O que aconteceu
Venho tentar solucionar de forma amigável um inconveniente que tivemos com a empresa Turkish Airlines, meu primo e eu.
Em 19/03 do presente ano, estive viajando pela conexão Buenos Aires - São Paulo. Dias antes eu havia ligado para a companhia aérea a respeito dos valores de excesso de bagagem, o valor de US$80 dólares por peça (por mala) me foi passado, assim me programei com AR$ *******.******* (Quatrocentos Mil Pesos Argentinos) que na cotação em dólar do dia, seria o suficiente para abonar o excesso das duas malas e ainda sobrava. Pelas dúvidas, dois dias antes da viagem nos propusimos ir até o aeroporto Internacional de Ezeiza no guichê da empresa para perguntar pessoalmente a mesma informação que já havíamos solicitado por telefone. Acontece que no momento do check-in, três atendentes da companhia aérea estavam cobrando o valor mas, de um momento para outro disse que por sermos brasileiros teríamos que abonar taxas extras que superaram o valor que foi nos passado antes. Uma das atendentes não queria deixar nos embarcar alegando que a porta do avião já havia sido fechada, algo que não é verdade, o avião demorou muito mais tempo para decolar.
Questionei o que poderia ter acontecido referente ao valor demasiado alto dos valores de https://******* estavam sendo cobrado naquele momento, a atendente foi muito grosseira conosco e ameaçou a não deixar nos embarcar. Abonamos o o importe mesmo sem concordar na preocupação de poder embarcar.
Solicitei a NOTA FISCAL, a empresa disse que não emite NOTA FISCAL, somente um comprovante dos valores pagos. Solicitei por e-mail também e a informação foi a mesma, a empresa não emite NOTA FISCAL para excesso de bagagens.
Chegando em São Paulo - Guarulhos, notei que uma das minhas malas estava completamente destruída por falta de cuidado da companhia, as malas estavam todas embaladas em stretch e identificadas como frágil, mesmo assim a companhia danificou uma peça. No mesmo momento que desci no Aeroporto Internacional de Guarulhos, fui até o escritório da Turkish Airlines e solicitei o reembolso da mala quebrada, o atendente Cesar Ferreira, me disse que a empresa reconhece apenas um valor mínio de R$*******,00 (Trezentos e Trinta e Sete Reais) em caso que a empresa danifique as malas dos clientes. Como a mala era nova e eu tenho a NOTA FISCAL da mesma, o valor que eu paguei está em torno de R$*******,00 (Quatrocentos e Quarenta e Cinco Reais) no cambio do dia que consta na NOTA FISCAL. Contestei a informação do funcionário, ele me disse que a Turkish Airlines tem um prazo de 30 dias para reembolso, o que vai contra as normas de resolução da ANAC (o artigo 32 da Resolução ******* da ANAC, a empresa transportadora tem o prazo de 7 dias para encontrar e devolver a bagagem, se o voo for doméstico, e 21 dias, se o voo for internacional. Caso a empresa não devolva a bobagem dentro dos prazos, a transportadora tem 7 dias para indenizar o passageiro).
Dentro da mala danificada eu também transportava um objeto de vidro que como eu já mencionei anteriormente, todas as malas estavam com o stretch e informação de CUIDADO FRÁGIL. Reclamei o produto danificado para a companhia aérea, mas tive um feedback negativo por e-mail, uma vez que a empresa disse que não se responsabiliza por objetos frágeis transportados, algo que é contraditório uma vez que sim, a empresa se responsabiliza pela mala e pelo objeto não.
O objeto era uma cafeteira vintage que está em minha família desde ******* e nunca tive problemas com a mesma, viajando sempre de avião na mesma rota. Existe todo um valor sentimental e simplesmente a companhia aérea se nega a reintegrar o valor do objeto.
Meu objetivo aqui é solucionar de forma amigável e plausível este inconveniente causado pela companhia aérea para que eu não tenha que entrar com uma ação judicial contra a empresa Turkish Airlines e se isso chegar acontecer, a empresa vai perder porque está claro que está atuando contra as leis da ANAC e do PROCON.
Trocamos diversos e-mail e o último foi em 29/04/*******, quando pedi para entrarem com contato comigo em um prazo de 48 horas mas, até o presente momento nunca aconteceu.
A pessoa que respondeu ao meu e-mail, Cristiane TRINDADE, me disse que eu tenho que entrar em contato com a central da TURKISH na Turquia somente em inglês. Acho que ela se esqueceu que quando uma empresa estrangeira presta serviço dentro do Brasil, ela deve se comunicar no idioma local, senso assim o português, deve atender os clientes em português e deve responder e-mails e solucionar os problemas no idioma português e não em outros idiomas.
Pontos de resolução:
Reembolso do valor total da mala danificada e não parcial em 7 dias segundo a regulamentação da ANAC.
Entregar a NOTA FISCAL do excesso de bagagens que eu paguei e tenho direito por ela.
Revisar as taxas cobradas porque a companhia não me explicou o motivo das taxas porque não me foi entregue a NOTA FISCAL e em nenhum lugar da página da empresa fala sobre taxas de excesso de bagagens.
Reembolso do meu objeto danificado pela companhia aérea que a mesma se nega em reconhecer.
Como vamos resolver isso?
A minha paciência e boa vontade ainda está de pé para uma conciliação de paz e evitarnos a justiça.
Agora é com vocês TURKISH.
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Problema foi resolvido?NãoVoltaria a fazer negócio?NãoNota do atendimento0A empresa teve a oportunidade de solucionar o meu problema mas, não me respondeu durante o prazo de 3 meses, assim, decidi pleitear uma ação judicial.