Não respondida

Comprei um Cobalt com defeito e a concessionária se recusa a cancelar a compra

Vigorito

cidade: Ubatuba

O que aconteceu

Vigorito Guarulhos vendeu Cobalt com defeito, mentiu sobre reparos e recusa cancelamento após quase 30 dias na oficina

Texto da Reclamação:

No dia 01/09/2026, efetuei a compra de um veículo Cobalt (placa *****) na concessionária Vigorito Guarulhos. Escolhi a Vigorito por acreditar na credibilidade de uma grande concessionária, pagando inclusive um valor superior à tabela FIPE por um carro com apenas 61.438 km rodados. Infelizmente, a experiência transformou-se em um completo pesadelo e total desrespeito ao consumidor.

Retirei o veículo no dia 11/09/2026 e, ainda dentro da concessionária, notei um barulho na correia. O vendedor Manuel afirmou que era "apenas porque o carro tinha sido lavado" e que sumiria. O barulho nunca sumiu. Dias depois, no dia 15/09, relatei que o barulho persistia e que a multimídia MyLink estava travada. No dia 23/09, o carro começou a apresentar trancos e oscilações graves no câmbio (tornando a condução perigosa), além de um vazamento na mangueira de arrefecimento do sistema de ar quente. A concessionária me negou um guincho, me forçando a fazer um reparo emergencial por conta própria para conseguir deslocar o veículo.

O histórico de ordens de serviço (OS) e o descaso da oficina evidenciam a má-fé no atendimento:

29/09/2026 (OS n *****): Deixei o carro para reparar a falha no motor, o MyLink travado e trocar a mangueira.

30/09/2026: Fui retirar o carro após a oficina dizer que estava pronto. Ao sair, percebi que NADA havia sido feito. A multimídia continuava travada, a mangueira continuava com a minha gambiarra e os trancos persistiam. O mecânico Cristiano mentiu ao dizer que tinha feito teste de rodagem, fato desmentido logo em seguida.

30/09/2026 (OS n *****): Diante da [Editado pelo Reclame Aqui], abri uma nova OS com o Sr. Mário. Como moro em Ubatuba e a concessionária fica em Guarulhos, ficou acordado que eu retiraria o carro em 23/10/2026.

21/10 e 22/10/2026: Em contatos que EU tive que ir atrás, fui informado primeiro que faltavam peças e depois que o carro estava "pronto", mas que não tinham trocado a mangueira e nem acharam ninguém para arrumar a multimídia. Por cansaço, cheguei a aceitar abrir mão da multimídia se o motor/câmbio estivessem sanados.

23/10/2026: Fui fazer o teste de rodagem com o mecânico Cristiano e os trancos e engasgos na troca de marchas continuavam idênticos (o carro só trocou de marcha aos 5.000 giros). O mecânico ainda tentou me pressionar dizendo que o engasgo era "normal por ser um carro usado de 2015". Não é normal um carro apresentar isso com pouco mais de 62 mil km. Desde que comprei, rodei apenas 670 km, quase todos de forma exclusiva para tentar resolver os problemas na concessionária.

Diante disso, recusei-me a retirar o veículo. O carro permanece na oficina da Vigorito Guarulhos. O Sr. Mário atualizou a OS n ***** registrando que os problemas persistem, mas se recusou formalmente a protocolar por escrito o que deixei claro: o prazo máximo de 30 dias previsto por lei para sanar o vício se encerra no dia 29/10/2026. O gerente de vendas, José Geraldo, também não prestou auxílio para resolver a troca ou o cancelamento.

Reforço que todos os contatos partiram de mim, sem nenhum retorno espontâneo da empresa. Com base no Artigo 18, 1 do Código de Defesa do Consumidor (CDC), caso o veículo não seja entregue em perfeitas e absolutas condições de rodagem até o dia 29/10/2026, exijo o cancelamento imediato da compra com a devolução integral e corrigida de todos os valores pagos.

Aguardo posicionamento formal da Vigorito e as orientações para o procedimento de distrato caso o prazo legal expire sem solução.