O que aconteceu
SULAMÉRICA DESCUMPRE LIMINAR JUDICIAL, ATRASA PAGAMENTOS À CLÍNICA E COLOCA EM RISCO TRATAMENTO DE CRIANÇA AUTISTA
Venho manifestar minha profunda indignação com a conduta da operadora SulAmérica Saúde, que vem atrasando reiteradamente os pagamentos à clínica responsável pelo tratamento terapêutico do meu filho, uma criança de 7 anos, diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista (TEA).
O tratamento do meu filho é garantido por uma LIMINAR JUDICIAL, ou seja, existe uma determinação da Justiça assegurando sua realização.
Mesmo assim, a SulAmérica vem deixando de cumprir regularmente suas obrigações financeiras com a clínica, gerando atrasos recorrentes e colocando em risco a continuidade das terapias.
A situação chegou a um ponto extremamente grave: recebi uma notificação da clínica informando que, diante da falta de pagamento por parte da operadora, o tratamento do meu filho poderá ser INTERROMPIDO.
É inadmissível que uma criança com autismo, que depende da continuidade de suas terapias para seu desenvolvimento, seja prejudicada pela falta de responsabilidade de uma operadora de saúde.
Já encaminhei diversos e-mails cobrando providências e a regularização dos pagamentos. Entretanto, a SulAmérica não apresenta uma solução, não regulariza os valores pendentes e sequer responde adequadamente às minhas solicitações.
Como mãe, considero essa situação extremamente desgastante e revoltante. Não deveria ser necessário cobrar repetidamente o cumprimento de uma obrigação que já foi determinada judicialmente.
A interrupção de terapias essenciais pode comprometer a evolução e o desenvolvimento de uma criança com TEA. Meu filho não pode ficar à mercê de atrasos administrativos e financeiros da operadora.
EXIJO DA SULAMÉRICA:
A regularização imediata de todos os pagamentos pendentes junto à clínica.
A garantia formal de que o tratamento do meu filho não será interrompido por inadimplência da operadora.
Uma resposta objetiva e documentada sobre os atrasos recorrentes.
Providências definitivas para que essa situação não volte a acontecer.
Não estamos pedindo um favor. Estamos exigindo o cumprimento de uma DECISÃO JUDICIAL e o respeito ao direito à saúde de uma criança com deficiência.
Caso a situação não seja solucionada imediatamente, levarei os novos episódios de atraso e a ameaça de interrupção do tratamento ao conhecimento do Poder Judiciário, para adoção das medidas cabíveis.
Espero que a SulAmérica trate este caso com a urgência e a seriedade que ele exige.
O desenvolvimento do meu filho não pode esperar pela boa vontade de uma operadora de saúde.