pela catraca) e REGISTRAR MEU HORÁRIO DE SAÍDA (que nunca é registrado, pois a catraca tem passagem livre de identificação na saída), sob a alegação de que precisava conferir os dados de TODOS OS ALUNOS devido a um problema no sistema... No entanto, ela não interpelou os demais clientes entre 10 minutos antes e 30 minutos depois da minha saída... Quando questionada por mim, caiu em contradição, evidenciando que o problema era só comigo...

EU ESTAVA SENDO VIGIADO! POR QUÊ?

Em decorrência desse evento, tive uma conversa com a gerente Katia no dia seguinte, uma sexta, 20/09/*******, oportunidade em que ela conduziu a conversa de forma extremamente hostil, com sarcasmos e retóricas. Depois desse evento, a recepcionista Paula SUMIU! Então, mais uma vez:

CADÊ A RECEPCIONISTA PAULA?

Eu sei, mas quero ver se vocês têm coragem de responder com a verdade! Também já sei que ela cumpria ordens da gerente, sem questionar, por medo, uma ordem para qual ela não poderia dar explicações ao cliente, que deveria ser o MAIS IMPORTANTE para a empresa, assim como é nas demais, como, por exemplo, Sky Fit, Red Fit, Selfit, Blue Fit ou qualquer empresa de qualquer ramo de atuação.

Sendo assim, Samuel, a bola da vez está contigo. Você escolhe se vai se entregar ao medo e vai mandar novamente a mesma resposta sem sentido, talvez acrescida de palavras vazias no afã de tentar abrandar a situação, ou se vai agir com DIGNIDADE, ler tudo com atenção e considerar que o caso DEVE SER LEVADO AOS SEUS SUPERIORES, para que tudo seja averiguado e totalmente esclarecido, pois de uma coisa eu tenho certeza:

NÃO COMETI INFRAÇÃO ALGUMA, MUITO MENOS SOU UM MARGINAL, PARA SER TRATADO DESSA MANEIRA.

Mas que tem gente agindo de forma promíscua nesse tal time Smart Fit, ahhhh, pelo visto tem!

E MANCHANDO O NOME DA EMPRESA.

Então a escolha é de vocês: VÃO DEIXAR UMA RELES GERENTE MANCHAR O NOME DA EMPRESA?

Aguardo a sua decisão e, conforme for, tenho propostas a fazer para resolver o caso de uma vez por todas.

E lembre-se: somente com DECISÕES CORRETAS é que se pode deitar à noite com a consciência limpa e dormir tranquilo. Você escolhe. Estou à disposição por telefone.

Réplica do consumidor

23/04/2024 às 11:32

Infelizmente, estamos diante de um caso em que uma empresa grande que, mesmo com todo seu porte e contando com uma área jurídica que certamente é muito vultuosa, ainda assim TEME confrontar um cidadão comum. Sendo assim, prefere calar-se e aguardar o prazo para a manifestação terminar e ser arquivada, afinal, será apenas uma entre muitas reclamações e, mesmo sendo avaliada com problema não resolvido e não voltaria a fazer negócio, representará bem pouco na pontuação geral da empresa.

Isso não passa de uma grande covardia, muitas vezes praticada por uma instituição de grande porte contra um cidadão comum. Um indivíduo fica sem condições viáveis de se defender e limpar seu nome, diante de uma grande empresa, que se esconde atrás de um escudo formado por mentiras e falsidades, para que possa continuar ostentando uma imagem de boazinha e continuar cativando clientes.

O resultado disso é que, diante de muitos, eu saio como um vilão, enquanto pessoas ardilosas posam de gente do bem. O FRANQUEADO, que comparece disfarçado à unidade em que mantém sua franquia, acompanhado de duas jovens com quem mantém algum tipo de relacionamento considerado questionável pela própria gerente. A GERENTE, que, para não perder seu emprego, prefere despedir injustamente funcionários e expulsar clientes inocentes. E UMA CLIENTE, que, junto com uma INSTRUTORA, mente e levanta falso testemunho sobre outros clientes.

E fico sendo o vilão também diante terceiros que, através das pessoas que citei, tomaram conhecimento de coisas que deveriam ser mantidas em sigilo. E riem de mim...

É. Eu já sei de tudo. E já tenho todas as provas, coisa que, contra mim, a Smart Fit não tem. Por isso, mais uma vez estou aqui, querendo saber se a Smart Fit, com todo o porte de sua área jurídica, vai ter coragem de me enfrentar no tribunal, diante de um capa preta (juiz de direito). Se têm coragem, se acha que tem algo contra mim, me processe. Mas sei que isso não ocorrerá...

E por que eu mesmo não faço isso?

É a covardia que citei. Eu não tenho como iniciar esse tipo de ação contra a grande empresa porque custaria um montante muito grande de dinheiro do qual não disponho. Já conversei com o advogado sobre isso. Só restaria esperar que a empresa o fizesse, para eu me defender, mas a empresa NÃO TEM CORAGEM, pois SABE QUE COMETEU INJUSTIÇA e certamente perderia.

No entanto, eu tenho uma certeza muito forte no coração: todos que me afrontaram e cometeram essas injustiças contra mim vão pagar. Se a justiça dos homens falha, a divina não falhará. Cada uma das pessoas que citei vai ter que prestar contas pelo que fizeram.

Disso tudo, ainda que com uma postura covarde, entendo que a empresa em si, a Smart Fit, não tem culpa direta. Sei que as pessoas que mencionei jamais o fariam, mas a empresa pode se redimir. Por isso, mais uma vez, estou me colocando diante dessa possibilidade. Portanto, por favor, façam contato comigo VIA TELEFONE, para que possamos conversar. Tenho uma proposta muito boa para a empresa, que não envolve processos judiciais, nem mesmo ações diretas contra as pessoas envolvidas.

Cabe agora à Smart Fit demonstrar se tem um pouco de DIGNIDADE, ou se vai continuar preferindo deixar o orgulho falar mais alto.

Sem mais por enquanto.

Réplica do consumidor

27/08/2024 às 10:14

Infelizmente, estamos diante de uma empresa de grande porte cujo setor jurídico TEM MEDO de tratar do caso com seriedade. Eles sabem que, se fizerem acusações, vão perder, pois não têm provas, e sabem que eu tenho como provar inocência. E não dão o braço a torcer. Preferem deixar rolar, pois sabem que uma entre várias avaliações vai impactar muito pouco. O desafio continua: vão mesmo querer enfrentar a verdade?