Como organizar as finanças no último trimestre do ano
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Como organizar as finanças no último trimestre do ano

Atualizado em: 07/10/2026

Descubra como se preparar para Black Friday, férias e festas de fim de ano sem comprometer o orçamento de 2027.

Outubro, novembro e dezembro concentram os maiores picos de consumo do calendário brasileiro. Black Friday, amigo secreto, ceias, presentes de Natal e viagens de férias se acumulam em menos de 90 dias. O resultado costuma aparecer lá em janeiro, mas queremos mostrar que dá para aproveitar cada uma dessas datas sem virar o ano no aperto. O caminho é antecipar decisões agora, enquanto ainda existe tempo para ajustar a rota.

Mapeie todos os gastos previstos até dezembro:

Antes de cortar gastos, você precisa enxergar o cenário completo. Liste todos os compromissos financeiros conhecidos para o trimestre:

  • Fixos: aluguel, contas de consumo, parcelas em andamento, seguros

  • Sazonais: IPVA e IPTU (se parcelou), matrícula escolar

  • Datas comemorativas: Dia das Crianças, Black Friday, Natal, Réveillon

  • Férias: transporte, hospedagem, alimentação fora, passeios

Coloque tudo no controle de gastos do app do PicPay. O objetivo é simples: saber exatamente quanto vai sair da sua conta antes de qualquer decisão de compra.

Defina um teto de gasto por evento:

Gastar sem limite em cada data comemorativa é o caminho mais curto para o endividamento. Uma abordagem prática:

  • Some a renda líquida de outubro a dezembro (salário + 13º + extras)

  • Subtraia os gastos fixos e sazonais mapeados no passo anterior

  • Distribua o saldo entre os eventos, priorizando o que faz mais sentido para você

Use o 13º salário com estratégia:

O 13º costuma ser tratado como bônus. Ele rende mais quando tem destino certo antes de cair na conta. Três caminhos que funcionam:

  • Quitar dívidas com juros altos: cartão de crédito rotativo e cheque especial corroem qualquer planejamento financeiro;

  • Montar uma reserva para janeiro: IPVA, material escolar e reajustes de plano de saúde chegam juntos. Separar pelo menos 30% do 13º para cobrir esses gastos evita o sufoco no primeiro mês do ano;

  • Guardar no Cofrinho do PicPay: O rendimento automático faz seu dinheiro trabalhar enquanto você decide como usar. Melhor do que deixar parado na conta corrente.

A primeira parcela do 13º costuma cair até 30 de novembro. Decida o destino dela agora, não quando o dinheiro já estiver disponível.

Na Black Friday compre o que já estava no plano:

A Black Friday funciona a favor de quem pesquisa antes. Para não cair em descontos falsos:

  • Anote os preços dos itens desejados e acompanhe o histórico de preços;

  • Defina uma lista fechada. Se o produto não estava no radar antes de novembro, provavelmente não é uma necessidade real;

  • Compare formas de pagamento. Pagar via Pix no PicPay pode garantir cashback e condições melhores do que parcelamentos longos com juros.

Monte um colchão para janeiro:

Janeiro é o mês mais caro do ano para quem não se prepara. IPVA, IPTU, material didático e reajustes anuais de serviços chegam ao mesmo tempo.

Separe entre 20% e 30% da renda líquida de novembro e dezembro exclusivamente para cobrir esses compromissos.

Quem chega em janeiro com essa reserva pronta não precisa recorrer a crédito rotativo, que hoje cobra juros médios acima de 15% ao mês.

Comece agora, não em novembro:

Planejamento financeiro de fim de ano funciona melhor quando começa antes das tentações. Outubro é o mês ideal para organizar, sem grande data de consumo pressionando o orçamento.

Abra o app do PicPay, revise seus gastos recentes e defina os tetos para os próximos 90 dias. Pequenas decisões tomadas agora determinam como janeiro de 2027 vai começar.



Últimos posts de PicPay Bank

PicPay chega ao Claude e amplia presença em IA

O PicPay acaba de lançar uma integração com o Claude, plataforma de inteligência artificial generativa da Anthropic. Com isso, se torna o primeiro banco brasileiro presente na ferramenta, menos de três semanas após estrear no ChatGPT, da OpenAI. A lógica é direta: se o cliente já usa IA no dia a dia, o PicPay precisa estar lá. A integração com o Claude é mais um passo nessa direção, levando a experiência financeira para os ambientes conversacionais que as pessoas já escolheram como parte da rotina. A conexão permite consultar informações financeiras diretamente no Claude, usando linguagem natural. Perguntas como "qual é meu saldo?" ou "tenho boletos para vencer esta semana?" passam a ter resposta sem que o usuário precise abrir o app. O que dá para fazer no Claude? A integração oferece um conjunto de funcionalidades voltadas a consultas e acompanhamento financeiro: Consulta de saldo em conta e nos cofrinhos Visualização de boletos pendentes Consulta de investimentos Visualização de cartões ativos Acesso à lista de Pix favoritos Consulta de lançamentos recentes e futuros Consulta do valor da fatura do cartão Visualização das transações realizadas no cartão O que o Claude tem de diferente do ChatGPT? A versão do Claude já nasce com duas funcionalidades que ainda não estão disponíveis no plugin do ChatGPT: a consulta do valor da fatura do cartão e a visualização das transações realizadas. As duas capacidades devem chegar ao ChatGPT em breve, mas por ora são exclusivas da integração com a Anthropic. Como conectar a conta: O processo de ativação é simples. Basta buscar o PicPay na aba "Conectores" do Claude e seguir os passos de conexão. A autenticação é feita via OAuth: o usuário é redirecionado ao app do PicPay para confirmar a identidade e autorizar o acesso a dados específicos, como saldo, fatura e histórico de transações. O recurso está disponível para clientes Android e iOS, sem custo adicional, independentemente da modalidade de assinatura do Claude. A liberação será feita de forma gradual. Segurança e controle do usuário: Todas as trocas de dados seguem os padrões de segurança do PicPay e estão em conformidade com a LGPD. O cliente escolhe quais informações compartilhar e pode desativar a conexão a qualquer momento. Estar onde o cliente está! Em vez de esperar que o cliente vá até o banco, o PicPay vai até a plataforma que ele já usa. A estratégia é tornar a experiência bancária mais conversacional, intuitiva e contextual, reduzindo barreiras entre o cliente e suas informações financeiras.

23/09/2026

PicPay lança plugin no ChatGPT para consultas financeiras

Clientes do PicPay já podem consultar saldo, boletos pendentes, investimentos e lançamentos recentes direto no ChatGPT. O acesso funciona por meio de um plugin inédito na categoria, que conecta a conta do PicPay à plataforma de IA generativa. A novidade está sendo liberada de forma gradual, por meio de uma lista VIP, sem custo adicional. Funciona em dispositivos Android e iOS, para qualquer modalidade de assinatura do ChatGPT. Como funciona o plugin do PicPay no ChatGPT Depois de conectar a conta, basta fazer perguntas em linguagem natural. O ChatGPT consulta as informações da sua conta PicPay e responde de forma direta. Alguns exemplos: "Qual é meu saldo disponível?" "Tenho boletos para vencer esta semana?" "Quais gastos estão previstos para os próximos dias?" Neste momento, a experiência é focada em consultas e acompanhamento financeiro. Não há execução de transações pelo plugin. O que dá para consultar: Saldo em conta e nos cofrinhos Boletos pendentes Investimentos Cartões ativos Lista de Pix favoritos Lançamentos recentes Lançamentos futuros Como conectar sua conta: Acesse a aba "Plugins" no ChatGPT Busque por PicPay Siga os passos de conexão e autorize o acesso pelo app do PicPay A autenticação é feita via OAuth. Você é redirecionado ao app para confirmar sua identidade e escolher quais dados compartilhar. Toda troca de informação segue os padrões de segurança do PicPay e está em conformidade com a LGPD. Para desconectar, basta desinstalar o plugin do PicPay no ChatGPT. PicPay também anuncia no ChatGPT Além do plugin, o PicPay é uma das marcas brasileiras que estreiam publicidade na plataforma. A campanha, desenvolvida com a BETC Havas, apresenta informações relevantes enquanto as pessoas exploram possibilidades e tomam decisões no ChatGPT. Os anúncios são identificados como conteúdo patrocinado, aparecem separados das respostas e não influenciam o conteúdo gerado pela ferramenta. IA generativa e o próximo passo da vida financeira O Pix incluiu milhões de brasileiros no sistema financeiro digital. A inteligência artificial abre uma nova etapa: ajudar as pessoas a entender melhor suas finanças e tomar decisões com mais confiança, desde comparar ofertas até evitar custos desnecessários. "A vocação do PicPay sempre foi embarcar tecnologias que realmente facilitem o dia a dia das pessoas. Com a inteligência artificial generativa, damos mais um passo para transformar a relação dos clientes com a vida financeira, levando a experiência do PicPay para os ambientes digitais onde os usuários já estão", afirma Eduardo Chedid, CEO do PicPay. O plugin no ChatGPT representa esse movimento: tornar a experiência financeira mais conversacional, intuitiva e acessível, reduzindo barreiras para quem foi incluído recentemente ou está começando a lidar com dinheiro.

23/09/2026

Educação financeira para quem ganha até 3 salários

Dicas práticas de organização financeira para quem ganha até 3 salários mínimos. Veja como o PicPay ajuda você a controlar seus gastos. Uma boa fatia da população brasileira recebe até três salários mínimos por mês. São milhões de pessoas que precisam fazer o dinheiro render entre aluguel, alimentação, transporte e contas fixas. Ao mesmo tempo, uma parcela significativa dos brasileiros está com o nome negativado, e muitos admitem entender pouco ou nada sobre finanças pessoais. Isso mostra que o problema não é falta de disciplina. É falta de acesso a informação prática, adaptada à realidade de quem precisa escolher entre pagar a conta de luz e comprar material escolar. Educação financeira não começa com investimentos ou planilhas complexas, mas com visibilidade, com saber exatamente para onde cada real vai. Organização financeira é para todo mundo. Confira neste guia o que funciona na prática para quem ganha até 3 salários mínimos, com ferramentas gratuitas que já estão no seu celular. Primeiro passo: saber quanto entra e quanto sai Parece óbvio, mas a maioria das pessoas não tem clareza sobre o próprio orçamento. Então, antes de cortar gastos ou pensar em guardar dinheiro, anote tudo o que você recebe e tudo o que paga durante um mês. Tudo mesmo: o café na padaria, a recarga do celular, o Pix para dividir a conta do almoço. No PicPay, o extrato da Carteira organiza automaticamente as movimentações por categoria. Isso já dá uma visão clara de onde o dinheiro está indo, sem precisar de aplicativo extra ou planilha. E para quem quer ir além, o PicPay também integra inteligência artificial para facilitar o controle financeiro em diferentes plataformas. Com o assistente de IA do PicPay, disponível 24 horas dentro do próprio app, você consulta saldo, boletos a vencer, gastos previstos, investimentos e cartões ativos usando linguagem do dia a dia. É como ter uma secretária financeira no bolso: basta perguntar "quanto gastei este mês com delivery?" ou "tenho algum boleto vencendo essa semana?" e a IA responde com base nos dados reais da sua conta, de forma segura e sem jargão financeiro. Essa mesma inteligência também está disponível fora do app. Com o plugin do ChatGPT, o PicPay se tornou a primeira fintech do Brasil a permitir consultas financeiras diretamente pela interface da OpenAI. Basta buscar "PicPay" na loja de plugins do ChatGPT, autenticar pelo app e começar a perguntar em linguagem natural. Já com o conector do Claude, o cliente busca "PicPay" na aba de conectores do Claude, autoriza o acesso e já pode consultar saldo, Cofrinhos, fatura do cartão de crédito e transações realizadas. Em ambos os casos, a integração é gratuita, funciona com autenticação segura e, por enquanto, está focada em consultas, sem permitir pagamentos ou transferências. O objetivo é simples: dar visibilidade total sobre suas finanças, onde quer que você esteja. A regra 50-30-20 adaptada para a realidade financeira Você provavelmente já ouviu falar dessa divisão: 50% para necessidades, 30% para desejos e 20% para poupança. Para quem ganha até 3 salários mínimos, a conta quase nunca fecha assim. Alimentação, moradia e transporte costumam consumir 70% ou mais da renda. Uma versão mais realista: 70% para gastos essenciais: aluguel, energia, água, alimentação, transporte, saúde 20% para gastos variáveis: lazer, roupas, assinaturas, imprevistos do dia a dia 10% para reserva: qualquer valor, por menor que seja, já conta Se 10% parece muito, comece com 5%. Ou com R$ 20 por mês. O Cofrinho do PicPay permite guardar valores pequenos com rendimento automático, sem taxa e sem valor mínimo. A ideia é criar o hábito. O valor cresce com o tempo. Controle de gastos sem complicação Controle de gastos não precisa ser sinônimo de restrição. É sobre escolher com consciência. Algumas práticas que funcionam para quem tem orçamento apertado: Defina um limite semanal de gastos variáveis. Se você separou R$ 600 por mês para esse tipo de gasto, são R$ 150 por semana. Quando acabar, acabou. Use o Pix para pagar à vista e evitar juros. O cartão de crédito é o principal vilão do endividamento no Brasil. Revise assinaturas e serviços recorrentes. Streaming que você não assiste, seguro que não usa, plano de celular acima da necessidade. Pequenos cortes somam. O PicPay centraliza pagamentos, Pix e compras em um só lugar. Isso facilita o acompanhamento e reduz a chance de perder o controle entre vários apps e contas. 1. Compras no atacado ou em grupo Dividir compras de itens não perecíveis (produtos de limpeza, higiene) com vizinhos ou familiares reduz o custo unitário. Muitos atacarejos aceitam Pix como pagamento. 2. Cashback como aliado O PicPay oferece cashback em pagamentos e compras dentro do app. Não é muito por transação, mas, acumulado ao longo do mês, pode render o equivalente a uma conta de serviço paga. 3. Substituições inteligentes Trocar marca sem perder qualidade, cozinhar mais em casa, usar transporte público em horários de tarifa reduzida. Cada troca pequena libera margem no orçamento. 4. Planejamento de datas caras Material escolar em janeiro, Dia das Mães em maio, Natal em dezembro. Quando você sabe que o gasto vai chegar, pode se preparar meses antes. Guardar R$ 30 por mês no Cofrinho do PicPay a partir de julho já alivia o peso do material escolar em janeiro. Dívidas: como sair do vermelho ganhando até 3 salários Se você já está endividado, o caminho não é se culpar. É organizar. Liste todas as dívidas: valor total, parcela mensal, taxa de juros e data de vencimento. Priorize as mais caras: cartão de crédito rotativo e cheque especial costumam ter as maiores taxas. Negocie ou troque por um crédito com juros menores. Negocie direto com o credor: muitas empresas oferecem descontos para pagamento à vista ou condições melhores para quem procura renegociar. Evite fazer dívida nova para pagar dívida antiga. Isso só transfere o problema. O planejamento financeiro pessoal começa quando você para de apagar incêndio e passa a antecipar os gastos. Mesmo ganhando pouco. Organização financeira é para todo mundo A educação financeira de baixa renda não precisa de termos difíceis, fórmulas prontas ou conselhos de quem nunca precisou contar moedas no fim do mês. Precisa de ferramentas acessíveis, informação clara e respeito pela realidade de cada orçamento. O PicPay está construindo esse caminho. Cada funcionalidade do app foi pensada para simplificar a relação das pessoas com o dinheiro, independentemente de quanto ganham. Organizar as finanças com 1 salário mínimo é tão legítimo quanto com 10. Acesse o app e comece pelo básico: confira seu extrato, entenda seus gastos e separe qualquer valor no Cofrinho. O primeiro passo é sempre o mais difícil. O segundo já vem mais leve.

07/10/2026

Tesouro Direto: como investir de forma simples

Entenda o que é, os tipos de títulos e como começar. O que é? Programa do Governo Federal que permite a qualquer pessoa com CPF investir em títulos públicos. Funciona como um empréstimo ao governo: você aplica e recebe de volta com juros no vencimento. É possível resgatar antes, mas há risco de oscilação no preço (exceto Tesouro Selic). Tipos de títulos Prefixado: taxa fixa definida na compra. Você sabe exatamente quanto vai receber no vencimento. Pós-fixado (Tesouro Selic): rendimento acompanha a taxa Selic. Ideal para reserva de emergência e curto prazo. Híbrido (IPCA+): taxa fixa + inflação. Protege o poder de compra. Há também versões focadas em aposentadoria (Renda+) e educação (Educa+). Por que investir? Segurança: garantido pelo Governo Federal. Acessibilidade: aplicações a partir de menos de R$ 2 em alguns títulos. Liquidez: resgate possível a qualquer momento (preço garantido só no vencimento para prefixados e IPCA+). IR regressivo: quanto mais tempo mantém, menor o imposto (de 22,5% a 15%). Como começar Abra conta em banco ou corretora habilitada. Cadastre-se no Tesouro Direto (feito pela instituição). Escolha o título conforme seus objetivos e prazo. Compre pela plataforma digital e acompanhe. PicPay Invest Pelo app do PicPay você investe em renda fixa, fundos e previdência de forma simples. Basta abrir a conta, responder o questionário de perfil e começar. Explore mais no Blog PicPay.

29/09/2026

Como identificar um investimento ruim e não cair em armadilhas

Saiba o que torna um investimento ruim e como avaliar suas opções com mais segurança. O que faz um investimento ser ruim? Não é só rentabilidade que importa. Um investimento pode ser inadequado por vários motivos: render abaixo da inflação (seu dinheiro perde poder de compra), ter liquidez incompatível com suas necessidades, cobrar taxas elevadas que corroem o retorno, oferecer pouca transparência sobre riscos e prazos, ou ser emitido por instituições sem solidez. Além disso, risco e rendimento andam juntos. Se você não está pronto para assumir determinado risco, aquele investimento é ruim para você — mesmo que seja bom no papel. Perguntas essenciais antes de investir Qual a rentabilidade real (descontada a inflação)? Existe carência para resgate? Há IR ou taxas administrativas? O produto tem garantia do FGC (até R$ 250 mil por CPF/instituição)? E, principalmente: esse investimento combina com seus objetivos e prazos? Poupança vale a pena? Não. Apesar de popular (23% dos investidores brasileiros em 2024), a poupança geralmente perde para a inflação. O rendimento da conta PicPay é de 102% do CDI automaticamente, e os Cofrinhos rendem desde o primeiro dia útil com liquidez diária — em dois anos, o retorno pode ser quase 60% maior que o da poupança. CDB, LCI e LCA: quando valem a pena? São títulos de renda fixa emitidos por bancos, protegidos pelo FGC. O CDB é seguro e acessível, mas pode ser ruim se tiver vencimento longo, taxa baixa e você precisar do dinheiro antes. LCI e LCA têm a vantagem de isenção de IR para pessoa física, podendo gerar ganhos líquidos maiores — mas fique atento a possíveis mudanças na legislação que podem acabar com essa isenção. Simulação: R$ 1.000 aplicados por 1 ano (jul/2025) Poupança (6,17% a.a., isenta de IR): R$ 1.061,70 LCI/LCA 92% CDI (9,80% a.a., isenta de IR): R$ 1.098,00 CDB 100% CDI (10,65% a.a., após IR): R$ 1.090,53 CDB 102% CDI (10,85% a.a., após IR): R$ 1.092,25 CDB 121% CDI (12,88% a.a., após IR): R$ 1.109,48 No PicPay Invest, você encontra opções como CDB 200% para novos clientes (vencimento em 35 dias), Cofrinhos com liquidez diária e rendimento acima da poupança. Avalie seu perfil, compare e invista com mais segurança.

20/07/2026

CDB é seguro? O que saber antes de investir

O que é CDB? Título emitido por bancos — você "empresta" dinheiro ao banco e recebe juros. Pode ser pós-fixado (atrelado ao CDI) ou prefixado (taxa fixa definida na compra). É seguro? Sim, por ter proteção do FGC : até R$ 250 mil por CPF/instituição (limite de R$ 1 milhão a cada 4 anos). Se o banco quebrar, o FGC cobre. Riscos existentes: Crédito: banco quebra e você tem mais de R$ 250 mil nele. Liquidez: alguns CDBs não permitem resgate antes do vencimento. Mercado: em prefixados, juros podem subir e seu rendimento ficar defasado. O que avaliar antes de investir? Reputação e rating do banco emissor. Liquidez: diária ou só no vencimento? Tipo de rentabilidade (pós ou prefixado) vs. cenário econômico. IR e IOF (resgates antes de 30 dias). CDB no PicPay Liquidez diária a 102% do CDI , resgate imediato. Opções de 3 meses a 3 anos (pós ou prefixado). Mínimo de R$ 100 , com proteção do FGC.

20/07/2026

Crédito do Trabalhador: o que o empregador precisa saber

O Crédito do Trabalhador é uma nova modalidade de crédito consignado que facilita o acesso ao empréstimo para quem tem carteira assinada — com contratação simples e parcelas descontadas direto na folha. Mas como funciona o crédito do trabalhador para o empregador ? Qual o papel e as responsabilidades das empresas nisso? Nesse artigo, explicamos o passo a passo para sua empresa cumprir todas as obrigações legais e operacionais com segurança. Aqui, vamos detalhar ainda o passo a passo para lançar as informações no eSocial, que é a etapa que está gerando mais dúvidas para os empregadores. Fique com a gente e entenda, em detalhes, o lado do crédito do trabalhador para empregadores. O que é o Crédito do Trabalhador e como ele funciona O Crédito do Trabalhador é uma forma de crédito consignado , no qual o valor das parcelas do empréstimo é descontado diretamente na folha de pagamento . Isso permite que quem tem registro na carteira de trabalho, incluindo trabalhadores rurais, domésticos e assalariados de MEIs, acesse linhas de crédito com juros mais baixos e menos burocracia. Toda a contratação pode ser feita de forma digital, como pela opção do Crédito do Trabalhador no app do PicPay , sem necessidade de convênio prévio entre empresa e banco. Uma vez aprovado, o valor é liberado na conta, e as parcelas passam a ser descontadas da remuneração mensal. Quais são as responsabilidades do empregador no Crédito do Trabalhador? Depois que o trabalhador solicita esse tipo de empréstimo e o crédito consignado é aprovado, começam as responsabilidades do empregador. Ele deve fazer o desconto em folha e repassar as informações necessárias ao governo — tudo dentro dos prazos estabelecidos em lei. É fundamental que o empregador conheça bem o seu papel, para evitar qualquer tipo de erro no processo. Abaixo, veja quais ações técnicas e administrativas são de responsabilidade do empregador no Crédito do Trabalhador. Acompanhar notificações no DET Entre os dias 21 e 25 de cada mês , o Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET) divulga alertas sobre os contratos ativos do Crédito do Trabalhador, essa forma de empréstimo consignado. Para acessar e acompanhar notificações, o empregador deve usar o endereço https://det.sit.trabalho.gov.br e se identificar com a conta Gov.br . Ao acessar o sistema, ele deve escolher no menu a opção “Caixa Postal” e conferir as mensagens. Consultar dados no Portal Emprega Brasil É no Portal Emprega Brasil que a empresa acessa as informações detalhadas para aplicar o desconto na folha de pagamento corretamente, como o número do contrato e o valor da parcela. Confira o passo a passo para acessar essas informações: entre no Portal Emprega Brasil ( https://servicos.mte.gov.br/empregador/ ) faça login com sua conta Gov.br ; selecione a empresa desejada; entre na aba “Crédito do Trabalhador”; escolha a opção “Arquivo de empréstimos”; informe o ano e o mês e clique em “Consultar”. Vale lembrar que essa consulta deve ser feita mensalmente , conforme o calendário oficial do programa. Caso sua empresa ainda não possua acesso ao Portal Emprega Brasil, basta seguir as instruções “Como cadastrar sua empresa” e “Como cadastrar representantes para sua empresa”, disponíveis na página inicial da plataforma. Realizar o desconto em folha O empregador é responsável por aplicar o desconto em folha de pagamento das parcelas do Crédito do Trabalhador. A empresa deve ainda respeitar a margem do consignado privado , que é até 35% da remuneração disponível. Esses valores são de desconto obrigatório , e a empresa não pode se recusar a realizá-los. Em algumas situações, entretanto, é preciso ter atenção redobrada. Desligamento: se o colaborador for desligado da empresa, o desconto deve ser feito sobre as verbas rescisórias, obedecendo o mesmo teto de 35%. Salário insuficiente: quando a remuneração for menor do que a parcela prevista, deve-se aplicar um desconto parcial. A empresa deve informar o colaborador e orientá-lo a procurar a instituição financeira para tratar da regularização. Férias e adiantamentos: se o trabalhador estiver de férias ou tiver recebido adiantamentos salariais, a empresa pode provisionar os valores necessários para que o desconto da parcela aconteça normalmente no fechamento da folha. Lançar as informações no e-Social Os descontos referentes aos contratos do Crédito do Trabalhador devem ser obrigatoriamente escriturados no eSocial , e é necessário cuidado para lançar todas as informações com os dados e códigos corretos . Veja como fazer esse lançamento de forma segura. primeiro, acesse o eSocial ( https://www.gov.br/esocial/pt-br ), faça login com sua conta Gov.br e selecione a empresa desejada; escolha o evento remuneratório adequado: S-1200 (remuneração), S-2299 (desligamento) ou S-2399 (trabalhador sem vínculo); use a rubrica de natureza 9253, criada especialmente para esse tipo de operação; os códigos de incidência de FGTS, contribuição previdenciária e imposto de renda da rubrica devem ser preenchidos com [31], [00] e [9], respectivamente. o tipo de desconto deve ser preenchido com [1]; na descrição e na finalidade do evento, o empregador deve informar que se trata de desconto a título de empréstimo consignado; informe também o código da instituição financeira ( o do PicPay é 079), o número do contrato referente ao empréstimo e o valor total da rubrica; envie as informações para validação. Manter esses dados atualizados e corretamente preenchidos é essencial para evitar erros no recolhimento e garantir a regularidade da empresa junto às obrigações fiscais e trabalhistas. Por isso, reforçamos que é preciso atenção aos números e códigos. Caso o trabalhador escolha o Crédito do Trabalhador pelo PicPay , lembre-se que o código do banco é 079 . Vale ressaltar também que para quem utiliza os módulos simplificados do eSocial, como MEI ou empregadores domésticos, as parcelas dos descontos do empréstimo consignado serão incluídas automaticamente nas folhas de pagamento, nas rescisões e nas guias de recolhimento (DAE). Recolher a guia do FGTS Digital Após registrar os descontos no eSocial, o próximo passo é gerar a guia de recolhimento no ambiente do FGTS Digital . A empresa gera e paga a guia até o dia 20 do mês seguinte à competência. Essa etapa é fundamental para que o valor consignado chegue corretamente à instituição financeira que concedeu o crédito ao trabalhador. O sistema do FGTS Digital utiliza os dados lançados no eSocial para calcular automaticamente os valores devidos. O empregador deve acessar a plataforma, verificar os débitos e escolher o tipo de guia mais adequado para a situação da empresa. O FGTS Digital oferece duas formas de gerar a guia: a Guia Rápida, ideal para quem deseja quitar todos os débitos de uma só vez, e a Guia Parametrizada, que permite selecionar estabelecimentos, trabalhadores ou tipos de débito específicos. Leia mais: Entenda tudo sobre o novo pagamento do FGTS Se a empresa deixar de pagar a guia no prazo — ou já tiver efetuado o pagamento sem incluir corretamente os valores de consignado para determinado colaborador —, será necessário buscar a instituição financeira diretamente para quitar o débito . Nesse caso, o empregador deverá arcar com juros e multas previstos na legislação.

20/07/2026

Ibovespa: o que é e como funciona o índice da B3

Entenda o principal termômetro do mercado de ações brasileiro e como acompanhá-lo. O que é o Ibovespa? O Ibovespa é o índice que reflete o desempenho médio das ações mais negociadas na B3, a Bolsa de Valores do Brasil. Criado em 1968, ele funciona como referência para investidores e analistas avaliarem o cenário do mercado acionário nacional. Não é um ativo negociável diretamente, mas é possível investir nele de forma indireta por meio de fundos de índice (ETFs) que replicam sua composição. Como é calculado? O cálculo considera o preço das ações, a quantidade disponível no mercado (free float) e um fator de ponderação baseado em volume financeiro e liquidez dos últimos 12 meses. Nenhuma ação pode representar mais de 20% do índice, evitando concentração excessiva. Ele é atualizado em tempo real durante o pregão (segunda a sexta, das 10h às 17h). A composição é revisada a cada quatro meses (janeiro, maio e setembro). Para entrar, a ação precisa estar entre as mais negociadas, ter sido negociada em pelo menos 95% dos pregões e ter no mínimo 15% de free float. O que afeta o Ibovespa? Fatores econômicos como inflação, taxa de juros e PIB impactam diretamente. Eventos políticos — eleições, reformas, crises — aumentam a volatilidade. Resultados financeiros de empresas de peso (bancos, mineradoras, Petrobras) também movimentam o índice no curto prazo. Uma diferença importante: o Ibovespa mede o comportamento coletivo de um grupo de ações. Uma empresa pode subir enquanto o índice cai, se outras ações relevantes tiverem desempenho negativo. Ibovespa vs. índices internacionais Comparado ao S&P 500 (500 maiores empresas dos EUA) e ao Dow Jones (30 grandes corporações americanas), o Ibovespa é mais sensível a commodities e à volatilidade típica de mercados emergentes. Uma alta no petróleo, por exemplo, impacta mais o Ibovespa (peso da Petrobras) do que o S&P 500, onde o efeito se dilui. Como acompanhar e investir É possível monitorar o Ibovespa por plataformas de investimento, apps e pelo site da B3. Com o PicPay Invest , você pode investir em fundos que acompanham o Ibovespa diretamente pelo app — basta acessar a aba de investimentos, escolher um fundo de índice, definir o valor e confirmar. Avalie seu perfil de investidor antes de decidir. Este conteúdo é informativo e não constitui recomendação de investimento.

20/07/2026