O que aconteceu
Sou beneficiário da SulAmérica Saúde e, em 24/12/2024, fui submetido a cirurgia de urgência no Hospital Leforte Liberdade por uma fratura grave do rádio distal direito, associada a lesões ligamentares e síndrome compartimental.
A fratura provocou uma falha óssea que precisou ser preenchida com enxerto. A descrição cirúrgica também registra a utilização de dois fixadores ósseos OCX na redução e estabilização da fratura, em associação à placa e aos parafusos. Não eram materiais de reserva: foram efetivamente utilizados no tratamento.
Segundo as informações que recebi, a SulAmérica negou o pagamento dos fixadores, gerando uma cobrança hospitalar de R$ 7.000,00 em meu nome. Além dessa cobrança, tive meu nome incluído no Serasa por esse débito.
O enxerto ósseo utilizado no mesmo procedimento não foi negado, conforme informado. Por que recusar os fixadores empregados na estabilização dessa mesma fratura? Exijo uma explicação técnica e contratual individualizada, considerando a descrição cirúrgica e a justificativa do médico responsável.
Também há uma informação que precisa ser esclarecida: a nota fiscal apresentada contém anotação de quitação em 10/04/2025. Solicito esclarecimento, em conjunto com o hospital, sobre o significado dessa anotação e a origem da cobrança atual.
Exijo revisão urgente da negativa e regularização da cobertura e do pagamento devido, sem transferência indevida do custo ao paciente. Solicito atuação junto ao hospital para suspensão da cobrança contestada e retirada da negativação, caso indevida, com comprovação por escrito.
Depois dessa experiência, não me sinto seguro em confiar na SulAmérica Saúde e não recomendo seus serviços a ninguém. Contratei um plano esperando assistência no momento de necessidade, não uma disputa posterior sobre materiais usados em cirurgia de urgência